Serviço Público de Televisão

«Como vai o serviço público de televisão?
Em França, por exemplo, com todas as possíveis ressonâncias na problemática de outros países. Comentando o caderno de encargos da televisão pública, Marie-Georges Buffet considera que “é preciso refundar um pólo público de televisão digno desse nome, que se distinga realmente do privado.”
Ségolène Royal fala da necessidade de “diferenciação” em relação aos privados, sublinhando que “é preciso limitar a corrida às receitas publicitárias”, uma vez que essa corrida acaba por anular a “resistência à banalização das imagens”.
Nicolas Sarkozy lembra que é preciso insistir na “diversidade, na inovação e na pertinência dos horários”, embora defendendo que a televisão pública não pode alienar todas as receitas publicitárias.
Dominique Voynet defende a perspectiva contrária, de “supressão de publicidade nos canais públicos”, compensando o facto com “a criação de uma taxa sobre o volume de negócios da publicidade nos canais privados.”»

Todo o texto no Diário de Notícias (08.04.2007)

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