Os caminhos da TV (I)

Numa era em que o digital é já uma realidade e em que o switch off tem data anunciada (2012 para Portugal mas países como os EUA já o fizeram), muitas questões se colocam à televisão. Na era da Internet, uma era centrada no sujeito e na personalização, a busca pela informação revela-se numa súmula de plataformas dando origem a uma realidade, não multimedia mas multiple media. (Northdrup: s/d).

A Televisão já não pode ser entendida como estando sozinha no mercado. Já não é hegemónica e está, rapidamente, a perder terreno para o novo meio de comunicação. O pequeno ecrã passou a rivalizar com a Internet pela atenção dos espectadores. Entre o telejornal, a novela e a série já o espectador ficou a saber o que se passa no mundo e já viu aquele episódio perdido, o novo que ainda não estreou ou, simplesmente, aquele vídeo caseiro tão engraçado nas páginas da web.

A publicidade está a fugir para a rede e isso põe em causa a sobrevivência de outros meios de comunicação. Neste sentido, o lugar da televisão, ainda que ainda hegemónico, está a sofrer alterações profundas com as quais teremos de aprender a lidar. Os anunciantes estão à beira de um ataque de nervos, os programadores já perderam os cabelos. No meio de tudo isto, espera-se que as novas gerações aprendam com as anteriores e com todo o conhecimento disponível de modo a que a caixinha mágica possa ter um futuro. E, já agora, que ele não seja negro.

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