As 5 etapas de Desenvolvimento nas Redes Sociais – Forrester Research

Devido às mudanças nas tecnologias ligadas às redes sociais, o empowerment dos consumidores é uma realidade cada vez mais incontornável. Para ter êxito no mundo de hoje “as empresas terão que realizar alterações fundamentais nos seus recursos, competências, ferramentas, processo e cultura”. Num relatório recente da Forrester Research sobre o tema “Da Experimentação Social à Tranformação do Negócio” a consultora chegou à conclusão que existem cinco etapas no processo de Desenvolvimento Social: 1) Inactiva, 2) Testes, 3) Coordenação, 4) Crescimento e  Optimização e 5) Poder aos Colaboradores. As etapas deste processo serão semelhantes para as várias empresas que se encontrem na mesma fase, independentemente da sua localização geográfica, da indústria a que pertencem ou até do público-alvo ao qual se dirigem. 

No Social Media Today podemos encontrar algumas características de cada uma destas fases.

Na fase Inactiva estão as empresas que não utilizam nenhuma ferramenta de Redes Sociais. A consultora estima que 20% das empresas se encontrem nesta etapa.

A fase seguinte é a etapa de Testes, caracterizada por um “caos distribuido” (distributed chaos) uma vez que a empresa ainda não sabe bem como utilizar estas plataformas. A consultora sugere que um Marketeer experiente nesta área actue como orientador para coordenar esforços em toda a organização. Outra sugestão importante é a monitorização da conversação online sobre a marca bem como dos efeitos da sua presença nestas plataformas.

Na etapa seguinte, Coordenação, a empresa já reconhece os riscos e benefícios das redes sociais, passando do caos distribuído para uma abordagem centralizada, com os recursos a trabalhar na consistência da mensagem da empresa. Nesta fase, a Forrester Research alerta para a possibilidade de se cair no erro de querer controlar demasiado, bloqueando a iniciativa individual, característica essencial destas plataformas.

Na fase de Crescimento e Optimização a empresa passa a focar-se na optimização da estratégia das redes sociais e na integração das suas métricas com outras variáveis. Aqui, a monitorização é essencial.

Na fase do Poder aos Colaboradores, a organização já deu formação e disponibilizou plataformas de trabalho relevantes para todos os colaboradores desta área. Segundo a consultora, continua, no entanto, a ser necessário manter centros de excelência. Nesta fase, o trabalho de monitorização dos colaboradores será fortemente potenciado com ferramentas direcionadas para as Redes Sociais. A monitorização deverá passar a ser mais rápida e, cada vez mais, efectiva.

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