O que capta a minha atenção #5

 

Consumo de notícias

As pessoas consomem notícias nas redes sociais, na maioria das vezes através da partilha de amigos e não de jornalistas e/ ou meios de comunicação, indica o estudo publicado recentemente pelo Pew Research Center. De salientar ainda que um utilizador que chegue a um site de notícias via redes sociais tem, em média, menor engagement com o site do que se chegasse directamente ao mesmo.

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Twitter

O Twitter adicionou novas funcionalidades à sua plataforma, já é possível publicar até 4 fotos  com um tweet e identificar até 10 pessoas em cada foto, mantendo os mesmos 140 caracteres para a escrita.

O Hubspot juntou 11 coisas que se pode estar a fazer mal nesta rede social

LinkedIn

Show Case Page ExampleO LinkedIn anunciou que a 14 de Abril a tab de produtos e serviços vai desaparecer das páginas de empresas, sendo substituída pela opção de criação de páginas de Showcase. As empresas que quiserem manter as recomendações que têm devem fazer o download das mesmas.

O LinkedIn quer ainda ser mais do que uma plataforma de CV’s e networking, quer apostar em ser uma plataforma de conteúdos. Para isso, vai passar a ter “Content Marketing Score”, de forma a salientar os conteúdos mais relevantes, e também “Trending Topics”, estes últimos já bem conhecidos no Twitter e que o Facebook também vai adicionar à sua plataforma.

Dicas

O blog KISSmetrics salientou 30 recursos para ajudar com a Publicidade no Facebook.

O Canva deixou 5 dicas para Community Management e o Socialbakers sugeriu que cada página deve encontrar a Taxa de Engagement que mais faz sentido medir, ao mesmo tempo que indica que, quanto maior é a comunidade, menor tende a ser a Taxa de Engagement Média.

UpTo, uma segunda layer da sua agenda, disponível para IOS e AndroidMais

O office foi, finalmente, lançado para Ipad e alcançou o #1 da App Store. Disponível também para Iphone.

Deixo também uma app interessante que descobri através do Mashable, a UpTo, que adiciona uma segunda layer à nossa agenda com informações de eventos de áreas que nos interessem, sincroniza com a nossa agenda e está disponível para IOS e Android.

O Gmail vai completar 10 anos e o Mashable resolveu fazer uma retrospectiva do email da Google.

O Hr Buzz sugere ainda 5 livros para criar engagement com a sua equipa, clientes e/ ou consigo mesmo.

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O que capta a minha atenção #3

Estamos no ano dos tablets e nas redes sociais a influência de cada um vai muito além do que se pensava.

O mercado de PC’s está em declínio e a leitura de livros em digital não substituiu a leitura de livros em papel.

A impressão 3D é mais antiga do que se pensa, o 1º protótipo foi desenhado já há 30 anos, em 1984, por Chuck Hull que vai agora ter lugar no Corredor da Fama dos Inventores.

7 apps que vão ajudar a aumentar a produtividade no trabalho.

O que capta a minha atenção #1

 

De trending a indiferenciado

O trending passa a indiferenciado quando se repete muitas vezes. Deixo um artigo de José Cerqueira, da Brandia Central, sobre o Naming do Bairro.

Facebook e Linkedin: mudançasRedes Sociais e Apps

Facebook simplificou a estrutura das campanhas de publicidade e o LinkedIn passou a ter a possibilidade de bloquear outros membros.

No seguimento da quebra do WhatsApp durante algumas horas, surgem artigos sobre alternativas, deixamos aqui as 10 apresentadas pelo Pplware.

Empresas de tecnologias

Evolução das empresas

Google quer vender smartphones modulares pelo equivalente a 35 euros, preço para a base do smarthphone onde os restantes elementos vão encaixar.

Encontrei também um gráfico interessante com os 15 anos de aquisições da Apple, Google, Yahoo, Amazon e Facebook.

Virus e Hacking

É importante ter muita atenção quando se navega em redes wi-fi uma vez que os virus podem propagar-se como uma gripe nestas redes.

Termino com a questão deste artigo: Why do companies keep getting hacked?“One reason is that security isn’t always a priority for developers in a rush to bring a product to market. Another reason is that humans are stupid.”

WhatsApp apresenta chamadas de voz

 

A aplicação mobile WhatsApp apresentou ontem a funcionalidade de chamadas de voz, no Mobile World Congress em Barcelona. A nova funcionalidade será lançada nos próximos meses.

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Depois da sua aquisição pelo Facebook, a aplicação esteve em baixo durante algumas horas no dia 22 de Fevereiro, com as apps Telegram e Line a assumirem-se como alternativas, conseguindo um grande volume de registos enquanto o WhatsApp esteve em baixo.

A compra do WhatsApp

A aplicação WhatsApp foi comprada pelo Facebook por 19 mil milhões de dólares (+- 13.800.000€), divididos por 4 mil milhões em dinheiro, 12 em acções e outros 3 em acções para colaboradores ao longo dos próximos 3 anos. Será que a aplicação vale este valor? Para o Facebook sim.

Os responsáveis das duas empresas garantiram ainda que o WhatsApp irá manter-se autónomo e sem publicidade, beneficiando dos serviços, infraestruturas e suporte financeiro do Facebook.

Facebook

De uma rede social para um estúdio de produção  – o Facebook não mudou o mobile mas o mobile mudou o Facebook.

A importância do WhatsApp

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O Facebook entrou em força no mercado do mobile com a compra do WhatsApp, depois de não ter conseguido adquirir o Snapchat.

O WhatsApp tem 450 milhões de utilizadores por mês e um milhão de novos assinantes por dia. 70% dos utilizadores da plataforma utilizam-na diariamente e a marca nunca gastou qualquer valor em Marketing. 

A aplicação estava a anos luz do Facebook na corrida do mobile e está ainda em países como a China, onde o Facebook é proibido. 

Curiosidades

Um dos criadores do WhatsApp, Brian Acton, foi rejeitado pelo Twitter e Facebook, depois de já ter trabalhado na Yahoo e Apple. Decidiu então juntar-se a um amigo e tentar o seu próprio negócio.

Algumas das convenções que o WhatsApp veio alterar.

Marketing Digital – site, social media, crossmedia e web colaborativa

 

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Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.

Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.

Estratégia Digital

Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.

domainE como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.

Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.

Crossmedia

Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.

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Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.

Mudanças no Facebook

 

A rede social criada por Mark Zuckerberg tem hoje 1,23 mil milhões de utilizadores activos por mês com 75% a serem mobile (e 30% a acederem apenas via mobile). Esta rede que continua a ser a principal em vários países e transversal a quase todas as faixas etárias (embora os adolescentes estejam a fugir para outras redes) tem andado em mudanças tanto em relação ao algoritmo como ao nível da estrutura de página e targeting.

O mural

Artigos sugeridos chegam ao FacebookEm algumas publicações já é possível ver que o Facebook passou a ter “artigos sugeridos” que podem interessar o utilizador. A plataforma integrou também as hashtags (#) e vai passar a incluir os trending topics (elementos que vêm do Twitter).

A rede social criada por Mark Zuckerberg está também a testar vários tipos de fonte de letra para o news feed uma vez que um dos objectivos do CEO passa por torná-lo cada vez mais parecido com um jornal.

A publicidade

O Facebook vai ainda retirar histórias patrocinadas do feed de notícias uma vez que este tipo de publicidade passará a ser redundante já que integrarão em todos os tipos de ads a parte de contexto social. Por outro lado, o Facebook passa a disponibilizar uma nova funcionalidade de targeting que permite atingir os utilizadores que visitaram um determinado site ou aplicação e que não realizaram, por exemplo, uma compra. É o retargeting a chegar ao Facebook.

Para além disso, as páginas empresariais vão passar a poder comentar directamente uma review à sua página.

Mudanças no algoritmo

Link com imagem - O Marketing Digital é um MundoEm termos de algoritmo, este passa a dar um pouco menos de importância a posts só com texto ou com textos com links escritos e sobe a importância a posts com fotos, vídeos e links a partir de uma imagem. Os primeiros não deverão ser menos importantes que os segundos, descerão apenas em grau de importância pois o Facebook detectou que as marcas estavam a tentar enganar o algoritmo, utilizando bastante os tipos de posts só com texto. A ideia é que o Facebook seja cada vez mais apelativo em termos visuais. O algoritmo do Facebook tinha sido actualizado há pouco tempo, passando a dar mais relevância a notícias e histórias importantes e menos a memes.

Paper, a 1ª aplicação do Facebook

Paper - 1ª aplicação do FacebookMark Zuckerberg, CEO da plataforma, indicou ainda que o Facebook vai também dedicar-se ao lançamento de várias apps. Foi hoje anunciada a primeira: “Paper”, o News Reader do Facebook que será disponibilizado dia 3 de Fevereiro. Nesta fase de lançamento, estará disponível apenas para Iphone.

Jelly – Aplicação de ajuda e evento de trabalho

Aplicação Jelly

Jelly é uma nova aplicação para pesquisa de fotos e pessoas numa lógica de “ajudar uns aos outros”.

É ainda uma designação para um evento em que as pessoas se juntam num local para trabalhar. Começou em Nova Iorque com dois amigos que trabalhavam a partir de casa mas sentiam falta da partilha e camaradagem habitual numa empresa quando se trabalha com outras pessoas.