Novo painel de audiências

 

Será que é desta?

Painel da GfK aprovado pela CAEM

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Audiências GfK

 

GfK actualiza quase um terço do painel

Será que é desta que o mercado passa a acreditar nestas audiências?

Sobre a GfK, já tinha falado aqui.

“O Barato sai caro” ou como se anda a brincar com dinheiro público

Durante meses a Marktest queixou-se de ter perdido o concurso de audimetria e por tê-lo perdido para o concorrente que ficou em último lugar nos critérios técnicos.

Depois de vários adiamentos e de um “arranque atribulado”, parece que se está a perceber que “o barato sai caro” e que há até dias em que não são entregues os resultados de audiências. Para quando uma reflexão profunda e a anulação deste contrato? Para quando a responsabilização de quem escolheu esta empresa?

Um mau sistema de audiometria é mau para todos, porque induz programadores e anunciantes em erro. Andar a programar e a anunciar para um mercado fictício é atirar dinheiro para o lixo. E não se pode dizer que a nossa economia, e ainda mais o muito debilitado mercado da comunicação social e da publicidade, se possam dar a esse luxo.” in Expresso

GfK vence concurso para novo serviço de medição de audiências

“A GFk Portugal foi a empresa vencedora do concurso de audiências de televisões, ficando à frente da Marktest que audita actualmente as audiências em Portugal, indicou a Comissão de Análise de Estudos do Meio (CAEM) à agência Lusa.”

Fonte: Jornal Briefing, via Lusa

Concurso para novo sistema de Audimetria

“A CAEM convidou as empresas Marktest, Kantar Media/TNS, GFK, AGB Nielsen e Euroexpansão para o concurso do novo sistema de audimetria, enviando cartas com informação sobre o caderno de encargos (especificações técnicas e projecto de contrato).”

Via: Indústrias Culturais

Mudanças

Se há alguns anos as novelas da Rede Globo conseguiam audiências devastadoras em Portugal, hoje esse papel cabe a novelas portuguesas (embora as brasileiras tenham recuperado um pouco do seu público). De qualquer forma, o prime-time televisivo começa a desaparecer dando lugar ao my time, o tempo em que vemos o que queremos, seja no cabo, seja no que gravámos previamente na nossa box, seja mesmo através de um computador ligado (ou não) à TV…

Curioso é que, também na Rede Globo, as telenovelas têm cada vez menos audiência. Sinal de que os públicos se dividiram uma vez que a Rede Globo deixou de ser a única  fazer novelas que todos seguem mas, talvez mais do que isso ainda, há hoje plataformas a que antes pouco ligávamos e que estão a crescer exponencialmente no tempo que a elas dedicamos. E, nesta área, falamos de Internet mas também de redes cabo/ satélite que nos dão outras opções.

“Com 209 capítulos exibidos em exatos oito meses, “Viver a Vida” fechou com 36 pontos de média. (…) Com estes números, pode-se notar também que a cada ano que passa, a audiência das novelas das nove da Globo cai. Entre 2005 e 2010, houve uma queda  de 14,5 pontos.”

Como se identificam os telespectadores com os canais?

Creio que são os resultados esperados mas, ainda assim, não deixa de ser interessante de analisar os gráficos e perceber algumas coisas.

Presente com ar de futuro

Televisão sem fios chega ao mercado nacional
“Mais do que uma simples televisão, trata-se de um centro inteligente de meios em rede, sendo a primeira do mercado nacional equipada com wireless.”
Agência Financeira

«Watermarking»: novo sistema permite medir audiências de TV
“O sistema, conhecido por «watermarking», baseia-se na codificação audio dos canais e respectiva identificação, por parte do audímetro, utilizando uma sonda de detecção ligada ao «audio line out» da televisão ou a um microfone.”
Agência Financeira

BBC será a primeira televisão inglesa a vender conteúdos no iTunes
“A BBC é o primeiro produtor do Reino Unido a colocar os seus conteúdos à venda no iTunes, que poderão ser adquiridos por um preço de cerca de 2,50 euros”, divulgou a estação em comunicado.
Barlavento Online

TV digital mudará maneira de medir ibope (audiências no Brasil)

“A TV digital transformará a maneira de medir audiência televisiva. O próprio faturamento publicitário das atrações sofrerá mudanças. Projeções com públicos restritos já arriscam quem ganhará telespectadores (séries e novelas) e quem perderá (telejornais) por conta da digitalização dos canais.
O Ibope está desenvolvendo um aparelho para descobrir não apenas a emissora sintonizada, como faz hoje, mas também o conteúdo digital que está sendo consumido seja qual for a grade de programação. Isso porque a TV digital chega com a promessa de, assim como nos EUA, oferecer autoprogramação, na qual o usuário pode escolher a hora em que verá determinado programa.”

Todo o artigo, no Blogue Resumo do Dia.

TVI lidera com 42,2% do espaço publicitário

«De acordo com os dados da MediaMonitor, os quatro canais generalistas nacionais (RTP1, RTP2, SIC e TVI) passaram mais de 1372 horas de publicidade comercial durante o primeiro trimestre de 2007. Este número equivale a mais de 170 mil peças publicitárias, uma média diária de cerca de 1800 inserções.
As emissões publicitárias da TVI representaram 42,2% do valor total, enquanto que a SIC abrangeu 34,4%. A RTP1 e a RTP2 compreenderam 21,2 e 2,2% do total, respectivamente. No que respeita às horas de publicidade, a média diária corresponde a mais de 15 horas e 15 minutos em média por dia. Em duração, a TVI emitiu 38% do valor total, a SIC 36,6%, a RTP 24% e a RTP2 1,4%

Noticia do Jornal Briefing (16.04.2007)