Content Marketing – Do Storytelling à TV Social

 

A importância do storytelling cresce a cada dia pois, num mundo em que a informação não pára e somos constantemente bombardeados por ela, só quem tiver uma boa história e a concretizar bem, irá conseguir sobressair da multidão.

The division between storytelling and marketing has dissolved. Stories play on people’s fears and emotions. With stories, brands connect with readers on a more human level.

in Social Media Today

Ao mesmo tempo, assistimos à emergência da TV Social e de como as estações de televisão estão a lidar com esta nova realidade e com a necessidade de criar conteúdos em outras plataformas.

TV networks are trying to take advantage of viewers who are increasingly multitasking as they watch shows. More than 40% of Americans have smartphones or tablets in their hands each day as they watch TV, according to Nielsen.

in The Wall Street Journal

O Content Marketing passa (ou deve passar) assim a ser o foco das empresas quer nas histórias que criam em publicidade, nas redes sociais ou mesmo na continuidade para outras plataformas. De salientar que o processo começa no planeamento e que é também importante que a marca esteja atenta ao que se diz sobre si.

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Campanha de Comunicação para a TDT

 

Um em cada dez portugueses não está informado sobre TDT” diz um estudo da GfK Metris. O mesmo estudo refere ainda que mais de metade dos portugueses que aderiram à televisão paga no último ano fê-lo por causa da TDT.

A população portuguesa não está informada nem pode estar a menos que acompanhe as notícias e que perceba mais ou menos o que quer dizer ter televisão digital. A Estratégia de Comunicação da TDT foi quase nula e, a menos de três meses meses do apagão analógico surge uma campanha televisiva, que engloba também mupis, e que diz “se não tem televisão paga, a partir de Janeiro vai deixar de ver TV”. What?????? Já não chegava algumas empresas de televisão por subscrição tentarem ganhar novos clientes com esta mensagem enganadora, agora a própria campanha de comunicação da TDT vem dizer o mesmo??? E pensar que é suposto serem aplicadas coimas a quem leve as pessoas a pensarem, erradamente, que têm de aderir a um serviço de TV por subscrição para continuarem a ver TV…

Seria assim tão difícil dizer algo como “se não tem televisão paga, a partir de Janeiro terá de ter uma televisão compatível com o sinal digital ou comprar um receptor que consiga recebê-lo”. Não é brilhante, pois não? Não é o melhor copy do mundo e teria que ser trabalhado mas explicaria muito mais às pessoas e não levaria a possíveis coimas… mas a verdade é que também ninguém vai aplicar coimas a mensagens enganadoras da PRÓPRIA campanha de comunicação da TDT…

Creio que um assunto tão delicado para a maioria das pessoas exigia outro tipo de cuidado na comunicação. Sugerimos o blogue TDT en Portugal que apresenta um spot espanhol para a introdução da TDT neste país para que possamos perceber as diferenças… ninguém fez benchmarking antes de colocar no ar a campanha brilhante que temos o (des)prazer de ver atualmente? Ninguém é perfeito e todos cometemos erros mas creio que há erros que não são aceitáveis… e enganar o consumidor é um deles.

Parece que agora a ANACOM vai distribuir seis milhões de Guias TDT. Só espero que, desta vez, a comunicação não leve a interpretações dúbias. De qualquer forma, quantas pessoas vão, de fato, ler o guia quando acreditam que já sabem que para continuar a ver TV têm é de aderir à televisão paga? Uma informação errada é, muitas vezes, difícil de ultrapassar.

Links úteis:

Informações da DECO que inclui um teste a 29 descodificadores.

A FNAC explica o que é a TDT.

Página Oficial da TDT.

Atenção: Para quem defende o fim da Publicidade na RTP1

“JÁ SÃO conhecidos os resultados do fim da publicidade na televisão pública francesa e os deputados que aprovaram a lei querem agora voltar atrás.”

Mudanças

Se há alguns anos as novelas da Rede Globo conseguiam audiências devastadoras em Portugal, hoje esse papel cabe a novelas portuguesas (embora as brasileiras tenham recuperado um pouco do seu público). De qualquer forma, o prime-time televisivo começa a desaparecer dando lugar ao my time, o tempo em que vemos o que queremos, seja no cabo, seja no que gravámos previamente na nossa box, seja mesmo através de um computador ligado (ou não) à TV…

Curioso é que, também na Rede Globo, as telenovelas têm cada vez menos audiência. Sinal de que os públicos se dividiram uma vez que a Rede Globo deixou de ser a única  fazer novelas que todos seguem mas, talvez mais do que isso ainda, há hoje plataformas a que antes pouco ligávamos e que estão a crescer exponencialmente no tempo que a elas dedicamos. E, nesta área, falamos de Internet mas também de redes cabo/ satélite que nos dão outras opções.

“Com 209 capítulos exibidos em exatos oito meses, “Viver a Vida” fechou com 36 pontos de média. (…) Com estes números, pode-se notar também que a cada ano que passa, a audiência das novelas das nove da Globo cai. Entre 2005 e 2010, houve uma queda  de 14,5 pontos.”

Como se identificam os telespectadores com os canais?

Creio que são os resultados esperados mas, ainda assim, não deixa de ser interessante de analisar os gráficos e perceber algumas coisas.

Gatos são o melhor do ano em TV

Penso que sem surpresas, a associação dos telespectadores consideraou “Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios” como o melhor programa do ano.

Notícia: Jornal I

Gato Fedorento

Quando se pensava que o formato estava algo gasto e que os programas mais interessantes já tinham passado… os Gato surpreendem e convidam jornalistas dos três canais! Muito bom.

A ver em: http://gatofedorento.sic.sapo.pt/videos/playlist/99

TVI 24 – Uns meses depois

Tenho de admitir que a minha opinião já mudou um pouco sobre este canal. Tem alguns programas interessantes que ainda só assisti breves momentos e tem um jornal das 21h00 que é um jornal normal e não um comentátio como o da SIC Notíciais (percebo que faça sentido esta escolha do canal de notícias da SIC mas, para quem, como eu, ainda não viu nenhum jornal, prefere ouvir as notícias do dia).
Claro que, ao chegar a csa, o que ligo é a SIC Notícias… qualidade ou hábito? Acho que um pouco de ambos…

5 minutos de TVI 24

5 minutos de TVI 24 foi o tempo que aguentei quando começaram as emissões do novo canal.

Achei o grafismo muito “quadrado” e sóbrio demais. Faltaram as cores que estamos habituados a ver na TVI ou que o logo do canal podia fazer lembrar.
Nota negativa também para o cenário por detrás do jornalista e do director-geral da estação onde se notavam dobras. Nota negativa ainda para a grande mesa branco onde fica o jornalista. Com um plano picado, o branco até doi.
Achei o Henrique Garcia muito hesitante e pouco seguro e não devia ser assim sendo um jornalista que já apresentou telejornais muitas vezes.

Notas positivas:
A notícia de abertura (após a notícia de abertura do canal) foi sobre a crise/ o que os portugueses pensam do período que estamos a viver. Achei muito interessante. É uma abordagem diferente que parece levar em linha de conta a possibilidade de algumas pessoas já terem visto outro jornal.
Foi interessante ver o José Eduardo Moniz na entrada do canal. A TVI é assim, mostra interesse no que faz.

Vamos ver como será o futuro do canal…

My time

O ‘My time’ é já uma realidade ou um futuro longínquo…?

Em Portugal ainda se pensa que o ‘my time’ vai demorar a chegar ou que os portugueses não estão habituados a isso. E, na verdade, a maioria não estará… mas talvez se habituem rapidamente.

Tenho cabo há dois meses, com uma box de gravação e quase não veja nada à hora que dá, com excepção das notícias. O restante são séries que gravo e que vou vendo à medida do tempo que vou tendo disponível entre o trabalho, o jantar e a parte de dormir.

Acredito que a TV não vai desaparecer mas vai, com certeza, passar por enormes desafios a curto/ médio prazo especialmente com a chegada da TV Digital e todas as suas potencialidades.

Sobre este assunto ver a notícia do Correio da Manhã, ‘My time’ pode ditar o fim do horário nobre