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A velocidade do online

60seg

Do WebSummit ao ClickSummit

 

O WebSummit, em Dublin, é um conjunto conferências na área da web com temas tão variados como content marketing, social buying, social selling, domótica, crescimento e planeamento de negócios, e educação para empreendedores digitais. São várias salas com conferências a decorrer em simultâneo e ainda expositores de várias start-ups que lá se encontram para se apresentarem a possíveis investidores.

De salientar que uma start-up portuguesa ganhou este ano o WebSummit batendo as outras 199 start-ups que se apresentaram no evento.

O Frederico Carvalho esteve lá e foi deixando feedback ao longo dos dias.

Por cá, vai realizar-se o ClickSummit de 20 a 26 de Novembro, conferências online e gratuitas, em tempo real, focadas em três áreas do Marketing Digital: Tráfego, Engagement e Vendas. A inscrição é feita em ClickSummit.org e as vagas são limitadas.

Existiu já um hangout com sugestões de livros e ontem um hangout sobre métricas e conversão com Virginia Coutinho, Frederico Carvalho, André Novais de Paula e Leonardo Oliveira. São hangouts de aquecimento para o ClickSummit.

O programa do evento já está disponível no site.

Publicidade que marca

 

Por estes dias, dois spots publicitários destacaram-se no mundo da Publicidade. Fizeram não só com que as suas marcas/ mensagens fossem faladas mas também que fossem bastante artilhadas. A isto chama-se Publicidade com significado. E Publicidade bem feita. E é isso que falta muitas vezes.

Esta publicidade é de uma brutalidade atroz mas também brutais são os nosso cuidados, ou melhor, a falta deles, com a nossa pele. Porque achamos que não precisamos, porque é só um bocadinho de sol que vamos apanhar, porque não vamos para a praia logo não precisamos de protector, etc. Muitas são as desculpas… algumas delas eu mesma utilizava, ainda que tivesse o cuidado de colocar protector na praia muitas vezes, uma vez que tenho uma pele super clara. Ando há anos a alertar as pessoas que o cancro de pele é real e que é necessário colocar protector quando se anda mais tempo ao sol mas, no dia-a-dia, também eu não ligava muito a este assunto.

Este vídeo mostra a realidade, mesmo quando não a vemos. E com a visualização do mesmo, espera-se alteração de comportamentos. Com este vídeo, passamos da sensibilização para os cuidados com a pele para a realidade do que é a nossa pele quando não a protegemos. E porque não há nada melhor que a realidade e o poder da imagem, espero que este vídeo (que já vi partilhado por grande parte da blogosfera portuguesa) faça, realmente, a diferença e acorde as pessoas para o que, literalmente, têm na própria cara.

O IKEA tem vindo a mostrar ser brilhante com as suas mais recentes acções de Publicidade e activação de marca. Este vídeo é um desses exemplos e levou a marca a ser bastante difundida através de uma ideia tão simples quanto comparar o seu catálogo com um ebook/ tablet. A verdade é que, daqui a algum tempo (ou mesmo já hoje para os mais novos) as pessoas vão ter dificuldade em perceber o que é isso de livro (ou revista, no caso) e o IKEA soube pegar nesta nova realidade e fazer dela uma sátira muito bem feita.

Não é o online que “mata” os meios ditos “tradicionais”, o que acaba com qualquer campanha, online ou offline, é a falta de boas ideias, de um conceito que passe e que fique na cabeça das pessoas.

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A Publicidade Não Tem que Ser Sempre Igual

O Analytics chega a mais redes sociais

 

Se já sabemos que a instalação de um programa de analytics é vital em qualquer site (sendo um dos mais utilizados o gratuito Google Analytics) e o melhor é que seja colocado o código ainda na fase de implementação do site (para que depois não existam esquecimentos e se perca informação preciosa), muitas redes sociais não tinham analytics ou ofereciam esta informação apenas na sua versão paga.

O Facebook tem os seus insights, ainda que a plataforma pudesse ser mais completa no que diz respeito ao que temos online. É verdade que grande parte da informação é possível exportar em csv ou excel mas isso, muitas vezes, dá uma dor de cabeça tão grande que a maioria das marcas e agências prefere trabalhar com um programa como o socialbakers que compacta logo a informação e ajuda a minimizar o tempo que se passa na análise de cada página.

O Twitter já deixa ver alguma informação em termos de analytics da plataforma embora apenas os anunciantes possam ver algumas funcionalidades.

Analytics do Twitter

O Instagram também apresentou a sua ferramenta de analytics, separada em três áreas mas que, para já, está apenas disponível nos EUA.

Não ficando para trás no jogo de apresentações de Analytics, o Pinterest apresentou uma ferramenta com informação para as contas empresariais. Uma óptima forma de perceber o que funciona melhor em cada página/ álbum e quem é a sua audiência.

Pinterest e o Analytics

O slideshare vai também disponibilizar a todos os utilizadores algumas funcionalidades premium como estatísticas, personalização de perfil com banner no topo, uploads privados, vídeos e organização da página com as apresentações que consideramos mais relevantes. As novas funcionalidades serão disponibilizadas, uma por mês, já a partir deste mês de Setembro.

Slideshare disponibiliza funcionalidades premium

Deixo ainda um documento de referência para ajudar a perceber as várias áreas e as possibilidades do Google Analytics. O Google disponibiliza ainda a Google Analytics Academy com alguns cursos online para ajudar a perceber um pouco melhor esta ferramenta. Neste momento até já existe uma extensão do Google Analytics para o Google Chrome que é uma forma de visualizar rapidamente a informação contida na plataforma.

Fica também uma lista de várias ferramentas de Marketing Digital em várias áreas: SEO, Analytics, Email Marketing, Beginners guide, Track mention, etc.

Novas alterações no Facebook

 

Estrutura dos anúncios e publicidade para mobile

O Facebook anunciou uma nova estrutura de campanhas com o Bidding, Targeting e Placement a passarem para o nível de Ad set, ficando apenas a criatividade ao nível do anúncio. A nova estrutura será lançada a partir de Setembro e ficará assim:

  • Campaign: Objective
  • Ad Set: Schedule, Budget, Bidding, Targeting and Placement
  • Ad: Creative

Alterações na estrutura de anúncios no Facebook

A rede social de Marck Zuckerberg anunciou também uma ferramenta que permite segmentar os anúncios com base na força do sinal de rede do dispositivo, ou seja, será possível limitar anúncios com grande carga de dados, como vídeos, para os utilizadores da rede social que tenham ligação forte à rede, como o 4G e disponibilizar anúncios mais leves para quem possua ligações mais fracas. A ferramenta estará acessível na área “Criação de Anúncios”, no “Power Editor” e na API.

Newsfeed: Links e combate ao click baiting

Exemplos de links em postsO Facebook vai actualizar o newsfeed e dar prioridade a links directos (com pre-visualização) em vez de links por escrito ou acompanhados de uma imagem. A rede social percebeu que os primeiros eram clicados mais vezes e, por isso, passa a dar-lhes mais prioridade no alcance orgânico.

click baiting é composto por cliques em posts no newsfeed que não transmitem informação completa e que levam ao clique para saber do que se trata, muitas vezes nem correspondendo ao texto do post. Este tipo de posts vão passar a ter menos importância.

O Facebook vai analisar o tempo de leitura na página de cada link destes posts e vai dar prioridade àqueles em que a pessoa estiver algum tempo (o que significa que o conteúdo é relevante) em detrimento daqueles em que a pessoa clica e volta logo ao Facebook (provavelmente porque o conteúdo não era relevante ou não estava ligado ao que anunciava). Esta funcionalidade é um bocadinho como funciona o próprio Google, dando mais relevância a sites que são mais visitados e nos quais nos demoramos mais cada vez que pesquisamos e entramos num deles.

Exemplo de post de click baiting

Exemplo de post de click baiting


Relativamente ao click baiting o facebook vai também ter em conta a relação de cliques em links com a interacção nos posts
, por exemplo, se um link é clicado várias vezes mas não tem “gostos”, “comentários” e/ou “partilhas” poderá significar que não é assim tão relevante e passa a ter menos prioridade no algoritmo do neswfedd.

O fim das fan gates no Facebook

 

O Facebook informou que deixará de ser possível utilizar fan gates, ou seja, obrigar a fazer “gosto” na página para poder participar em algo, normalmente em passatempos. As aplicações que utilizem fan gates devem ser alteradas para retirar esta opção até Novembro de 2014. As novas aplicações já não poderão ter esta opção.

You must not incentivize people to use social plugins or to like a Page. This includes offering rewards, or gating apps or app content based on whether or not a person has liked a Page. It remains acceptable to incentivize people to login to your app, checkin at a place or enter a promotion on your app’s Page.

Muitas marcas ficaram em pânico pois ainda consideram que o número de “likes” (ou “gostos”) na página é uma métrica muito relevante por si só. Ora, como este artigo indica, o que uma fan gate faz é obrigar as pessoas a gostar de uma página mesmo não estando necessariamente a gostar da marca mas sim do prémio que querem conquistar. Assim, muitas vezes, uma marca tem centenas ou milhares de likes mas não existe quase nenhuma interacção na página, apenas um ou outro gosto e uma ou outra partilha… agora, pergunto eu: de que vale o investimento numa estratégia nesta plataforma (ou em qualquer outra) para não existir qualquer retorno? E o retorno, no caso do Facebook, mede-se essencialmente pelo engagement e por outras métricas relevantes para a marca (download de algo, acessos ao site, visualizações, etc.).

Estas pessoas “obrigadas a colocar gosto” não estarão necessariamente interessadas na página e levarão a uma queda no engagement e, consequentemente, a um reach (alcance) menor. Para além disso, se a marca quiser investir em publcidade para interacção na página com os fãs, terá de utilizar um valor muito mais alto do que se tivesse menos fãs mas que fossem efectivamente pessoas interessadas na página. E pior, os falsos likes são impossíves (pelo menos para já) de apagar pelo que ficarão por lá como fantasmas a vaguear na página e a puxar para baixo métricas que podem ser relevantes.

No fim do artigo encontram-se 3 sugestões para, efectivamente, interagir com os fãs na plataforma:

  1. Esquecer os “likes” – O que interessa é que as pessoas se interessem pela marca e queiram segui-la e, eventualmente, também interagir com ela;
  2. Não impedir o engagement – Tornar o mais fácil possível para alguém aceder ao nosso conteúdo e votar, partilhar, etc, pois cada vez que o faz, provavelmente ele vai aparecer no seu newsfeed e chegar a outras pessoas;
  3. Dar a possibilidade dos fãs se apresentarem – Em vez de os forçar a entregar informação que não querem partilhar. Os fãs vão aprecisar este respeito.

O artigo traz algumas dicas úteis mas a mais importante é, sem sombra de dúvidas, a desmistificação dos “gostos” e a necessidade de gerar conteúdos relevantes para que as pessoas queiram interagir com as marcas, em vez de serem, de alguma forma, forçadas a isso. Afinal, ninguém quer uma relação por obrigação…

O que capta a minha atenção #4

 

Estratégias e cooperação

Os 3 elementos cruciais numa estratégia de Marketing Digital.
Estás a fazer as perguntas certas?
Parcerias entre marcas e filmes. Uma nova tendência?

A Internet

25 coisas que podes ter esquecido sobre a internet, recordações para comemorar os 25 anos da world wide web.

Twitter e Facebook

O Twitter faz amanhã 8 anos e dá aos utilizadores a possibilidade de descobrirem o seu primeiro tweet. É ainda possível ter o certificado de nascimento nesta rede social (quando se começou no Twitter) .

300 campanhas de páginas de Facebook a não perder de vista.

Emprego

Será que está na altura de deixares o teu trabalho?
Novas formas de recrutamento.

Por cá, somos portugueses…

A app que entende português.

O que capta a minha atenção #3

Estamos no ano dos tablets e nas redes sociais a influência de cada um vai muito além do que se pensava.

O mercado de PC’s está em declínio e a leitura de livros em digital não substituiu a leitura de livros em papel.

A impressão 3D é mais antiga do que se pensa, o 1º protótipo foi desenhado já há 30 anos, em 1984, por Chuck Hull que vai agora ter lugar no Corredor da Fama dos Inventores.

7 apps que vão ajudar a aumentar a produtividade no trabalho.

O que capta a minha atenção #1

 

De trending a indiferenciado

O trending passa a indiferenciado quando se repete muitas vezes. Deixo um artigo de José Cerqueira, da Brandia Central, sobre o Naming do Bairro.

Facebook e Linkedin: mudançasRedes Sociais e Apps

Facebook simplificou a estrutura das campanhas de publicidade e o LinkedIn passou a ter a possibilidade de bloquear outros membros.

No seguimento da quebra do WhatsApp durante algumas horas, surgem artigos sobre alternativas, deixamos aqui as 10 apresentadas pelo Pplware.

Empresas de tecnologias

Evolução das empresas

Google quer vender smartphones modulares pelo equivalente a 35 euros, preço para a base do smarthphone onde os restantes elementos vão encaixar.

Encontrei também um gráfico interessante com os 15 anos de aquisições da Apple, Google, Yahoo, Amazon e Facebook.

Virus e Hacking

É importante ter muita atenção quando se navega em redes wi-fi uma vez que os virus podem propagar-se como uma gripe nestas redes.

Termino com a questão deste artigo: Why do companies keep getting hacked?“One reason is that security isn’t always a priority for developers in a rush to bring a product to market. Another reason is that humans are stupid.”

Marketing Digital – site, social media, crossmedia e web colaborativa

 

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Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.

Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.

Estratégia Digital

Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.

domainE como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.

Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.

Crossmedia

Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.

ted

Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.