Do WebSummit ao ClickSummit

 

O WebSummit, em Dublin, é um conjunto conferências na área da web com temas tão variados como content marketing, social buying, social selling, domótica, crescimento e planeamento de negócios, e educação para empreendedores digitais. São várias salas com conferências a decorrer em simultâneo e ainda expositores de várias start-ups que lá se encontram para se apresentarem a possíveis investidores.

De salientar que uma start-up portuguesa ganhou este ano o WebSummit batendo as outras 199 start-ups que se apresentaram no evento.

O Frederico Carvalho esteve lá e foi deixando feedback ao longo dos dias.

Por cá, vai realizar-se o ClickSummit de 20 a 26 de Novembro, conferências online e gratuitas, em tempo real, focadas em três áreas do Marketing Digital: Tráfego, Engagement e Vendas. A inscrição é feita em ClickSummit.org e as vagas são limitadas.

Existiu já um hangout com sugestões de livros e ontem um hangout sobre métricas e conversão com Virginia Coutinho, Frederico Carvalho, André Novais de Paula e Leonardo Oliveira. São hangouts de aquecimento para o ClickSummit.

O programa do evento já está disponível no site.

Upload Lisboa, case study, marketing digital e marcas valiosas

 

Upload Lisboa

Dia 4 de Outubro aconteceu um dos maiores e mais importantes eventos de Marketing Digital em Portugal, o Upload Lisboa, eventos fundado por Virgínia Coutinho e que vai já na sua 5ª edição, segundo prometeram, a melhor de sempre. Foi com muita pena que não pude estar presente nem ver o stream ao vivo que foi disponibilizado pelo Activo Bank.

Algumas ideias chave passam pelo facto “do email não ter morrido”, de ser preciso planeamento, ser importante estar preparado para fazer marketing em tempo real e, por isso, é importante saber que eventos estão e vão acontecer. Foram ainda deixadas sugestões de várias ferramentas úteis para o trabalho em marketing digital. Um apanhado do evento feito pelo site Community Manager.

AgitAgueda 2014

Case study

Fica ainda o case study Comunicação Digital do evento AgitAgueda 2014 e o nascimento do computador, do século XVII até hoje.

Marketing Digital

O que funciona no Instagram.

Social Media Examiner comemorou 5 anos de existência e deixou o seu habitual resumo da semana em Marketing Digital.

A última campanha do IKEA trouxe para o reino Unido o espelho motivacional. Porque um elogio faz sempre bem.

 

Marcas mais valiosas do mundo

A Apple e a Google lideram o ranking das 100 marcas mais valiosas do mundo.

 

O que capta a minha atenção #2

@THEELLENSHOW/TWITTER
@THEELLENSHOW/TWITTER

Começo por deixar as sugestões de John Hall, da Forbes, sobre várias conferências de Marketing durante 2014 e saliento ainda em Portugal o Upload Lisboa, que no ano passado não se realizou mas que este ano promete valer a pena.

Não posso também deixar sem menção o recorde que a selfie de Ellen DeGeneres bateu no Twitter, ultrapassando 1 milhão de retweets (RT) em apenas 45 minutos e 2,3 milhões até ao momento. A ideia era ultrapassar os RT’s da imagem de Obama e Michelle abraçados, logo após a reeleição do presidente norte-americano, objectivo que foi largamente alcançado.

Endereços de IP – do IPv4 ao IPv6

Não, os “endereços da Net (não) acabam “dentro de semanas”” apesar de alguns meios de comunicação social o terem entendido assim e terem escrito notícias com estes títulos. O que está a acontecer, esclarece Vint Cerf (um dos fundadores da Internet, responsável pelo protocolo TCP/IP) é que o atual sistema de endereçamento por IP (IPv4) está a atingir a saturação e e a internet pode passar por um período algo instável com a mudança dos endereços para IPv6.

“O crescimento da internet chegou ao seu tamanho atual utilizando a versão 4 do esquema de endereçamento (IPv4), que permite cerca de 4,3 biliões de endereços. Um novo sistema de endereços com um limite muito maior já foi criado, o IPv6, mas o processo de alteração está a ser bastante lento”.

Vint Cerf afirma que em Janeiro de 2012 o IPv4 deverá atingir o limite e não será possível continuar a utilizá-lo. Assim, recorda às empresas e a todos os utilizadores que é necessário fazer a alteração para o IPv6. O que pode acontecer durante esta mudança é que “alguns links podem ficar instáveis, tornando os sites e serviços difíceis de encontrar.” No entanto, “esta mudança terá de acontecer ou a internet não poderá continuar a crescer”, indica Cerf.

Vint Cerf recorda ainda que as empresas não poderão crescer se não tiverem um endereço online que possa crescer e que a questão do switchover será exacerbada uma vez que os dois sistemas de endereçamento não são compatíveis. Assim, com o crescimento de endereços de internet convertidos para o IPv6, os que continuarem em IPv4 podem deixar de ser possíveis de encontrar. No entanto, salienta um dos fundadores da internet “a net não vai parar durante a mudança mas o acesso pode tornar-se irregular”. Vint Cerf acrescenta que esta instabilidade pode durar anos uma vez que até o gigante Google demorou três anos a fazer esta mudança.

“De momento, apenas 1% dos dados enviados pela internet está em pacote IPv6, indica Cerf, concluindo que a mudança para o sistema de endereçamento maior deverá, neste momento, ser uma prioridade global”.

Ler notícia completa da BBC: “Internet pioneer Vint Cerf warns over address changes”

“Is Public Relations adapting, evolving… or failing?” – Euprera em Lisboa

A European Public Relations Education and Research Association (EUPRERA) apresenta em Lisboa o seu simpósio de Primavera subordinado ao tema “Is Public Relations adapting, evolving… or failing?”

Dias 3, 4 e 5 de Março na Escola Superior de Comunicação Social.

Será que a rádio vai sobreviver?

Este foi o tema que GERD LEONHARD veio discutir a Portugal no âmbito da Conferência Internacional A Rádio em Portugal e o Futuro, integrada nas comemorações dos 75 anos da Rádio Pública.

Leonhard comecou por indicar que se aproxima um tornado que vai (já está) a mudar o mundo dos conteúdos / plataformas de distribuição. As plataformas móveis estão a crescer bastante e é para elas que nos devemos dirigir, ou melhor, perceber o seu crescimento, investir nelas mas, mais do que isso, estar em todas as plataformas porque o cliente / consumidor estará em qualquer lado.

A banda larga será cada vez melhor e o crescimento das plataformas móveis associado à utilização de smart-phones será uma realidade em poucos anos, quando o preço for mais próximo dos 10 dólares praticados na China para estes dispositivos. E este crescimento interessa não só às empresas como também ao Governo que poupará bastante quando tiver apenas que contactar com os contribuintes de forma virtual. Os dispositivos móveis não são apenas utilizados como telefone ou para navegar na internet (embora aqui se possa fazer tudo o resto…), passam a ser também uma outra janela para a TV e para a rádio. Passamos do que Gerd apelida de “Cultura do Broadcast” para “Cultura de Broadband“.

A chave, para Gerd Leonhard está no acesso (numa primeira fase) e o acesso deve ser livre pois o consumidor/ utilizador não está disposto a pagar para aceder a conteúdos (ou apenas pagará um preço ridiculamente baixo que se justifique, por exemplo, 10 euros por mês para ver todos os filmes numa determinada plataforma). É o que o Leonhard considera “Economia do Acesso” e já não uma “Economia da Cópia”. O futuro para os broadcasters passará, segundo o CEO da The Futures Agency, pela incorporação de potencialidades interactivas e on-demand e pelo acesso ao arquivo de conteúdos completos. E aqui põem-se também problemas às distribuidoras de TV por cabo uma vez que, quando os consumidores tiverem tudo na Internet com largura de banda suficiente para disfrutar destes conteúdos, porque haverá pessoas a pagar mais por TV por cabo?

É verdade que existem batalhas sobre o que é legal, sobre direitos de autor, etc e existem também muitos lobbys de distribuidores contra esta questão do livre acesso. Mas Gerd levantou uma questão pertinente: se há imensos programas / sites que disponibilizam estes conteúdos, se o seu autor não o disponibilizar (fazendo-se pagar através de publicidade, patrocínios ou mesmo de um pequeno fee), ele estará a perder a sua oportunidade de negócio. Leonhard acredita que esta questão estará ultrapassada dentro de 5 anos e que o Estado terá uma papel determinante na sua resolução. Aliás, recorda o consultor, quando a rádio começou nos Estados Unidos levantaram-se muitas vozes contra a sua legalização porque se acreditava que ninguém compraria música que pudesse ouvir sem pagar. A questão foi ultrapassada e hoje este argumento é considerado risível. Agora, pensemos um pouco, não é o mesmo que estamos a fazer com o acesso a músicas na Internet? Se já existem vários programas de agregadores de música em que podemos fazer a nossa playlist sem qualquer download (apenas em streaming) e que podemos levar e ouvir em qualquer lado, porque não poderá a rádio / TV, que tem uma licença para transmitir estes conteúdos via broadcast, estar também no online?

Mas depois do livre acesso, coloca-se outra questão: o que ver / ouvir numa imensidão de conteúdos com que somos bombardeados / temos acesso todos os dias? É aqui que entram as rádios e as TV’s. E é aqui que, segundo o autor, estará o futuro da rádio/ TV: no papel de filtragem. Depois de passarmos a fase de querermos ter acesso a tudo, passamos a querer apenas os conteúdos que mais nos interessam. Já não será o “como” acedemos aos conteúdos mas sim o “que” aceder. O futuro estará no “contexto” e na “relevância” e é nestas áreas que as actuais rádios e TV’s ainda se podem posicionar e vencer. Mas do que relevância, será o papel da confiança a estar em destaque. Se hoje ouvimos esta ou aquela rádios porque nos identificamos com ela, é porque temos confiança em quem está a escolher aquela música. E o mesmo se passará no online/ móvel. Mas atenção, diz Leonhard, esta janela de oportunidade já pode ter passado em alguns países. Em Portugal ainda estamos a tempo mas, estima o autor, os broadcasters terão um máximo de dois/três anos para vencer no mundo dos novos media / novas plataformas em que o utilizador quer aceder a conteúdos na melhor janela disponível (não importa qual).

E, termina Gert Leonhard, “na batalha pela atenção, os que se tornarem ou se mantiverem relevantes, serão os que vencerão” sem esquecer que a “fragmentação de ouvintes/ espectadores/ utilizadores requer uma fragmentação na oferta de programas”. A forma de vencer será “adicionar valor” ao conteúdos e “fish where the fish are”, ou seja, estar onde estão os consumidores / utilizadores, isto é, estar em todas as plataformas, identificando os melhores veículos para cada tipo de mensagem/ conteúdo.

Ver a apresentação em Power Point de GERT LEONHARD desta conferência.

Ver um pequeno vídeo gravado por Rogério Santos desta apresentação

Acompanhar GERT LEONHARD no site http://www.mediafuturist.com/

A COMUNICAÇÃO SOCIAL NUM CONTEXTO DE CRISE E DE MUDANÇA DE PARADIGMA

20 e 21 de Outubro
Auditório 2, da Fundação Calouste Gulbenkian

Este encontro encontra-se estruturado em cinco painéis de temas:
– “O Futuro da Mediasfera. Impacto na Regulação”
– “Que modelo(s) de negócio para a comunicação social?”
– “Imprensa tablóide, revistas de sociedade e do “coração” e reserva da vida privada”
– “Televisão Pública e Televisão Comercial: o que as distingue, o que as deve distinguir?”
– “Sondagens e Jornalismo. Práticas e boas práticas”

A participação na Conferência é livre, estando apenas sujeita a inscrição prévia.

Upload- 2.0 meeting

upload_transparente(2)

O “Upload- 2.0 meeting” é um evento que pretende juntar os profissionais e interessados pela relação entre Marketing/RP/ Comunicação e a Web 2.0.

O evento terá lugar no dia 14 de Novembro, em Lisboa e tem já como presenças confirmadas de Armando Alves (Fullsix), Daniel Caeiro (Torke 2.0), Fernando Batista (Lewis), Filipe Carrera (international and trainer speaker) Luís Rasquilha (AYR), Paulo Querido (consultor web e jornalista), Ricardo Teixeira (Webdote), Rodrigo Moita de Deus (LPM/Nextpower), Sérgio Bastos (Webismo) e Vasco Trigo (jornalista).

Informações em: www.uploadlisboa.com

Serviço Público de TV

Algumas notas sobre a conferência “Evolução do serviço público de televisão” no blogue Indústrias Culturais

Televisão Digital

«A televisão na era digital terá que ser mais inteligente e menos “tonta” em termos de interactividade, como disse José Peréz-Tornero.
Esta foi uma das ideias defendidas, ontem, na Universidade do Minho, em Braga, pelo professor da Universidade de Barcelona. “A TV tem que se modificar e com a era do digital terá uma oportunidade de se refundar, tornando-se mais inteligente e mais virada para os cidadãos”.»

Toda a notícia no Jornal de Notícias. (13.04.2007)

Esta conferência está inserida no Ciclo de Debates Universitários A Televisão na Era Digital.

Próximas datas:
04 de Maio – Universidade dos Açores (Ponta Delgada, R.A. Açores)
17 de Maio – Universidade do Algarve
31 de Maio – Universidade da Beira Interior(Covilhã)
26 de Setembro – Universidade de Aveiro
04 de Outubro – Universidade da Madeira
10 de Outubro – Universidade de Coimbra

no âmbito das comemorações dos 50 anos da RTP

Mais informações em:
http://50anos.rtp.pt/conferencias/