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A velocidade do online

60seg

O que capta a minha atenção #5

 

Consumo de notícias

As pessoas consomem notícias nas redes sociais, na maioria das vezes através da partilha de amigos e não de jornalistas e/ ou meios de comunicação, indica o estudo publicado recentemente pelo Pew Research Center. De salientar ainda que um utilizador que chegue a um site de notícias via redes sociais tem, em média, menor engagement com o site do que se chegasse directamente ao mesmo.

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Twitter

O Twitter adicionou novas funcionalidades à sua plataforma, já é possível publicar até 4 fotos  com um tweet e identificar até 10 pessoas em cada foto, mantendo os mesmos 140 caracteres para a escrita.

O Hubspot juntou 11 coisas que se pode estar a fazer mal nesta rede social

LinkedIn

Show Case Page ExampleO LinkedIn anunciou que a 14 de Abril a tab de produtos e serviços vai desaparecer das páginas de empresas, sendo substituída pela opção de criação de páginas de Showcase. As empresas que quiserem manter as recomendações que têm devem fazer o download das mesmas.

O LinkedIn quer ainda ser mais do que uma plataforma de CV’s e networking, quer apostar em ser uma plataforma de conteúdos. Para isso, vai passar a ter “Content Marketing Score”, de forma a salientar os conteúdos mais relevantes, e também “Trending Topics”, estes últimos já bem conhecidos no Twitter e que o Facebook também vai adicionar à sua plataforma.

Dicas

O blog KISSmetrics salientou 30 recursos para ajudar com a Publicidade no Facebook.

O Canva deixou 5 dicas para Community Management e o Socialbakers sugeriu que cada página deve encontrar a Taxa de Engagement que mais faz sentido medir, ao mesmo tempo que indica que, quanto maior é a comunidade, menor tende a ser a Taxa de Engagement Média.

UpTo, uma segunda layer da sua agenda, disponível para IOS e AndroidMais

O office foi, finalmente, lançado para Ipad e alcançou o #1 da App Store. Disponível também para Iphone.

Deixo também uma app interessante que descobri através do Mashable, a UpTo, que adiciona uma segunda layer à nossa agenda com informações de eventos de áreas que nos interessem, sincroniza com a nossa agenda e está disponível para IOS e Android.

O Gmail vai completar 10 anos e o Mashable resolveu fazer uma retrospectiva do email da Google.

O Hr Buzz sugere ainda 5 livros para criar engagement com a sua equipa, clientes e/ ou consigo mesmo.

O que capta a minha atenção #3

Estamos no ano dos tablets e nas redes sociais a influência de cada um vai muito além do que se pensava.

O mercado de PC’s está em declínio e a leitura de livros em digital não substituiu a leitura de livros em papel.

A impressão 3D é mais antiga do que se pensa, o 1º protótipo foi desenhado já há 30 anos, em 1984, por Chuck Hull que vai agora ter lugar no Corredor da Fama dos Inventores.

7 apps que vão ajudar a aumentar a produtividade no trabalho.

A importância do digital para a área de Turismo

 

Segundo o estudo “Traveler Technology Survey 2013” do PhoCusWright, é notória a importância cada vez maior que os utilizadores dão ao mobile, sendo as suas duas maiores frustrações o tamanho pequeno do ecrã (51%), logo seguido das configurações dos websites ou aplicações móveis (36%) quando comparadas com o que vêem no computador.

No mesmo estudo, 47% dos inquiridos indicaram ainda poder utilizar o mobile para fazer alterações de reserva, provavelmente enquanto estão em viagens ou em filas, 39% indicaram poder utilizar esta plataforma para adquirir serviços externos e 37% concordou que a utilizaria para comprar bilhetes.

Traveler Technology Survey 2013

No estudo indicado, é também demonstrada a importância de plataformas como o TripAdvisor. 50% das pessoas que utilizam esta rede social considera que a possibilidade de comparação desta plataforma os faz “poupar tempo a planear”(51%) e encontrar o melhor hotel ao melhor preço (52%). 73% dos utilizadores indicam ainda que as fotos de outros viajantes os ajuda a tomar decisões.

O TripAdvisor e a importâncias das reviews é constatada ainda em mais alguns resultados:

A grande importância das reviews deve-se ao facto, várias vezes demonstrado, de que os consumidores acreditam mais em outras pessoas do que nas marcas.

Dentro da área de Turismo, o mesmo estudo comprova a esmagadora relevância das reviews:

As redes sociais verticais como o TripAdvisor são cada vez mais importantes nos seus nichos de mercado uma vez que em redes horizontais é mais fácil a mensagem perder-se. Para além disso, quem vai a este tipo de redes vai com um pensamento específico, geralmente ligado a uma acção que quer estabelecer.

O mobile tem vindo a mostrar-se como uma tendência a seguir mas a grande maioria das empresas ainda não percebeu o seu potencial e a necessidade de estar nesta plataforma com uma boa navegabilidade que será, no mínimo, ter um website responsive (que se adapte ao tamanho de ecrã). E que poderá ser muito mais: fazer conteúdos próprios para esta plataforma, ter promoções específicas para os consumidores que acedem a partir destes dispositivos ou até ter uma aplicação mobile (neste caso a mesma terá de ser muito relevante para que as pessoas a queiram utilizar).

Mudanças no Facebook

 

A rede social criada por Mark Zuckerberg tem hoje 1,23 mil milhões de utilizadores activos por mês com 75% a serem mobile (e 30% a acederem apenas via mobile). Esta rede que continua a ser a principal em vários países e transversal a quase todas as faixas etárias (embora os adolescentes estejam a fugir para outras redes) tem andado em mudanças tanto em relação ao algoritmo como ao nível da estrutura de página e targeting.

O mural

Artigos sugeridos chegam ao FacebookEm algumas publicações já é possível ver que o Facebook passou a ter “artigos sugeridos” que podem interessar o utilizador. A plataforma integrou também as hashtags (#) e vai passar a incluir os trending topics (elementos que vêm do Twitter).

A rede social criada por Mark Zuckerberg está também a testar vários tipos de fonte de letra para o news feed uma vez que um dos objectivos do CEO passa por torná-lo cada vez mais parecido com um jornal.

A publicidade

O Facebook vai ainda retirar histórias patrocinadas do feed de notícias uma vez que este tipo de publicidade passará a ser redundante já que integrarão em todos os tipos de ads a parte de contexto social. Por outro lado, o Facebook passa a disponibilizar uma nova funcionalidade de targeting que permite atingir os utilizadores que visitaram um determinado site ou aplicação e que não realizaram, por exemplo, uma compra. É o retargeting a chegar ao Facebook.

Para além disso, as páginas empresariais vão passar a poder comentar directamente uma review à sua página.

Mudanças no algoritmo

Link com imagem - O Marketing Digital é um MundoEm termos de algoritmo, este passa a dar um pouco menos de importância a posts só com texto ou com textos com links escritos e sobe a importância a posts com fotos, vídeos e links a partir de uma imagem. Os primeiros não deverão ser menos importantes que os segundos, descerão apenas em grau de importância pois o Facebook detectou que as marcas estavam a tentar enganar o algoritmo, utilizando bastante os tipos de posts só com texto. A ideia é que o Facebook seja cada vez mais apelativo em termos visuais. O algoritmo do Facebook tinha sido actualizado há pouco tempo, passando a dar mais relevância a notícias e histórias importantes e menos a memes.

Paper, a 1ª aplicação do Facebook

Paper - 1ª aplicação do FacebookMark Zuckerberg, CEO da plataforma, indicou ainda que o Facebook vai também dedicar-se ao lançamento de várias apps. Foi hoje anunciada a primeira: “Paper”, o News Reader do Facebook que será disponibilizado dia 3 de Fevereiro. Nesta fase de lançamento, estará disponível apenas para Iphone.

IBM e a tecnologia em 2018

 

Guardiao digital - a tecnologia em 2018

A IBM fez um estudo que prevê como será o mundo da tecnologia em 2018 e concluiu que:

Uma possível explicação para as compras no espaço físico ultrapassarem as compras online poderá estar relacionada com a capacidade de se fazer de uma loja um local de experiência, algo que adicione valor à compra, bem como o que indica o relatório, ou seja, uma capacidade maior de entrega no próprio dia.

Cidade e tecnologia em 2018

Se, por um lado, o avanço da tecnologia permitirá maior segurança ao nível da identificação da pessoa e melhores e mais rápidos tratamentos, utilizando a personalização em termos de ADN, por outro lado, este “big brother” em que se estão a transformar todos os momentos do nosso dia implicam graves quebras de privacidade e devem suscitar a discussão pública da mesma. Do mesmo modo, esta quebra de privacidade é já, actualmente, incitada pela própria pessoa quando partilha com o mundo (através das redes sociais) as suas fotos, locais de interesse, localização, etc. Com certeza não queremos um “1984” de Orwell…

Será importante existir um equilíbrio entre o que será o benefício da sociedade e do individuo e o que será a sua esfera privada, algo que já hoje é difícil de distinguir.

Social Listening vs Digital Privacy

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Seguindo um estudo da NetBase & JD Power é muito difícil trabalhar o acompanhamento de uma marca nos social media uma vez que os utilizadores tanto sentem que as marcas invadam a sua privacidade como querem que elas o façam para melhorar os seus produtos e para dar respostas relevantes aos utilizadores

O mais impressionante nas conclusões deste estudo, para mim, é que 32% dos consumidores não tem noção de que está a ser “ouvido”! Mas quando é que as pessoas aprendem que o que se diz no mundo online está aberto a todos, à distância de um simples clique,  “o virtual é mais real do que se pensa” e mesmo quando apagado pode já ter sido replicado pelo que nunca desaparecerá verdadeiramente.

Quanto à privacidade digital, entendo-a relativamente aos emails, algo pesssoal pelo que não quero que vasculhem o que aí escrevo. Agora, se estamos a falar de sites, de páginas em social media, de fóruns, tudo isso é público. Se não querem ser “ouvidos”, então não “falem”. Mas este estudo demonstra que 43% dos consumidores considera que ser “ouvido” nos social media é uma intrusão na sua privacidade…

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Para se evitarem possíveis conflitos, o estudo deixa 4 recomendações:

1. Não ouvir apenas mas sim compreender. Ouvir é diferente de escutar.

2. O contexto é o rei. Deve considerar-se o contexto de cada post antes de se responder, reagir ou tentar uma relação com o consumidor. É aqui que o ouvir se torna  inteligência.

3. Aproximar-se do consumidor com boas intenções. Nos social media, o que se espera é reciprocidade.

4. As acções ultrapassam as palavras. Deve mostrar-se que as acções nos social media ajudam a construir relações e não a invadir privacidades.

Ver mais em: Are Businesses Invading Consumer Privacy By Listening to Social Media Conversations?

A utilização da Internet – Relatório Eurostat 2012

 

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Segundo o relatório da Utilização de Internet do Eurostat sobre a Europa a 27, mais de metade dos utilizadores da Internet colocam mensagens nas redes sociais e mais de 60% lê notícias online.

De recordar que um dos hábitos da geração Y, a partir do Relatório 2012 Cisco Connected World Technology, é o facto da “primeira ação de 90% dos jovens no momento em que acordam (ser) agarrar nos smartphones e verificar o email, mensagens e updates nas redes sociais, muitas vezes antes de saírem da cama. O inquérito (foi) realizado a 1800 estudantes universitários e jovens profissionais com idades entre os 18 e os 30 anos, em 18 países. O estudo mostra ainda que dois em cada cinco inquiridos dizem que se sentiriam ansiosos se não pudessem usar os seus smartphones para se manterem ligados, como se uma faltasse uma parte do seu corpo.” É o que se chama de “síndroma de abstinência de informação“.

O estudo do Eurostat revela ainda que Portugal é o país em que mais utilizadores colocam mensagens nas redes sociais (75%), sendo este o aspecto da Internet que mais tempo nos retira. A par deste estudo podemos ainda lembrar o da Marktest sobre Os Portugueses e as Redes Sociais em que se verifica queos utilizadores passam em média 88 minutos por dia nas redes sociais, sendo o período mais ativo o pós-laboral.”

De salientar que, no geral da Europa a 27, enviar e receber emails continua a ser a actividade mais comum (89%), logo seguida da procura de informação sobre bens ou serviços (83%). A leitura de notícias online conquista 61% dos internautas europeus, a utilização de serviços de banca online convencem 54% e 50% utiliza a internet para serviços relacionados com viagens.

Relativamente à cobertura de Internet, o relatório do Eurostat indica que 3/4 das casas na União Europeia tem acesso à Internet, o que quase duplicou desde 2006. Acima dos 90% de lares cobertos pela Internet encontram-se a Islândia (95%), a Holanda (94%), o Luxemburgo e a Noruega (93%) e a Dinamarca (92%). Portugal ficou abaixo da média da UE apenas com 61% dos lares cobertos com Internet, não chegando a duplicar a percentagem de lares cobertos em 2006 (35%).

Em termo de ligações 72% destas eram de banda larga na Europa a 27, o que em 2006 acontecia apenas em 30% dos lares. Acima dos 90% de lares cobertos com banda larga destaca-se apenas a Islândia (91%). Portugal quase triplicou a percentagem de lares cobertos com banda larga, de 24% em 2006 para 60% em 2012. Nota-se assim que, apesar da percentagem de lares cobertos com internet em Portugal não ter chegado a duplicar, a internet de banda larga tem conquistado cada vez mais espaço e o seu aumento para perto do triplo poderá ser explicado pelo facto de novas ligações serem já feitas por banda larga bem como por ligações já existentes terem sido convertidas para esta opção.

Campanha de Comunicação para a TDT

 

Um em cada dez portugueses não está informado sobre TDT” diz um estudo da GfK Metris. O mesmo estudo refere ainda que mais de metade dos portugueses que aderiram à televisão paga no último ano fê-lo por causa da TDT.

A população portuguesa não está informada nem pode estar a menos que acompanhe as notícias e que perceba mais ou menos o que quer dizer ter televisão digital. A Estratégia de Comunicação da TDT foi quase nula e, a menos de três meses meses do apagão analógico surge uma campanha televisiva, que engloba também mupis, e que diz “se não tem televisão paga, a partir de Janeiro vai deixar de ver TV”. What?????? Já não chegava algumas empresas de televisão por subscrição tentarem ganhar novos clientes com esta mensagem enganadora, agora a própria campanha de comunicação da TDT vem dizer o mesmo??? E pensar que é suposto serem aplicadas coimas a quem leve as pessoas a pensarem, erradamente, que têm de aderir a um serviço de TV por subscrição para continuarem a ver TV…

Seria assim tão difícil dizer algo como “se não tem televisão paga, a partir de Janeiro terá de ter uma televisão compatível com o sinal digital ou comprar um receptor que consiga recebê-lo”. Não é brilhante, pois não? Não é o melhor copy do mundo e teria que ser trabalhado mas explicaria muito mais às pessoas e não levaria a possíveis coimas… mas a verdade é que também ninguém vai aplicar coimas a mensagens enganadoras da PRÓPRIA campanha de comunicação da TDT…

Creio que um assunto tão delicado para a maioria das pessoas exigia outro tipo de cuidado na comunicação. Sugerimos o blogue TDT en Portugal que apresenta um spot espanhol para a introdução da TDT neste país para que possamos perceber as diferenças… ninguém fez benchmarking antes de colocar no ar a campanha brilhante que temos o (des)prazer de ver atualmente? Ninguém é perfeito e todos cometemos erros mas creio que há erros que não são aceitáveis… e enganar o consumidor é um deles.

Parece que agora a ANACOM vai distribuir seis milhões de Guias TDT. Só espero que, desta vez, a comunicação não leve a interpretações dúbias. De qualquer forma, quantas pessoas vão, de fato, ler o guia quando acreditam que já sabem que para continuar a ver TV têm é de aderir à televisão paga? Uma informação errada é, muitas vezes, difícil de ultrapassar.

Links úteis:

Informações da DECO que inclui um teste a 29 descodificadores.

A FNAC explica o que é a TDT.

Página Oficial da TDT.

Sherry Turkle – “Alone Together”

Entrevista da Harvard Review Magazine para o seu blog HBR IdeaCast com Sherry Turkle, professora do MIT e autora de “A Vida no Ecrã: A Identidade na Era da Internet” que lançou recentemente um novo livro: Alone Together: Why We Expect More from Technology and Less from Each Other.

Sherry Turkle deixa nesta conversa algumas frases sobre temas do livro. Segundo a autora, existem debates que têm mesmo de acontecer:

Produtividade, Multitasking e Conectividade Constante

  • Temos uma fantasia de que podemos usar a possibilidade de Multitasking para esticar o tempo mas a ciência já demonstrou que cada tarefa adicionada resulta numa perda de performance;
  • A constante conectividade não resulta necessariamente em produtividade. Estamos tão ocupados a comunicar que não conseguimos pensar, relacionar-nos ou criar algo que acrescente valor. Será necessário dar um passo atrás e reavaliar os nossos valores pessoais e empresariais;
  • As pessoas estão a ser esmagadas pelos múltiplos canais comunicacionais e pela necessidade de comunicar em todos eles (enviar email, sms, fazer follow-up por telefone…);
  • Recebemos centenas de comunicações todos os dias e não é fácil geri-las pois exigimos respostas a uma velocidade avassaladora. O tempo de resposta torna-se mais importante do que a qualidade da mesma.
  • A importância crescente de comunicações eletrónicas como o e-mail está ligada a uma tentativa de controlo do tempo e da resposta;
  • Apesar disso, também conseguimos utilizar a constante conectividade de formas positivas e produtivas, por exemplo, quando temos que nos reunir para reuniões com pessoas de vários locais ou mesmo de vários países;
  • As pessoas não querem falar do que está a correr mal porque sentem que não têm tempo para isso. Creio que é algo sobre o qual as empresas não estão a falar mas que precisam de fazer pois está a levá-las a uma mentalidade de censura. Não estamos a dar espaço às pessoas para debater os problemas;
  • Cada tecnologia deve fazer-nos confrontar entre o que esta representa e os nossos valores. Isso é bom porque faz-nos parar e pensar o que realmente queremos, força-nos a construir as bases das nossas vidas, pessoais e profissionais. As tecnologias devem ser nossas parceiras;
  • Estamos tão conectados que esquecemos que podemos, de fato, estar uns com os outros em vez de nos comunicarmos eletronicamente. Estamos a perder as nossas capacidades de colaboração;
  • Das 6ªs-feiras “Casual”, sugiro também as 3ªs-feiras “Conversacionais” porque as pessoas necessitam de conversas face-a-face para falar das suas vulnerabilidades, o que não fazem por escrito;

Robótica

  • É necessário existir uma conversação séria à volta da temática da Robótica e o que vamos fazer com esta tecnologia – queremos robots que nos ajudem ou robots que cuidem e ensinem as nossas crianças e os nossos idosos?

Dependência da Tecnologia

  • Temos de deixar de pensar na tecnologia como dependência porque. olhando para a temática desta forma, a lógica será dizer que temos de abandonar as tecnologias e isso não é possível. Esta visão só deixa as pessoas deprimidas.
  • Não se trata de desligar completamente da tecnologia. O que é necessário é que cada pessoa encontre a sua própria estratégia para lidar com a tecnologia e integrá-la da melhor forma na sua vida.

O melhor mesmo é ouvir a entrevista e ler este post do Tiago Doria Weblog sobre o novo livro da autora.