Gamification e Motivação no Local de Trabalho

Aplicação da comOn: TapMyBack

A ComOn apresentou a sua aplicação TapMyBack, disponível de forma gratuita em TapMyBack.com.

A aplicação é uma forma divertida de reconhecer o trabalho e o esforço tanto da sua equipa como de um colega. Coisas simples como ter uma ideia ou ajudar alguém passam a ter reconhecimento directo com esta plataforma.

O objectivo é que as acções com impacto positivo se tornem habituais, que a produtividade aumente e que o bem-estar na equipa seja cada vez maior.

Quase um ano depois

Quase um ano depois, o blogue está de volta.

As 4 métricas para Conteúdos por Jay Baer

Seguindo Jay Baer “Content isn’t just about consumption, so don’t only track consumption. It’s also about sharing and leads and sales.”

Mais do que vendas, que é, claramente o objectivo final, os conteúdos são potenciadores de publicitação por parte do utilizador, são formas de aproximar o consumidor da marca e ainda de fomentar o espírito de grupo (o “eu vi”, “eu partilhei” e até o “eu já fiz um remix com esse conteúdo”). Por tudo isto, os conteúdos e a Comunicação são muito mais do que apenas vendas e é relevante perceber-se a sua importância nas várias dimensões.

Jay Baer sugere 4 métricas para Conteúdos:

1. Métricas de Consumo – Quantas vezes o conteúdo foi visto, quantas páginas foram vistas, quantos downloads;

2. Métricas de Partilha – Mede o grau de sucesso de um conteúdo gerar partilha. Quantas vezes os consumidores partilham o conteúdo e de que forma o fazem. Aqui insere-se a vontade de tornar um conteúdo viral;

3. Métricas de Aquisição de Leads“É aqui que se começa a determinar se o esforço colocado no Marketing de Conteúdos tem retorno financeiro”.  Quantos consumidores que viram o conteúdo chegaram, efectivamente, a fazer aquilo que a Comunicação tinha como objectivo (inscrever num site, numa newsletter, preencher um formulário, pedir informações… etc.);

4. Métricas de Vendas – Que conteúdos geraram vendas? Quantos conteúdos viu um utilizador até chegar à etapa da compra?

De salientar que nem tudo pode ser medido e que a criação de proximidade com o consumidor e o dar-lhe voz para exprimir as suas sugestões/ reclamações é algo que, hoje em dia, não tem preço e que vai para além das métricas.

As 5 etapas de Desenvolvimento nas Redes Sociais – Forrester Research

Devido às mudanças nas tecnologias ligadas às redes sociais, o empowerment dos consumidores é uma realidade cada vez mais incontornável. Para ter êxito no mundo de hoje “as empresas terão que realizar alterações fundamentais nos seus recursos, competências, ferramentas, processo e cultura”. Num relatório recente da Forrester Research sobre o tema “Da Experimentação Social à Tranformação do Negócio” a consultora chegou à conclusão que existem cinco etapas no processo de Desenvolvimento Social: 1) Inactiva, 2) Testes, 3) Coordenação, 4) Crescimento e  Optimização e 5) Poder aos Colaboradores. As etapas deste processo serão semelhantes para as várias empresas que se encontrem na mesma fase, independentemente da sua localização geográfica, da indústria a que pertencem ou até do público-alvo ao qual se dirigem. 

No Social Media Today podemos encontrar algumas características de cada uma destas fases.

Na fase Inactiva estão as empresas que não utilizam nenhuma ferramenta de Redes Sociais. A consultora estima que 20% das empresas se encontrem nesta etapa.

A fase seguinte é a etapa de Testes, caracterizada por um “caos distribuido” (distributed chaos) uma vez que a empresa ainda não sabe bem como utilizar estas plataformas. A consultora sugere que um Marketeer experiente nesta área actue como orientador para coordenar esforços em toda a organização. Outra sugestão importante é a monitorização da conversação online sobre a marca bem como dos efeitos da sua presença nestas plataformas.

Na etapa seguinte, Coordenação, a empresa já reconhece os riscos e benefícios das redes sociais, passando do caos distribuído para uma abordagem centralizada, com os recursos a trabalhar na consistência da mensagem da empresa. Nesta fase, a Forrester Research alerta para a possibilidade de se cair no erro de querer controlar demasiado, bloqueando a iniciativa individual, característica essencial destas plataformas.

Na fase de Crescimento e Optimização a empresa passa a focar-se na optimização da estratégia das redes sociais e na integração das suas métricas com outras variáveis. Aqui, a monitorização é essencial.

Na fase do Poder aos Colaboradores, a organização já deu formação e disponibilizou plataformas de trabalho relevantes para todos os colaboradores desta área. Segundo a consultora, continua, no entanto, a ser necessário manter centros de excelência. Nesta fase, o trabalho de monitorização dos colaboradores será fortemente potenciado com ferramentas direcionadas para as Redes Sociais. A monitorização deverá passar a ser mais rápida e, cada vez mais, efectiva.

Youtube – Um Caso de Sucesso Sem Retorno de Investimento (pelo menos para já)

O gigante Google comprou o YouTube em 2006 mas, até ao momento, ainda só perdeu dinheiro com esta plataforma. Tal como o Twitter que tem um enorme potencial que ainda não se materializou em Retorno de Investimento, o mesmo acontece com o YouTube.

O Twitter triplicou os tweets na plataforma e o YouTube é a maior plataforma de partilha de vídeo online com mais de 24 horas de vídeo inseridas no site por minuto e tendo ultrapassado os 2 biliões de visualizações por dia em Maio de 2010. Mas o problema destas plataformas de redes sociais é não conseguirem tornar o seu potencial em modelo de negócio lucrativo, pelo menos para já. Este grande potencial mas fraca concretização é, aliás, uma das previsões para 2011 da Consultora Deloitte.

A Google está já há algum tempo a estudar projetos que resultem na concretização de retorno do potencial do YouTube e indicou recentemente uma renovação desta plataforma, seguindo o modelo Freedum (um misto de conteúdos gratuitos e pagos). Assim, a aposta passará por “conteúdos televisivos produzidos profissionalmente para reforçar o YouTube.” (…) nos quais se incluem “a introdução de canais temáticos para áreas como artes e desporto, sendo que, cerca de 20 desses canais irão apresentar algumas horas de conteúdos televisivos profissionais por semana, segundo noticiou o Wall Street Journal.” Estes canais serão lançados em versão premium e aproximarão o YouTube do Netflix, um distribuidor de conteúdos online norte-americano.

Marcas de Confiança 2011

“Marcas como a Caixa Geral de Depósitos, Continente, Delta, Galp, Sagres, Sapo ou TMN são algumas das marcas em que os portugueses depositam mais confiança, de acordo com o estudo Marcas de Confiança 2011 levado a cabo pela Selecções do Reader’s Digest.”

Informação da Meios & Publicidade. Ver a lista completa das marcas mais votadas por categoria.

Empresas em Rede têm melhor performance

Um estudo recente da consultora McKinsey indica que “está a emergir uma nova classe de empresas – que utiliza as tecnologias colaborativas da web 2.0 para conectar o trabalho interno dos funcionários e ampliar a ligação da empresa aos consumidores, parceiros e fornecedores”. São as Empresas em Rede.

A consultora considera ainda que “a utilização das ferramentas da web 2.0 está a aumentar significativamente a performance destas empresas”. Assim, as “empresas que trabalham integralmente em rede (fully networked enterprises) terão maior probabilidade de ser lideres de mercado e de ganhar quota de mercado bem como de utilizar estratégias de gestão que resultam em margens de lucro superiores às das empresas que utilizam a Web de forma mais limitada”.

De fato, não sendo fácil de medir a presença online e a interação com os consumidores (embora já existam várias ferramentas nesta área – falámos de algumas delas, aqui), cada vez mais é consensual que a aposta nesta área é bem recebida pelos consumidores e tende a gerar lucro, nomeadamente através do trabalho ao nível da notoriedade e abertura ao diálogo da marca e ao nível da fidelização dos clientes num mundo que é muito difícil a diferenciação da concorrência na maioria dos produtos/ serviços. Para além disso, é importante lembrar que “quase 90% das decisões de compra começam com uma pesquisa online”.

Seguindo os resultados do estudo, a McKinsey considera que “o imperativo para os lideres empresariais é claro: ficar para trás na criação de redes (networks) internas ou externas pode ser um erro decisivo. Os executivos devem direcionar as suas organizações no sentido de as tornarem empresas que funcionem integralmente em rede” e apresenta alguns passos específicos a dar.

Ponto Media faz 10 anos

É hoje.

Parabéns António Granado.

Prémios Neurónio já têm vencedores

 

Dia 10 de Novembro foram entregues em Lisboa os Prémios Neurónio – O Melhor em Marketing Relacional.

Conheça os vencedores no Jornal Briefing.