Uma infografia do site Social Media Center que está bastante interessante e detalhada.
Mais algumas notas no site.
Uma infografia do site Social Media Center que está bastante interessante e detalhada.
Mais algumas notas no site.
Começo por deixar as sugestões de John Hall, da Forbes, sobre várias conferências de Marketing durante 2014 e saliento ainda em Portugal o Upload Lisboa, que no ano passado não se realizou mas que este ano promete valer a pena.
Não posso também deixar sem menção o recorde que a selfie de Ellen DeGeneres bateu no Twitter, ultrapassando 1 milhão de retweets (RT) em apenas 45 minutos e 2,3 milhões até ao momento. A ideia era ultrapassar os RT’s da imagem de Obama e Michelle abraçados, logo após a reeleição do presidente norte-americano, objectivo que foi largamente alcançado.
De trending a indiferenciado
O trending passa a indiferenciado quando se repete muitas vezes. Deixo um artigo de José Cerqueira, da Brandia Central, sobre o Naming do Bairro.
O Facebook simplificou a estrutura das campanhas de publicidade e o LinkedIn passou a ter a possibilidade de bloquear outros membros.
No seguimento da quebra do WhatsApp durante algumas horas, surgem artigos sobre alternativas, deixamos aqui as 10 apresentadas pelo Pplware.
Empresas de tecnologias

A Google quer vender smartphones modulares pelo equivalente a 35 euros, preço para a base do smarthphone onde os restantes elementos vão encaixar.
Encontrei também um gráfico interessante com os 15 anos de aquisições da Apple, Google, Yahoo, Amazon e Facebook.
Virus e Hacking
É importante ter muita atenção quando se navega em redes wi-fi uma vez que os virus podem propagar-se como uma gripe nestas redes.
Termino com a questão deste artigo: Why do companies keep getting hacked?: “One reason is that security isn’t always a priority for developers in a rush to bring a product to market. Another reason is that humans are stupid.”

O Marketing Digital em geral e os Social Media em particular são um mundo. E quem quer trabalhar ou já trabalha neste mundo, sabe, com certeza, que é importante a estratégia e o planeamento, a implementação e também a medição de resultados.
Ferramentas
Para trabalhar a área do Marketing Digital, o blog bufferapp.com sugere 29 ferramentas gratuitas de Marketing Online que vão desde a pesquisa de tendências à monitorização. O Socialmedia.biz acrescenta ainda algumas ferramentas de monitorização de Twitter e outras plataformas de Social Media e o blog do Cappra apresenta também as suas sugestões.
A importância da imagem
Por outro lado, percebe-se a ascensão da importância da imagem com o Instagram a crescer 23% no último ano, sendo a plataforma que deu o maior salto em 2013. O instagram-business.tumblr sugere algumas dicas para o Instagram e o Business2Community complementa com ferramentas para esta plataforma de imagem.
As infografias são também cada vez mais apetecíveis pois são formas interessantes, criativas e rápidas de percepcionar uma grande quantidade de informação – o creativebloq.com indica 10 ferramentas para criação de infografias. Para além disso, é importante ter bases de imagens onde poderemos ir buscar as que necessitamos, o freelancewritinggigs.com sugere alguns sites onde é possível ter acesso a algumas imagens gratuitas para blogues e sites.
Gamification
De salientar também o potencial da Gamification, presente por exemplo no LinkedIn (na indicação da % de perfil preenchido) ou no Nike + em que é possível ver os trajectos percorridos e os kms ultrapassados, comparando-os com outros dias em que corremos, com os kms percorridos por amigos ou até perceber em que lugar estamos no ranking da plataforma. Outras aplicações que também utilizam gamification são o tapmyback.com para reconhecer o trabalho e o esforço tanto da sua equipa como de um colega ou o Kwitter para deixar de fumar de forma divertida.
Deixo aqui o Toolkit Gamification Mechanics de Victor Manrique e recordo que a Coursera oferece um MOOC (Massive Open Online Course) de Gamification com Kevin Werbach, da Universidade da Pensilvânia.
E-commerce
Em termos de ferramentas de Marketing Digital, é importante também não esquecer o E-commerce uma vez que esta plataforma de loja online já é bastante significativa para várias marcas, sendo também o único local de venda para marcas que não têm um espaço físico.
Leituras
Por último, deixo algumas sugestões de livros sobre Social Media do Social Media Examiner e mais algumas leituras sugeridas pelo Small Bizz Trends.
A aplicação mobile WhatsApp apresentou ontem a funcionalidade de chamadas de voz, no Mobile World Congress em Barcelona. A nova funcionalidade será lançada nos próximos meses.
Depois da sua aquisição pelo Facebook, a aplicação esteve em baixo durante algumas horas no dia 22 de Fevereiro, com as apps Telegram e Line a assumirem-se como alternativas, conseguindo um grande volume de registos enquanto o WhatsApp esteve em baixo.
A compra do WhatsApp
A aplicação WhatsApp foi comprada pelo Facebook por 19 mil milhões de dólares (+- 13.800.000€), divididos por 4 mil milhões em dinheiro, 12 em acções e outros 3 em acções para colaboradores ao longo dos próximos 3 anos. Será que a aplicação vale este valor? Para o Facebook sim.
Os responsáveis das duas empresas garantiram ainda que o WhatsApp irá manter-se autónomo e sem publicidade, beneficiando dos serviços, infraestruturas e suporte financeiro do Facebook.
A importância do WhatsApp
O Facebook entrou em força no mercado do mobile com a compra do WhatsApp, depois de não ter conseguido adquirir o Snapchat.
A aplicação estava a anos luz do Facebook na corrida do mobile e está ainda em países como a China, onde o Facebook é proibido.
Curiosidades
Um dos criadores do WhatsApp, Brian Acton, foi rejeitado pelo Twitter e Facebook, depois de já ter trabalhado na Yahoo e Apple. Decidiu então juntar-se a um amigo e tentar o seu próprio negócio.
Segundo o estudo “Traveler Technology Survey 2013” do PhoCusWright, é notória a importância cada vez maior que os utilizadores dão ao mobile, sendo as suas duas maiores frustrações o tamanho pequeno do ecrã (51%), logo seguido das configurações dos websites ou aplicações móveis (36%) quando comparadas com o que vêem no computador.
No mesmo estudo, 47% dos inquiridos indicaram ainda poder utilizar o mobile para fazer alterações de reserva, provavelmente enquanto estão em viagens ou em filas, 39% indicaram poder utilizar esta plataforma para adquirir serviços externos e 37% concordou que a utilizaria para comprar bilhetes.
No estudo indicado, é também demonstrada a importância de plataformas como o TripAdvisor. 50% das pessoas que utilizam esta rede social considera que a possibilidade de comparação desta plataforma os faz “poupar tempo a planear”(51%) e encontrar o melhor hotel ao melhor preço (52%). 73% dos utilizadores indicam ainda que as fotos de outros viajantes os ajuda a tomar decisões.
O TripAdvisor e a importâncias das reviews é constatada ainda em mais alguns resultados:
65% of travellers are more likely to book hotels that won a TripAdvisor award;A grande importância das reviews deve-se ao facto, várias vezes demonstrado, de que os consumidores acreditam mais em outras pessoas do que nas marcas.
Dentro da área de Turismo, o mesmo estudo comprova a esmagadora relevância das reviews:
As redes sociais verticais como o TripAdvisor são cada vez mais importantes nos seus nichos de mercado uma vez que em redes horizontais é mais fácil a mensagem perder-se. Para além disso, quem vai a este tipo de redes vai com um pensamento específico, geralmente ligado a uma acção que quer estabelecer.
O mobile tem vindo a mostrar-se como uma tendência a seguir mas a grande maioria das empresas ainda não percebeu o seu potencial e a necessidade de estar nesta plataforma com uma boa navegabilidade que será, no mínimo, ter um website responsive (que se adapte ao tamanho de ecrã). E que poderá ser muito mais: fazer conteúdos próprios para esta plataforma, ter promoções específicas para os consumidores que acedem a partir destes dispositivos ou até ter uma aplicação mobile (neste caso a mesma terá de ser muito relevante para que as pessoas a queiram utilizar).
Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.
Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.
Estratégia Digital
Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.
E como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.
Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.
Crossmedia
Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.
Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.
O Facebook nasceu em 2004 na Universidade de Harvard. Começou por ser uma rede apenas para comunicação entre alunos desta faculdade mas saltou para fora destes muros e tornou-se a rede social mais utilizada em quase todo o mundo.
Mark Zuckerberg não podia estar mais orgulhoso desta criação “It’s been an amazing journey so far, and I’m so grateful to be a part of it. It’s rare to be able to touch so many people’s lives, and I try to remind myself to make the most of every day and have the biggest impact I can.”
Uma prenda do Mark Zuckerberg que resume os anos em que estivemos na plataforma – http://www.facebook.com/lookback
10 maneira como o Facebook influenciou o mundo – Visão
A história do Facebook – Do coursematch à rede que todos conhecemos – Pplware
A rede social criada por Mark Zuckerberg tem hoje 1,23 mil milhões de utilizadores activos por mês com 75% a serem mobile (e 30% a acederem apenas via mobile). Esta rede que continua a ser a principal em vários países e transversal a quase todas as faixas etárias (embora os adolescentes estejam a fugir para outras redes) tem andado em mudanças tanto em relação ao algoritmo como ao nível da estrutura de página e targeting.
O mural
Em algumas publicações já é possível ver que o Facebook passou a ter “artigos sugeridos” que podem interessar o utilizador. A plataforma integrou também as hashtags (#) e vai passar a incluir os trending topics (elementos que vêm do Twitter).
A rede social criada por Mark Zuckerberg está também a testar vários tipos de fonte de letra para o news feed uma vez que um dos objectivos do CEO passa por torná-lo cada vez mais parecido com um jornal.
A publicidade
O Facebook vai ainda retirar histórias patrocinadas do feed de notícias uma vez que este tipo de publicidade passará a ser redundante já que integrarão em todos os tipos de ads a parte de contexto social. Por outro lado, o Facebook passa a disponibilizar uma nova funcionalidade de targeting que permite atingir os utilizadores que visitaram um determinado site ou aplicação e que não realizaram, por exemplo, uma compra. É o retargeting a chegar ao Facebook.
Para além disso, as páginas empresariais vão passar a poder comentar directamente uma review à sua página.
Mudanças no algoritmo
Em termos de algoritmo, este passa a dar um pouco menos de importância a posts só com texto ou com textos com links escritos e sobe a importância a posts com fotos, vídeos e links a partir de uma imagem. Os primeiros não deverão ser menos importantes que os segundos, descerão apenas em grau de importância pois o Facebook detectou que as marcas estavam a tentar enganar o algoritmo, utilizando bastante os tipos de posts só com texto. A ideia é que o Facebook seja cada vez mais apelativo em termos visuais. O algoritmo do Facebook tinha sido actualizado há pouco tempo, passando a dar mais relevância a notícias e histórias importantes e menos a memes.
Paper, a 1ª aplicação do Facebook
Mark Zuckerberg, CEO da plataforma, indicou ainda que o Facebook vai também dedicar-se ao lançamento de várias apps. Foi hoje anunciada a primeira: “Paper”, o News Reader do Facebook que será disponibilizado dia 3 de Fevereiro. Nesta fase de lançamento, estará disponível apenas para Iphone.

Uma investigação recente aborda o paralelismo entre as redes sociais e as doenças, indicando que:
“Social media is like a disease that spreads, and then dies”
O estudo da Universidade de Princeton ainda não foi validado pelos seus pares e tem como base a pesquisa de termos no Google Trends. Partindo do exemplo específico do MySpace, concluiu-se que o Facebook vai perder 80% dos seus utilizadores entre 2015 e 2017.
Facebook responde ao estudo da Universidade de Princeton,
ridicularizando o seu método de pesquisa e as conclusões daí retiradas.
No mesmo sentido de perda de utilizadores, surge o estudo americano do IstrategyLabs, entre 2011 e 2014, que aponta alguns dados que já eram do conhecimento geral, nomeadamente, a fuga de jovens do Facebook:
Algumas conclusões que podemos retirar do mercado norte-americano (que podem também estar a ser replicadas em outros países) é que os mais jovens estão a sair do Facebook mas as faixas etárias com maior poder de compra continuam lá. De qualquer forma, e estando os jovens a sair da plataforma, no futuro é possível que não regressem e, nesse caso, as faixas etárias com maior poder de compra (que passarão a ser eles) não estarão lá e há que saber acompanhá-las.
Panorama Português
No panorama português, o estudo da Marktest “Os Portugueses e as Redes Sociais 2013”, avança que 27% dos utilizadores desistiram de alguma rede social no último ano. O motivo principal é a “falta de interesse”, logo seguido por “porque os amigos mudaram”.
O estudo abrangeu 4,125 milhões de utilizadores, residentes no Continente com idades compreendidas entre 15 e 64 anos e mostra que:
As elevadas taxas de penetração do Facebook são comuns a todas as faixas da população mas entre os restantes sites há algumas diferenças nas suas posições relativas, nota a Marktest.
Alguns resultados curiosos, nomeadamente a taxa de penetração do Google +, rede em que os Marketeers terão que apostar cada vez mais até porque, sendo um produto Google, ajuda bastante a optimizar para o que é o principal motor de busca em Portugal. Poder-se-á ainda argumentar que esta rede é sobretudo “fantasma” uma vez que muitas pessoas têm conta mas não utilizam efetivamente a plataforma. De qualquer forma, os dados acima podem ser um indicador de que esta realidade tenderá a alterar-se.
De salientar ainda a crescente importância das redes sociais baseadas na imagem – Instagram e Pinterest – o que não será surpreendente tendo em conta a necessidade de partilha e da vida vivida no instante, para isso, nada melhor que uma imagem.
Actualizado a 24/ 01/ 2014: Acrescentada a informação sobre a resposta do Facebook ao estudo da Universidade de Princeton.