Depois do anúncio da TDT, sabe-se agora que vai existir um 5ª canal em sinal aberto

O espectro restante em sinal aberto está reservado à emissão dos actuais quatro canais (RTP1, 2, SIC e TVI) em alta definição, algo que se prevê acontecer até 2012.

O DN faz uma análise dos quatro desafios do governo em 2008.

O 2º é: “TDT – 5.º canal Concurso avança no primeiro trimestre”

Anúncios

Balanço do Congresso das Comunicações 2007

A APDC, entidade organizadora do congresso, já tem disponível no seu site um balanço do evento, onde reúne as principais conclusões e pistas para o futuro:
– a aposta na formação deve continuar a integrar a lista de prioridades para que a competitividade do país possa ser incrementada;
– é necessário criar uma estratégia pan-europeia para a TV móvel;
– os players do mercado reconhecem que o sector das Telecomunicações está mais dinâmico e competitivo, sendo que o processo da OPA da Sonaecom, que acabou por conduzir ao processo de spin-off da PT Multimédia trouxe um novo impulso ao sector.
Descubra mais em:
http://congresso.apdc.pt/

fonte: Newsletter OberCom nº 28 – Dezembro 2007

TV em sinal livre decidida antes da TDT

A utilização da capacidade remanescente do espectro de televisão em sinal livre será decidida antes do início do concurso para a Televisão Digital Terrestre (TDT), garantiu ontem o secretário de Estado Adjunto e das Obras Públicas e Comunicações. ” durante o Congresso das Comunicações.

A notícia completa no Jornal Briefing.

10º Fórum Brasileiro de TVs Universitárias

Um ideia interessante

A TV Digital pode abrir uma porta para a proliferação de tv’s universitárias e regionais, canais que poderiam servir de rampa de lançamento/ estágio para os futuros profissionais e também, pelo caractér mais experimental que teriam (pelo menos ao início) dar espaço a novos formatos que, por falta de não terem sido ainda testados, não chegam às tv’s nacionais.

Se calhar, por cá também precisamos de alguns debates/ conferêcias sobre este tema.

MAS, AFINAL, O QUE É ISSO DE TDT?

O DN explica.

por Ana Luísa Henriques Publicado em TV Digital

Serviço Público de TV

Algumas notas sobre a conferência “Evolução do serviço público de televisão” no blogue Indústrias Culturais

O HD já!

Algumas frases de José Diaz – Director do novo canal AD em Espanha, na revista “Produção Profissional”

“Do ponto de vista do modelo de negócio, vivemos ainda um modelo muito incipiente que sobretudo serve aos radiodifusores como uma ferramenta de marketing para captar novos clientes, fidelizá-los e, pensando no futuro, garantir novas fontes de receita” – José Diaz

Há uma escassa oferta de canais em alta definição (HD). É a primeira vez na História que a tecnologia em casa do consumidor está á frente: já existem muitas tv’s HD sem que o digital arranque.

É curioso comprovar que esta é a primeira vez que os programadores vão atrás dos consumidores, ao contrário do que aconteceu com a introdução da cor, quando a produção e a emissão começou antes da compra dos televisores.” – José Diaz

Nas palavras de profissionais dfo sector, nota-se também um pedido para que os detentores dos direitos cinematográficos passem a fornecer os seus conteúdos já em HD.

“O HD deve ser o padrão e só depois se deve adaptar o conteúdo à plataforma” – José Diaz

Fim da televisão?

Vincent Dureau, alto executivo do Google disse no “iTV Conference” na Califórnia que “que (a) televisão como a que conhecemos tem seus dias contados”. E apontou o futuro: a TV na Internet.

Pelos vistos a TV não vai acabar, vai apenas mudar de meio.

Numa altura em que o meio já deixou de ser a mensagem mas que, incontestavelmente, este pode tranformá-la, é preciso repensar o que é a televisão: continua a ser o aparelho de recepção ou tranformou-se naquilo que o “caixinha mágica” transmite.

Para mim, o meio deu o nome à mensagem e televisão não é apenas o que se transmite via analógica, cabo ou satélite para um aparelho que, geralmente, se encontra na sala das famílias mas também, e cada vez mais, nos quartos de cada um. Televisão será então o conteúdos e, se é o conteúdos, pode sobreviver muito para além do meio que o transmite… como já aqui referi em outros textos: a televisão como conteúdo vai sobreviver certamente, vai apenas adaptar-se aos novos meios.

No entanto, o “pequeno ecrã” não vai desaparecer tão rápido quanto se fala, eplo menos é a minha opinião. Agora, um canal de TV tal como hoje os conhecemos em que escolhem por nós o que ver a cada hora, isso sim, pode ter os dias contados… ainda que esses dias não sejam assim tão poucos…mas para lá caminhamos.

fonte: http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/noticias/index.phtml?id_conteudo=110631
(um artigo que pretendo comentar ainda mais em tempo oportuno)

Consulta pública para a Televisão Digital Terrestre (TDT)

O ministérios das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e dos Assuntos Parlamentares lançaram uma consulta pública sobre Televisão Digital Terrestre (TDT).
Os contributos podem ser enviados até ao próximo dia 15 de Outubro.

A consulta surge após ambos os ministérios terem anunciado em Diário da República um despacho com as condições de realização de um novo concurso para licenças de TDT.
O governo pretende com esta consulta receber opiniões sobre o modelo proposto para os dois processos de licenciamento.
Os dois modelos estão também presentes no site da Autoridade Nacional das Comunicações onde podem ser analisados pelos interessados.

fonte: igov central

por Ana Luísa Henriques Publicado em TV Digital

TV digital mudará maneira de medir ibope (audiências no Brasil)

“A TV digital transformará a maneira de medir audiência televisiva. O próprio faturamento publicitário das atrações sofrerá mudanças. Projeções com públicos restritos já arriscam quem ganhará telespectadores (séries e novelas) e quem perderá (telejornais) por conta da digitalização dos canais.
O Ibope está desenvolvendo um aparelho para descobrir não apenas a emissora sintonizada, como faz hoje, mas também o conteúdo digital que está sendo consumido seja qual for a grade de programação. Isso porque a TV digital chega com a promessa de, assim como nos EUA, oferecer autoprogramação, na qual o usuário pode escolher a hora em que verá determinado programa.”

Todo o artigo, no Blogue Resumo do Dia.