Frases inspiradoras do Mundo Digital

 

facebookA partir do artigo “11 Frases Inspiradoras do Mundo Digital”, do site Midias Sociais, gostaria de destacar algumas que me parecem bastante pertinentes e até óbvias mas de que muitas vezes as marcas se esquecem:

1- “There’s never been a better time to be in advertising, and there’s never been a worse time.” – Aaron Reitkopf, CEO da agência Profero

Actualmente há tantas formas de trabalhar a divulgação de uma marca que nunca existiram antes pelo que parece que nunca foi tão fácil fazê-lo. Ao mesmo tempo, a multiplicidade de janelas/ plataformas faz com que os públicos estejam cada vez mais fragmentados e que seja muito difícil captar a sua atenção. Isto acontece também porque todos os dias somos bombardeados com imensas mensagens, não só de múltiplas plataformas mas também, graças à Internet, de diversos países pelo que só algo muito relevante para nós conseguirá sobressair e captar a nossa atenção.

4- “The Best Marketing Strategy Ever: Care, Gary Vaynerchuk

Num artigo que li recentemente, defendia-se que as pessoas se ligam racionalmente e emocionalmente a uma marca. Se o racional está mais ligado a algo imediato (descontos, promoções), o emocional está ligado a um valor acrescentado, a uma estreita ligação com a marca. Esta segunda dimensão deve ser, cada vez mais, trabalhada pela marca porque a melhor forma de nos ligarmos a algo, chegando até a tornarmo-nos embaixadores da mesma, será ter com a marca uma relação afectiva. De salientar ainda que, quando a marca está em locais como o facebook, o que espero dela não será apenas promoções e divulgação da marca mas sim um canal de ligação directa nos dois sentidos (marca-consumidor e consumidor-marca).

6- Content marketing is a commitment, not a campaign. – Jon Buscall

conteudosO Marketing de Conteúdos é, cada vez mais, não uma forma de campanha/ publicidade mas um compromisso para com os consumidores e, tal como indiquei acima, há canais em que esperamos o tal valor acrescentado e um estreitamente da relação emocional. Cada vez mais o consumidor quer ser ouvido até porque sabe que, hoje em dia, se a marca não o quiser ouvir, ele terá uma grande audiência à sua espera. E isso pode resultar numa crise para a própria marca. Não esquecer que vários estudos já vieram indicar que:

9- “People influence people. Nothing influences people more than a recommendation from trusted friend. A trusted referral influences people more than the best broadcast message. A trusted referral is the Holy Grail of advertising.” – Mark Zuckerberg, Facebook

11 –  “If content is king, then conversion is queen, John Munsell, CEO da Bizzuka

converComo síntese de todas estas frases, nada melhor do que as marcas perceberem que “o conteúdo é o rei e a conversação a rainha”. Uma vez mais, as pessoas procuram valor acrescentado, que muitas vezes passam por conteúdos, até porque os produtos são, cada vez mais, semelhantes entre si. Assim, a diferenciação passará pelo valor acrescentado associado a cada produto, será o conteúdo, uma experiência, etc… Para além disso, o consumidor de hoje quer ser ouvido, ter uma resposta da marca e, mais ainda, sentir que o que está a dizer funciona como partilha com a marca, que esta utiliza os seus inputs para a enriquecer.

Para além de tudo isto, todas as acções de Comunicação e a forma de comunicar com os consumidores têm de ser sempre planeadas e trabalhadas tendo em conta as plataformas onde se está a comunicar. Planeamento, planeamento, planeamento! Bons conteúdos, criatividade e imediatismo (este último é muito importante mas não pode fazer com que se esqueçam os restantes) ajudarão a fazer o sucesso de um produto e a captar clientes fiéis, o que é, cada vez mais, difícil de encontrar no mundo actual.

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Campanha de Comunicação para a TDT

 

Um em cada dez portugueses não está informado sobre TDT” diz um estudo da GfK Metris. O mesmo estudo refere ainda que mais de metade dos portugueses que aderiram à televisão paga no último ano fê-lo por causa da TDT.

A população portuguesa não está informada nem pode estar a menos que acompanhe as notícias e que perceba mais ou menos o que quer dizer ter televisão digital. A Estratégia de Comunicação da TDT foi quase nula e, a menos de três meses meses do apagão analógico surge uma campanha televisiva, que engloba também mupis, e que diz “se não tem televisão paga, a partir de Janeiro vai deixar de ver TV”. What?????? Já não chegava algumas empresas de televisão por subscrição tentarem ganhar novos clientes com esta mensagem enganadora, agora a própria campanha de comunicação da TDT vem dizer o mesmo??? E pensar que é suposto serem aplicadas coimas a quem leve as pessoas a pensarem, erradamente, que têm de aderir a um serviço de TV por subscrição para continuarem a ver TV…

Seria assim tão difícil dizer algo como “se não tem televisão paga, a partir de Janeiro terá de ter uma televisão compatível com o sinal digital ou comprar um receptor que consiga recebê-lo”. Não é brilhante, pois não? Não é o melhor copy do mundo e teria que ser trabalhado mas explicaria muito mais às pessoas e não levaria a possíveis coimas… mas a verdade é que também ninguém vai aplicar coimas a mensagens enganadoras da PRÓPRIA campanha de comunicação da TDT…

Creio que um assunto tão delicado para a maioria das pessoas exigia outro tipo de cuidado na comunicação. Sugerimos o blogue TDT en Portugal que apresenta um spot espanhol para a introdução da TDT neste país para que possamos perceber as diferenças… ninguém fez benchmarking antes de colocar no ar a campanha brilhante que temos o (des)prazer de ver atualmente? Ninguém é perfeito e todos cometemos erros mas creio que há erros que não são aceitáveis… e enganar o consumidor é um deles.

Parece que agora a ANACOM vai distribuir seis milhões de Guias TDT. Só espero que, desta vez, a comunicação não leve a interpretações dúbias. De qualquer forma, quantas pessoas vão, de fato, ler o guia quando acreditam que já sabem que para continuar a ver TV têm é de aderir à televisão paga? Uma informação errada é, muitas vezes, difícil de ultrapassar.

Links úteis:

Informações da DECO que inclui um teste a 29 descodificadores.

A FNAC explica o que é a TDT.

Página Oficial da TDT.

Conhecer o Público-Alvo

É importante conhecer o público-alvo para o qual se quer comunicar para que as acções de Comunicação que se desenham façam sentido e para que os objectivos possam ser realizados. De salientar que conhecer o público-alvo não é fazer generalizações apenas por sexo e idade mas também por estilo de vida e cultura em que o mesmo está inserido.

Resolvi falar sobre esta questão, a propósito do vídeo ao lado que surge para dar a conhecer o Instituto de Estudos Turísticos de Macau e que tem como objectivo angariar alunos para a escola, posicionando-a como um local de bem-estar onde aprender é divertido.

A primeira reacção de um grupo de alunos portugueses que o viram numa apresentação da escola foi rir e comentar que este tipo de abordagem não faz sentido actualmente, que é uma abordagem já muito datada no tempo e que “já passou de moda”. Acredito que, para primeira abordagem, faz todo o sentido esta análise. E vejamos, um dos objectivos – não ser um vídeo aborrecido e divertir a audiência – já foi conseguido.

Agora passemos à segunda leitura do vídeo. Conhecemos o público-alvo do vídeo? À partida não, portanto não podemos analisar se o vídeo faz ou não sentido. Numa visão mais portuguesa/ ocidental do vídeo, a Universidade é posicionada como um local de saber, prestígio e sobriedade que não se coaduna com as danças e cantares deste vídeo que nos parece algo ridículo… mas será assim em Macau, na China? Ou por ser uma Escola de Hotelaria, é mesmo algo mais descontraído e dinâmico que se procura? Para o público-alvo desta Comunicação, o vídeo consegue atingir os objectivos propostos? Se sim, então a Comunicação está bem feita. Se não faz sentido para o público-alvo ou não serve para atingir os objectivos propostos, então, de facto, não faz sentido.

A questão é que muitas vezes analisamos uma campanha pelos nossos olhos, pelo que gostamos ou não e pelo que nos faz ou não sentido. Obviamente que esta primeira leitura deve existir mas necessitamos também de nos distanciar de nós próprios e perceber se somos ou não o público-alvo e que tipo de pessoas fazem parte dele, e isso é perceber as suas necessidades, o que procuram no produto, o seu estilo de vida e a cultura em que estão inseridos. Porque ser jovem em Portugal, nos EUA, em Macau ou na China não é certamente o mesmo, apesar de tudo o que possa unir esta faixa etária.

O importante é passarmos da primeira à segunda leitura. E perceber de facto o que faz ou não sentido. Se a segunda leitura reforçar a primeira, óptimo, estamos no caminho certo. Mas se a segunda leitura contrariar a primeira, não fazê-la poderá resultar em recusa de ideias/ campanhas que, apesar de possivelmente não ganharem nenhum troféu nos Festivais de Publicidade, seriam muito provavelmente óptimas para o nosso produto/ serviço. E no fim de contas, o mais importante é que a nossa Comunicação seja efectiva e relevante para o público-alvo.

Sherry Turkle – “Alone Together”

Entrevista da Harvard Review Magazine para o seu blog HBR IdeaCast com Sherry Turkle, professora do MIT e autora de “A Vida no Ecrã: A Identidade na Era da Internet” que lançou recentemente um novo livro: Alone Together: Why We Expect More from Technology and Less from Each Other.

Sherry Turkle deixa nesta conversa algumas frases sobre temas do livro. Segundo a autora, existem debates que têm mesmo de acontecer:

Produtividade, Multitasking e Conectividade Constante

  • Temos uma fantasia de que podemos usar a possibilidade de Multitasking para esticar o tempo mas a ciência já demonstrou que cada tarefa adicionada resulta numa perda de performance;
  • A constante conectividade não resulta necessariamente em produtividade. Estamos tão ocupados a comunicar que não conseguimos pensar, relacionar-nos ou criar algo que acrescente valor. Será necessário dar um passo atrás e reavaliar os nossos valores pessoais e empresariais;
  • As pessoas estão a ser esmagadas pelos múltiplos canais comunicacionais e pela necessidade de comunicar em todos eles (enviar email, sms, fazer follow-up por telefone…);
  • Recebemos centenas de comunicações todos os dias e não é fácil geri-las pois exigimos respostas a uma velocidade avassaladora. O tempo de resposta torna-se mais importante do que a qualidade da mesma.
  • A importância crescente de comunicações eletrónicas como o e-mail está ligada a uma tentativa de controlo do tempo e da resposta;
  • Apesar disso, também conseguimos utilizar a constante conectividade de formas positivas e produtivas, por exemplo, quando temos que nos reunir para reuniões com pessoas de vários locais ou mesmo de vários países;
  • As pessoas não querem falar do que está a correr mal porque sentem que não têm tempo para isso. Creio que é algo sobre o qual as empresas não estão a falar mas que precisam de fazer pois está a levá-las a uma mentalidade de censura. Não estamos a dar espaço às pessoas para debater os problemas;
  • Cada tecnologia deve fazer-nos confrontar entre o que esta representa e os nossos valores. Isso é bom porque faz-nos parar e pensar o que realmente queremos, força-nos a construir as bases das nossas vidas, pessoais e profissionais. As tecnologias devem ser nossas parceiras;
  • Estamos tão conectados que esquecemos que podemos, de fato, estar uns com os outros em vez de nos comunicarmos eletronicamente. Estamos a perder as nossas capacidades de colaboração;
  • Das 6ªs-feiras “Casual”, sugiro também as 3ªs-feiras “Conversacionais” porque as pessoas necessitam de conversas face-a-face para falar das suas vulnerabilidades, o que não fazem por escrito;

Robótica

  • É necessário existir uma conversação séria à volta da temática da Robótica e o que vamos fazer com esta tecnologia – queremos robots que nos ajudem ou robots que cuidem e ensinem as nossas crianças e os nossos idosos?

Dependência da Tecnologia

  • Temos de deixar de pensar na tecnologia como dependência porque. olhando para a temática desta forma, a lógica será dizer que temos de abandonar as tecnologias e isso não é possível. Esta visão só deixa as pessoas deprimidas.
  • Não se trata de desligar completamente da tecnologia. O que é necessário é que cada pessoa encontre a sua própria estratégia para lidar com a tecnologia e integrá-la da melhor forma na sua vida.

O melhor mesmo é ouvir a entrevista e ler este post do Tiago Doria Weblog sobre o novo livro da autora.

Falando de Cinema

Enquanto o português João Nuno Pinto (Garage), conquistou o prémio de Melhor Realização na 15ª edição do Festival Internacional de Cinema de Sofia, Bulgária pelo filme América, a HP aproveitou para associar-se ao mundo da magia cinematográfica ao anunciar que “a tecnologia das workstations HP ajudou a criar a animação do novo filme Gnomeo & Julieta, que estreia em Portugal, na quinta-feira.”

América é a longa-metragem de estreia do cineasta português” e conta a história “um triângulo amoroso numa «espécie de América dos pobres e desfavorecidos» que é Portugal, com a entrada de milhares de imigrantes africanos, brasileiros e de Leste.” O filme estará no IndieLisboa e tem estreia agendada em Portugal para 19 de Maio.

Depois de Morrer Como Um Homem de João Pedro Rodrigues que deu muito que falar e esteve presente no Festival de Cannes na secção Un Certain Regard, chega-nos este filme já premiado de João Nuno Pinto, mostrando que a cinematografia portuguesa está viva e que há uma nova geração de criadores a mostrar um cinema português diferente do que estávamos habituados.
Deixo uma peça do programa Fotograma que acompanhou no ano passado a rodagem de América.

A HP também quer fazer parte da magia do cinema e resolveu divulgar que tem material para ser usado nesta área. Parece-me uma comunicação inteligente. É o marketing com significado, mais do que dizer “temos material fantástico para fazer algo”, a HP passou a dizer “este filme usou o nosso material”, o que dá mais força e credibilidade à sua comunicação. E o que dizer do próprio filme? Tenho que admitir que os gnomos vermelhos e azuis são super amorosos… deve ser divertidissima esta história, pelo menos é isso que promete.

Gnomeu & Julieta é “uma animada aventura em que o conto de Shakespeare chega em jeito de uma animada comédia”.
O filme estreia esta 5ª-feira (17 de Março) e conta com um elenco vocal impressionante: Nelly Furtado, Elton John, “James McAvoy, Emily Blunt, Jason Statham, Ozzy Osbourne, Michael Caine, Patrick Stewart, Stephen Merchant, Jim Cummings, além de participações Seth Green and Seth MacFarlane.”

 

Tendências de Consumo para 2011

O siteapresentou 11 Tendências Centrais de Consumo para 2011 às quais os Marketeers em particular e as empresas em geral devem estar atentos para conseguir surpreender e captar consumidores num mercado tão saturado como o atual.

Random Acts of Kindness
Os atos inesperados de amabilidade serão uma ótima forma de deixar uma boa impressão nos consumidores e gerar um boca-a-boca positivo.

Urbanomics
Com cada vez mais pessoas a viver nas grandes cidades, cresce a necessidade de existência de produtos e serviços adaptados ao estilo de vida citadino e que tenham em conta as especificidades de cada cidade.

Pricing Pandemonium
O pandemónio do preço está instalado pela imediaticidade de comparação de preços, pela existência de grandes grupos a comprar o mesmo produto, oferecendo grandes reduções aos seus clientes e trabalhando com ofertas disponíveis durante um período de tempo muito limitado. A geolocalização vai permitir ofertas imediatas no ponto de venda e o preço dinâmico será uma realidade.

Made for China (if  not Bric)
Os mercados emergentes como a China e Brasil emergem como mercado apetecíveis para as marcas que terão de apresentar uma oferta específica para estes locais de forma a que os consumidores se sintam atraídos.

Online status symbols
As empresas disponibilizarão os seus símbolos (de marcas ou produtos/serviços) para que os consumidores os utilizem na partilha global.

Wellthy
A importância da saúde e bem-estar será crescente pelo que os consumidores esperarão que lhes apresentem produtos saudáveis e serviços que previnam a miséria e que aumentem a sua qualidade de vida.

Social-Lites and Twinsumers
Os Twinsumers são consumidores com padrões de consumo semelhantes, muito valiosos pelas suas recomendações, que defendem a procura. Os Social-lites defendem a descoberta e o broadcasting ativo, o remix, compilações, comentários e produtos partilhados e comentados tanto para os amigos como para a audiência geral.

Emerging Generosity
Dar é uma característica da Geração G que esperará das marcas e personalidades dos mercados emergentes que ofereçam, doem, se preocupem e sejam simpáticas mais do que apenas venderem e receberem.

Planned Spontaneity
A espontaneidade planeada através da oferta de informação será uma realidade se houver benefícios em troca.

Eco-superior
Espera-se dos produtos que sejam não só amigos do ambiente como superiores em todos os aspectos.

Owner-less
A partilha e o aluguer vai chegar ao mercado mainstream.

Fonte: www.trendwatching.com.
One of the world’s leading trend firms, trendwatching.com sends out its free, monthly Trend Briefings to more than 160,000 subscribers worldwide.

Gestão de Crise – O Online e o Poder da Comunicação

Depois de casos como o da Ford (que acabou bem porque lhe foi dada uma resposta rápida e concreta mas que começou porque não se percebeu o potencial das novas plataformas) e da United Airlines (um caso que correu menos bem e que começou com uma viajante da United Airlines que ficou com a sua guitarra partida no seguimento de uma viagem do Canadá para os EUA) a blogosfera portuguesa, Twitter e Facebook foram invadidos com questões sobre a Ensitel e a forma como tratou uma cliente.

Na era do Marketing Relacional, do cliente no centro da empresa, do valor da relação com o cliente e do feedback como elemento vital da estratégia de Marketing, como é que pode existir uma empresa que, não só não trate o cliente da melhor forma (infelizmente ainda existem muitas assim) mas que, mais do que isso, não perceba como funciona o mundo online e a propagação da comunicação nestas plataformas? Mais, como podem achar que apagar posts ou comentários pode ser o caminho? A comunicação unidireccional não é nesta plataforma. É lamentável que não o tenham percebido. Assim como é lamentável a resposta da empresa ao Destak sobre um possível comentário a este assunto: “a empresa diz que não está disponível nesta altura para prestar esclarecimentos e remete para mais tarde ou outro dia um comunicado ou resposta“.

E lamentável é também a reposta em comunicado enviado às redacções e publicado na página do Facebook da marca. Perderam uma óptima oportunidade de tranformar uma crise em boa comunicação sobre a empresa, uma ótima oportunidade para mudar a conversação sobre a marca. Mas, para isso, era preciso que compreendessem o que é o online e o que significa Marketing Relacional… ou, muito simplesmente, o que significa a palavra “diálogo”.

Este fiasco de Relações Públicas é já visto como um case study e já foi sugerido que os estudantes de Comunicação Estratégica / Relações Públicas fizessem uma tese sobre o caso. A hashtag #ensitel tem sido das mais activas durante o dia e já houve quem obtesse o domínio www.ensithell.com para tratar esta questão. No YouTube já circula um vídeo com o nome EnSHITel e outro sobre a reação de Hitler ao caso. No Facebook foi criada uma página, muito semelhante à página da marca, com o nome “Nunca mais compro nada na Ensitel“.

Os media ditos tradicionais também já apanharam a notícia.

Público Expresso Jornal de Notícias Diário de Notícias Destak TVI

Comentário do Paulo Querido no Correio da Manhã

Alguns blogs:

Posts que originaram a discussão são da Jonasnuts

Alguns comentários: O Melhor e Pior Aberto até de Madrugada WebMilionário Blasfémias

Interessante o artido da Daniela Espírito Santo no Jornal de Notícias Como responder a uma “revolta” na redes sociais?, o do Paulo Morais ENSITEL é alvo de “BUZZ Negativo” na WEB, o que fazer? ou o da Helena Garrido no Jornal de Negócios Blogues, Twitter e Ensitel.

Livros de Comunicação para Download Grátis

Livros de dowload permitido. Um excelente trabalho de recolha e agregação do blog ojornalista.com.

Seguir também para quem se interessa por Internet e Redes Sociais.

Facebook vs Twitter

O site Midias Sociais fala de “um estudo recente da Forrester (que) inverteu a sabedoria convencional, afirmando que os seguidores do Twitter podem ter o potencial para ser mais valiosos do que os fãs do Facebook no futuro. Enquanto não se pode quantificar o fã ou seguidor, com um valor absoluto (embora muitos tenham tentado), o estudo confirmou que os seguidores do Twitter estão mais propensos a comprar de marcas que seguem (37% vs 21%), e recomendar as marcas para os amigos (33 % vs 21%). Esses dois fatores são os critérios pelos quais muitas das campanhas de mídia social são medidas”.

Passando por alguns casos de sucesso e pela explicação das especificidades de ambas as plataformas, o site conclui que “talvez uma bem sucedida estratégia de mídia social não se trate de descobrir o valor monetário de um fã no Facebook versus um seguidor do Twitter, mas envolve a compreensão de cada canal social e as vantagens de ambos. Até que a marca faça algo para criar valor e interagir com os fãs, eles não têm nenhum valor. Acumular fãs é o primeiro passo, mas se envolver com eles trará o retorno sobre o investimento que as marcas estão buscando“.

E creio que é mesmo essa a chave, perceber as diferentes potencialidades e especificidades de cada tipo de rede social sem esquecer que, para sociabilizar é necessário envolver-se com os fãs/ seguidores mais do que apenas estar. Creio que as marcas/ empresas que estão no facebook / twitter sem responder aos comentários dos utilizadores não estão realmente a interagir com eles nem a respeitar a multilateralidade de comunicação que esperamos nas redes sociais. Não entendem as especificidades de comunicação destes canais, logo não conseguem potenciar ao máximo estas ferramentas.