Marketing, Wearables, Facebook, Instagram e Publicidade

Marketing e Wearables

Marketing: old school/ new school. Top Ferramentas de Marketing em 2014.

Os wearables já têm loja própria na Amazon.

Facebook e Instagram

Facebook apresentou vários serviços e actualizações na conferência F8 e anunciou que este evento passa a ser realizado anualmente. Foi também aqui que o movimento internet.org mostrou pela primeira vez o seu Innovation Lab, permitindo aos participantes testarem a sua app numa conexão móvel 2,5g, semelhante à que existe nos países em desenvolvimento.

Perfomance das páginas de Facebook relacionadas com o turismo em PortugalRegiões de Turismo | Agências de Viagens | Hotéis | Companhias Aéreas.

Campanhas com menor performance são retiradas automaticamente do ar no FacebookAlguns mitos (ou não!) do Facebook.

Segundo estudos recentes, páginas de marcas no Instagram podem ter mais engagement do que as suas páginas no Twitter ou Facebook.

TAP traz avião para Belém, outdoor que aproveita o espaço Publicidade

 TAP traz avião para Belém.

Rebranding Global da FCB.

O que capta a minha atenção #2

@THEELLENSHOW/TWITTER
@THEELLENSHOW/TWITTER

Começo por deixar as sugestões de John Hall, da Forbes, sobre várias conferências de Marketing durante 2014 e saliento ainda em Portugal o Upload Lisboa, que no ano passado não se realizou mas que este ano promete valer a pena.

Não posso também deixar sem menção o recorde que a selfie de Ellen DeGeneres bateu no Twitter, ultrapassando 1 milhão de retweets (RT) em apenas 45 minutos e 2,3 milhões até ao momento. A ideia era ultrapassar os RT’s da imagem de Obama e Michelle abraçados, logo após a reeleição do presidente norte-americano, objectivo que foi largamente alcançado.

Content Marketing – Do Storytelling à TV Social

 

A importância do storytelling cresce a cada dia pois, num mundo em que a informação não pára e somos constantemente bombardeados por ela, só quem tiver uma boa história e a concretizar bem, irá conseguir sobressair da multidão.

The division between storytelling and marketing has dissolved. Stories play on people’s fears and emotions. With stories, brands connect with readers on a more human level.

in Social Media Today

Ao mesmo tempo, assistimos à emergência da TV Social e de como as estações de televisão estão a lidar com esta nova realidade e com a necessidade de criar conteúdos em outras plataformas.

TV networks are trying to take advantage of viewers who are increasingly multitasking as they watch shows. More than 40% of Americans have smartphones or tablets in their hands each day as they watch TV, according to Nielsen.

in The Wall Street Journal

O Content Marketing passa (ou deve passar) assim a ser o foco das empresas quer nas histórias que criam em publicidade, nas redes sociais ou mesmo na continuidade para outras plataformas. De salientar que o processo começa no planeamento e que é também importante que a marca esteja atenta ao que se diz sobre si.

Frases inspiradoras do Mundo Digital

 

facebookA partir do artigo “11 Frases Inspiradoras do Mundo Digital”, do site Midias Sociais, gostaria de destacar algumas que me parecem bastante pertinentes e até óbvias mas de que muitas vezes as marcas se esquecem:

1- “There’s never been a better time to be in advertising, and there’s never been a worse time.” – Aaron Reitkopf, CEO da agência Profero

Actualmente há tantas formas de trabalhar a divulgação de uma marca que nunca existiram antes pelo que parece que nunca foi tão fácil fazê-lo. Ao mesmo tempo, a multiplicidade de janelas/ plataformas faz com que os públicos estejam cada vez mais fragmentados e que seja muito difícil captar a sua atenção. Isto acontece também porque todos os dias somos bombardeados com imensas mensagens, não só de múltiplas plataformas mas também, graças à Internet, de diversos países pelo que só algo muito relevante para nós conseguirá sobressair e captar a nossa atenção.

4- “The Best Marketing Strategy Ever: Care, Gary Vaynerchuk

Num artigo que li recentemente, defendia-se que as pessoas se ligam racionalmente e emocionalmente a uma marca. Se o racional está mais ligado a algo imediato (descontos, promoções), o emocional está ligado a um valor acrescentado, a uma estreita ligação com a marca. Esta segunda dimensão deve ser, cada vez mais, trabalhada pela marca porque a melhor forma de nos ligarmos a algo, chegando até a tornarmo-nos embaixadores da mesma, será ter com a marca uma relação afectiva. De salientar ainda que, quando a marca está em locais como o facebook, o que espero dela não será apenas promoções e divulgação da marca mas sim um canal de ligação directa nos dois sentidos (marca-consumidor e consumidor-marca).

6- Content marketing is a commitment, not a campaign. – Jon Buscall

conteudosO Marketing de Conteúdos é, cada vez mais, não uma forma de campanha/ publicidade mas um compromisso para com os consumidores e, tal como indiquei acima, há canais em que esperamos o tal valor acrescentado e um estreitamente da relação emocional. Cada vez mais o consumidor quer ser ouvido até porque sabe que, hoje em dia, se a marca não o quiser ouvir, ele terá uma grande audiência à sua espera. E isso pode resultar numa crise para a própria marca. Não esquecer que vários estudos já vieram indicar que:

9- “People influence people. Nothing influences people more than a recommendation from trusted friend. A trusted referral influences people more than the best broadcast message. A trusted referral is the Holy Grail of advertising.” – Mark Zuckerberg, Facebook

11 –  “If content is king, then conversion is queen, John Munsell, CEO da Bizzuka

converComo síntese de todas estas frases, nada melhor do que as marcas perceberem que “o conteúdo é o rei e a conversação a rainha”. Uma vez mais, as pessoas procuram valor acrescentado, que muitas vezes passam por conteúdos, até porque os produtos são, cada vez mais, semelhantes entre si. Assim, a diferenciação passará pelo valor acrescentado associado a cada produto, será o conteúdo, uma experiência, etc… Para além disso, o consumidor de hoje quer ser ouvido, ter uma resposta da marca e, mais ainda, sentir que o que está a dizer funciona como partilha com a marca, que esta utiliza os seus inputs para a enriquecer.

Para além de tudo isto, todas as acções de Comunicação e a forma de comunicar com os consumidores têm de ser sempre planeadas e trabalhadas tendo em conta as plataformas onde se está a comunicar. Planeamento, planeamento, planeamento! Bons conteúdos, criatividade e imediatismo (este último é muito importante mas não pode fazer com que se esqueçam os restantes) ajudarão a fazer o sucesso de um produto e a captar clientes fiéis, o que é, cada vez mais, difícil de encontrar no mundo actual.

As 4 métricas para Conteúdos por Jay Baer

Seguindo Jay Baer “Content isn’t just about consumption, so don’t only track consumption. It’s also about sharing and leads and sales.”

Mais do que vendas, que é, claramente o objectivo final, os conteúdos são potenciadores de publicitação por parte do utilizador, são formas de aproximar o consumidor da marca e ainda de fomentar o espírito de grupo (o “eu vi”, “eu partilhei” e até o “eu já fiz um remix com esse conteúdo”). Por tudo isto, os conteúdos e a Comunicação são muito mais do que apenas vendas e é relevante perceber-se a sua importância nas várias dimensões.

Jay Baer sugere 4 métricas para Conteúdos:

1. Métricas de Consumo – Quantas vezes o conteúdo foi visto, quantas páginas foram vistas, quantos downloads;

2. Métricas de Partilha – Mede o grau de sucesso de um conteúdo gerar partilha. Quantas vezes os consumidores partilham o conteúdo e de que forma o fazem. Aqui insere-se a vontade de tornar um conteúdo viral;

3. Métricas de Aquisição de Leads“É aqui que se começa a determinar se o esforço colocado no Marketing de Conteúdos tem retorno financeiro”.  Quantos consumidores que viram o conteúdo chegaram, efectivamente, a fazer aquilo que a Comunicação tinha como objectivo (inscrever num site, numa newsletter, preencher um formulário, pedir informações… etc.);

4. Métricas de Vendas – Que conteúdos geraram vendas? Quantos conteúdos viu um utilizador até chegar à etapa da compra?

De salientar que nem tudo pode ser medido e que a criação de proximidade com o consumidor e o dar-lhe voz para exprimir as suas sugestões/ reclamações é algo que, hoje em dia, não tem preço e que vai para além das métricas.

Recomendações – Em quem confiamos?

Vários estudos indicam que a confiança dos consumidores está, cada vez mais, em outros consumidores e não na Publicidade. Deste fato, advém também a importância crescente das redes sociais. O recente estudo da GlobalWebIndex “Annual Report 2011” reforça esta informação embora indique algumas alterações ao nível da utilização das redes sociais, cada vez mais utilizadas para partilha de conteúdos e menos para a criação dos mesmos.

Apesar da confiança demonstrada nos pares indicada acima, um estudo da Edelman “Trust Barometer” de 2011 vem demonstrar que, entre pessoas com ensino universitário e de idades compreendidas entre os 25 e 64 anos, a confiança nos pares decresceu de 47% para 43% de 2009 para 2010, surgindo a indicação da confiança em especialistas. De salientar que este resultado tem de ser visto como sendo o de uma população mais educada e não da população em geral. De qualquer forma, demonstra que os especialistas nas suas áreas continuam a ser importantes.

Não será por acaso que um dos objetivos da presença online de empresas seja o de identificar os líderes de opinião/ especialistas nas suas áreas para que estes tenham sempre informação disponível sobre as suas marcas e, quem sabe, se tornem algo evangelistas das mesmas.

De salientar ainda o crescimento de 31% para 50% relativo à confiança depositada no CEO de uma empresa. Este dado é importantíssimo num mundo que, cada vez mais, procuramos a verdade por detrás da publicidade, num mundo em que o consumidor despe a comunicação que recebe da marca para perceber efetivamente o que esta é e o que realmente lhe oferece (e daí a importância do Marketing with Meaning). Este crescimento da confiança no CEO da empresa traz valor à mesma mas pode também resultar numa quebra de confiança caso o CEO se veja envolvido em questões menos claras, descredibilizando assim a marca que representa.

Fonte: eMarketer “Who Gives The Most Trusted Recommendations?

TMT Previsões para 2011 – Estudo Deloitte

“O crescimento dos dispositivos móveis, a liderança da televisão no campo dos media, as oportunidades económicas ao nível do online e o aumento do tráfego internet e a resposta das operadoras são as principais tendências do estudo TMT Predictions 2011. Esta análise reflecte a visão da Deloitte sobre as grandes tendências nos sectores de Tecnologia, Media e Telecomunicações para os próximos 12 a 18 meses com impacto nas empresas.”

PC ultrapassado pelos smartphones, tablets e netbooks

O estudo refere que “as vendas agregadas de smarthphones, tablets e netbooks” irão ultrapassar as de pc’s que deverão estabilizar nos 400 milhões de unidades. “Apesar do PC não desaparecer, o caminho futuro aponta para a diversidade a nível de dispositivos, processadores e sistemas operativos, com alterações de modelos de negócio e o surgimento de novas oportunidades relacionadas com novos dispositivos, aplicações e periféricos.”

Outra das conclusões está ligada à ascensão dos tablets no mundo empresarial, partindo do efeito de contágio da utilização pessoal, das aplicações específicas para estas plataformas e o potencial em certos setores, como no auxílio à Força de Vendas.
Se em alguns sectores creio ser difícil isto acontecer, na área das vendas, como forma de auxilio na demonstração dos comerciais, creio que poderá ter um enorme sucesso.

“Ainda ao nível da tecnologia, Portugal acompanha a tendência internacional de diversificação de plataformas, terminando o domínio de um único sistema operativo no mercado de smartphones e tablets, durante 2011.” A luta será entre o sistema do iphone e o android, estando o último disponível num maior número de aparelhos.

TV como super media

“Nos media, a televisão mantém o domínio e deverá continuar a investir na sua reinvenção enquanto media de comunicação. Esta é uma tendência que se verifica tanto ao nível internacional como em Portugal. A Deloitte prevê que a televisão vai consolidar o seu estatuto de super media, com o aumento de audiência, devido ao crescente número de horas passadas em frente ao televisor, e crescimento das receitas de publicidade, subscrição, pay-per-view e licenças. A nível global, este fenómeno vai gerar um crescimento da publicidade na televisão de 135 mil milhões em 2007 para 145 mil milhões de euros em 2011, o que contrasta com o declínio nos jornais e revistas de 95 mil milhões para 70 mil milhões de euros no mesmo período. Paralelamente, os programas de televisão vão ser o tópico de conversa mais comum nas redes sociais, gerando mais de um bilião de tweets, e tornando-se num verdadeiro canal influenciador junto dos consumidores.” De fato, e ao contrário do que se pensava, a TV vai continuar a ser o meio, por excelência, de consumo de media. Aliás, assiste-se ao aumento de consumo de media e à utilização de vários media em simultâneo. A Internet não matou a TV nem se prevê que o venha a fazer, tal como a TV não matou o cinema… O consumo de conteúdos está muito ligado à procura do melhor ecrã disponível, e o melhor ecrã em casa ainda é o da televisão.

O estudo indica ainda que a proliferação da importância da TV se deve ao baixo impacto da proliferação de aparelhos de gravação. Nesta área, creio que assistiremos a uma alteração num futuro próximo uma vez que há cada vez mais pessoas com estes dispositivos (nomeadamente as conhecidas set-up-box dos distribuidores de conteúdos) e falava-se em my time em vez de prime time, algo que este estudo não assume pois caracteriza os consumidores como sendo ainda bastante passivos em relação ao meio TV. Creio que nas gerações mais novas, esta realidade já não se verifica. No meu caso, posso dizer que sou uma utilizadora frequente do meu gravador.

Redes Sociais com enorme potencial mas fraca concretização

A consultora Deloitte “prevê que, em 2011, as redes sociais ultrapassem a barreira dos mil milhões de utilizadores. Contudo, o investimento publicitário neste tipo de veículos será muito pouco significativo, menos de 1 por cento do investimento total. Para os novos media podem surgir fontes de receitas mais aliciantes do que a publicidade tais como sistemas de pagamento e e-commerce.” As Redes Sociais vão continuar a dividir opiniões e, segundo a consultora, poderão ser a próxima bolha dotcom.

Jogos em crescimento

O mercado dos jogos vai continuar igualmente crescer devido ao aumento da popularidade das redes sociais, dos smartphones e tablets, mas com base em fontes de receitas mais diversificadas. Uma percentagem cada vez maior de receitas virá de subscrições mensais, vendas de periféricos, taxas de serviços ou conteúdos extra e de compras e publicidade in-game nos mercados free-to-play (F2P) e Freemium.” É a diversificação da fonte de receitas e a estratégia de ter duas linhas, uma base que seja gratuita e outra de valor premium, que estará sujeita a pagamento. É a criação de valor adicional para justificar o custo.

Distribuição de Música Digital ultrapassa os formatos físicos

“A influência do online é igualmente sentida no campo da música com as receitas referentes à distribuição de música digital a ultrapassem as dos formatos físicos (CD).” Esta conclusão advém do acentuado declínio no mercado de CD e não necessariamente ao aumento das vendas em formato digital.

Telecomunicações – LTE aquém das expectativas, wi-fi com grande crescimento e videochamadas sem convencer

“No que toca ao sector das telecomunicações, a Deloitte prevê que, em 2011, a implementação da próxima geração de redes móveis, Long Term Evolution (LTE), irá ficar aquém das expectativas uma vez que as mais recentes tecnologias de 3.ª geração, com o HSPA+ e os equipamentos que as suportam, vão continuar a responder às actuais necessidades dos consumidores.“ O wi-fi vai crescer, “entre 25 a 50 por cento, face ao tráfego efectuado através de redes móveis (GSM/UMTS). A grande fatia deste crescimento deve-se ao aumento da procura relacionada com dados multimédia, onde o Wi-Fi irá ser a rede padrão.As videochamadas terão um crescimento modesto. “As razões podem ter a ver com o facto de uma vídeo-chamada ainda ser percebida como excessiva face a um simples telefonema e demasiado impessoal para uma conversa importante.”

Mais algumas tendências importantes

“Nas 18 tendências apontadas pelo relatório TMT Predictions 2011 estão ainda contempladas previsões como o valor da informação pessoal presente nas redes sociais e novos media como uma peça essencial para a área do marketing, o reforço do peso das energias renováveis com o regresso do hidrogénio, o crescente sucesso dos espectáculos de música face ao declínio das vendas das editoras e o E-Gov como o futuro sem burocracia.”

Fonte: Deloitte

Estudo completo, aqui.

Nova ferramenta de marketing online “Glooq”

“A partir de 8 de Fevereiro a ZON reforça a sua oferta de serviços on line disponibilizando o Glooq, uma ferramenta de marketing que permite ao utilizador incluir anúncios em todas as suas mensagens de correio electrónico pessoais e empresariais, atingindo toda a sua rede de contactos.

“Com base num plug-in para Microsoft Outlook, esta ferramenta, que integra funções avançadas de gestão de campanhas e análises estatísticas das mesmas, as comunicações diárias tornam-se um canal de publicidade económico e extremamente eficaz”, explica a empresa.”

Le notícia completa no Jornal Briefing.

70% dos Marketeers não acompanham o que se diz online sobre a marca

Um estudo da Alterian indica que 70% dos Marketeers praticamente não sabem o que se diz sobre a sua marca nas redes sociais nem as monitorizam em termos de gestão. 77% considera ainda que a sua marca pode estar em risco por não envolver tanto os consumidores como deveria. De notar que 57% acredita que o budget global de Marketing vai aumentar nos próximos 12 meses, subindo esta percentagem para 75% quando se fala no aumento do budget para Marketing Online/ Social Media (ver infografia).

Nota-se uma grande importância percebida relativamente a mensagens/ eventos personalizados, com quase 1/4 dos inquiridos a indicar que o fazem.

43% dos e-mails enviados têm por base um segmentação e o envio de uma mensagem diferente para cada segmento. No entanto, apenas 13% dos e-mails são enviados com base em preferências individuais dos utilizadores com monitorização em tempo real.

De fato, o Marketing Relacional é algo tão necessário (em muitas área, principalmente aquelas em que existe uma enorme dificuldade de diferenciação das marcas) quanto dispendioso. Assim, é importante pensar bem antes de avançar para estratégias nesta área, nomeadamente ao nível da personalização. Por outro lado, as redes sociais são uma realidade incontornável e, mesmo que a marca não esteja em nenhuma rede social, provavelmente estará já a ser falada pelos seus consumidores e deverá, no mínimo, monitorizar a conversação. Aliás, o mais importante das redes sociais é ouvir. Numa segunda fase é que deverá tratar de envolver os consumidores (se fizer sentido para a sua estratégia) e é nesta fase que entrará nas redes sociais, seguindo uma estratégia e objectivos, tal como o faria em qualquer outra acção de Marketing. Este é um trabalho a tempo inteiro e não algo que se deve fazer uns minutos por dia pois, caso contrário o foco nunca vai estar realmente nesta área e vai falhar no feedback. E os consumidores não perdoam ser ignorados num local de conversação/ partilha.

Interessante a frase citada no estudo:

“Engaging users across social media platforms has become a full time job. Not only do you need to participate, you need to be able to monitor and analyze the chatter.”
CMSWire
“A Look Back at Web Engagement in 2010” December 28, 2010

O estudo foi realizado online (através do envio direto por email) e offline (em vários eventos da indústria por todo o mundo). Os inquiridos tinham a seguinte distribuição por território: 71% América do Norte, 17% Europa, 7% Ásia Pacifico, 2% América do Sul, 1% Médio-Oriente, 2% Outros.

Rapidez na compra pode estar relacionada com o sobrenome

Os investigadores Kurt A. Carlson (Georgetown University) and Jacqueline M. Conard (Belmont University) concluiram que a rapidez com que uma compra é feita está diretamente relacionada com o sobrenome de cada pessoa. O sobrenome em causa é aquele com que a pessoa nasceu e não o que adquiriu mais tarde por casamento.

A investigação concluiu que esta ligação à primeira letra do sobrenome está relacionada com as chamadas na escola e em outros locais que é feita por ordem alfabética (em Portugal utiliza-se pouco o sobrenome e mais o primeiro nome, será que aqui também faz sentido?). Assim, quanto mais o sobrenome de uma pessoa começa com uma letra que aparece mais tarde no alfabeto, mais essa pessoa estará habituada a esperar e mais tenderá a comprar mais rapidamente quando a compra não depende da variável nome. Segundo o estudo, serão estas pessoas a esperar em grandes filas para serem as primeiras a comprar algo ou a valorizar uma oferta de uma marca que lhes possibilite um compra antes de todos. Quanto aos sobrenomes começados com letras do início do alfabeto, o estudo conclui que estão habituados a ter as coisas primeiro e que não dão muito valor a este tipo de oferta.

Mais um estudo que poderá ser muito importante para as estratégias de Marketing, nomedamente no Marketing Relacional que, no limite, poderá ser one-to-one. De qualquer forma, é importante lembrar que nem todos os países ordenam alfabeticamente pelo último nome e também que existem diferenças culturais de país para país (ou até de cidade para cidade) pelo que este estudo, para ser tido em conta, deveria ser validado em cada país e dentro deste, em vários locais.

Mais informações em Science Daily, a partir de um estudo do Journal of Consumer Research.