Publicidade que marca

 

Por estes dias, dois spots publicitários destacaram-se no mundo da Publicidade. Fizeram não só com que as suas marcas/ mensagens fossem faladas mas também que fossem bastante artilhadas. A isto chama-se Publicidade com significado. E Publicidade bem feita. E é isso que falta muitas vezes.

Esta publicidade é de uma brutalidade atroz mas também brutais são os nosso cuidados, ou melhor, a falta deles, com a nossa pele. Porque achamos que não precisamos, porque é só um bocadinho de sol que vamos apanhar, porque não vamos para a praia logo não precisamos de protector, etc. Muitas são as desculpas… algumas delas eu mesma utilizava, ainda que tivesse o cuidado de colocar protector na praia muitas vezes, uma vez que tenho uma pele super clara. Ando há anos a alertar as pessoas que o cancro de pele é real e que é necessário colocar protector quando se anda mais tempo ao sol mas, no dia-a-dia, também eu não ligava muito a este assunto.

Este vídeo mostra a realidade, mesmo quando não a vemos. E com a visualização do mesmo, espera-se alteração de comportamentos. Com este vídeo, passamos da sensibilização para os cuidados com a pele para a realidade do que é a nossa pele quando não a protegemos. E porque não há nada melhor que a realidade e o poder da imagem, espero que este vídeo (que já vi partilhado por grande parte da blogosfera portuguesa) faça, realmente, a diferença e acorde as pessoas para o que, literalmente, têm na própria cara.

O IKEA tem vindo a mostrar ser brilhante com as suas mais recentes acções de Publicidade e activação de marca. Este vídeo é um desses exemplos e levou a marca a ser bastante difundida através de uma ideia tão simples quanto comparar o seu catálogo com um ebook/ tablet. A verdade é que, daqui a algum tempo (ou mesmo já hoje para os mais novos) as pessoas vão ter dificuldade em perceber o que é isso de livro (ou revista, no caso) e o IKEA soube pegar nesta nova realidade e fazer dela uma sátira muito bem feita.

Não é o online que “mata” os meios ditos “tradicionais”, o que acaba com qualquer campanha, online ou offline, é a falta de boas ideias, de um conceito que passe e que fique na cabeça das pessoas.

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A Publicidade Não Tem que Ser Sempre Igual

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Marketing Digital – site, social media, crossmedia e web colaborativa

 

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Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.

Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.

Estratégia Digital

Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.

domainE como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.

Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.

Crossmedia

Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.

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Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.

Superbowl, as interacções sociais e o peso do mobile

 

trendrr_tv_superbowl47_infographicÉ um evento nos EUA que reúne audiências estrondosas e onde grandes marcas continuam a apostar em publicidade nos seus intervalos. A diferença é que, hoje em dia, muitas destas marcas já validaram os seus spots no meio online e muitos até já se tornaram virais mas, para estas, continua a valer a aposta no meio TV.

Não se escolhe necessariamente um meio em detrimento de outro, o que se faz actualmente é estar em múltiplos ecrãs porque já se percebeu que, também os utilizadores, navegam entre eles. É uma realidade de múltiplos media ((Northdrup: s/d). Hoje assistimos ao consumo de vários media em simultâneo, com diferentes ecrãs abertos ao mesmo tempo, não sendo raro estar em frente a uma TV e, ao mesmo tempo, ter o computador ligado e ainda estar a escrever no telemóvel. É aliás esta nova realidade que levou à ascensão da chamada Social TV, uma TV que se está a ver, ao mesmo tempo que se  comenta em outras plataformas não estando já uma pessoa a ver um programa sozinha mas em conjunto com outras pessoas com as quais estabelece uma conversa. É uma nova forma de interagir com o programa que, muitas vezes, embora ainda de forma hesitante, já é utilizada por certos programas para, por exemplo, receber perguntas dos espectadores em directo.

Interessante notar na infografia de Trendrr, que o Mashable apresenta no seu texto “Super Bowl Social Media Activity 3 Times Higher Than 2012“, que não só a interacção nos Social Media cresceu bastante entre 2012 e 2013 como 88% dos acessos foram feitos via mobile, sendo que nestes, o Iphone continua dominante (60%).

A salientar ainda a campanha da Oreo que soube aproveitar da melhor maneira os 30 minutos de corte de energia no Superbowl. É aqui que está a genealidade, no conseguir uma campanha brilhante quando a audiência está à espera de algo que não acontece e se transforma esse vazio numa mensagem. Exactamente quando a audiência perde a imagem e se vira para as redes sociais para falar sobre o assunto, surge uma marca que nos diz que mesmo no escuro se pode  comer uma bolacha. Tão simples e tão eficaz..

(Update 06/02/2013) Não esquecer também o exemplo português da Torke ao criar o site “Lyoncifica o teu nome logo que foi conhecido o nome da primeira filha de Luciana Abreu.

As marcas e a música

Já há alguns anos que várias marcas se associaram ao mundo da música: é o Super Bock, Super Rock, o Optimus Alice Festival, o Sudoeste TMN, o Delta Tejo… as marcas encontraram no filão da música uma forma alternativa de se expressarem e de chegarem de uma forma diferente aos públicos-alvo pretendidos. É uma maneira de chegar aos jovens, de se mostrarem atuais e dinâmicas, de se posicionarem como marcas jovens e refrescantes e de atraírem os jovens de hoje, em áreas em que é expectável que gastem o seu dinheiro. E é bom recordar que os jovens de hoje são os quadros de amanhã e que neste grupo também se integram os eternos jovens para quem os festivais de música são verdadeiros locais de culto. E claro, o mundo da música agradece e espera que as marcas não mudem de ideias e continuem a apoiá-lo.

Recentemente assistimos a um novo passo neste casamento de marcas e música. A Vodafone lançou a primeira rádio de marca em Portugal, Vodafone FM, e abriu novas possibilidades neste campo. Esta rádio não será o business core da marca mas reforça o seu posicionamento como dinâmica e inovadora, contribuindo para a missão da empresa que passa por “ser a mais admirada do Sector das Telecomunicações e uma das mais admiradas em Portugal pela relação que estabelece com os Clientes e pela atitude inovadora”. A rádio dedica-se a um “público urbano, jovem, irreverente, imaginativo, interactivo e aberto a novas experiências musicais” e tem uma estratégia de forte aposta na relação com os ouvintes, seguindo o claim da marca “Power to You” que aqui se torna “Mexe na Música”. A Vodafone é detentora do brand da rádio que é produzida pela Media Capital Rádios, fazendo parte da sua estratégia de rádios de nicho.

Depois da Vodafone Fm foi lançada a SWtmn numa clara alusão ao festival do Sudoeste patrocionado há já vários anos pela marca. A Vodafone Fm veio ocupar o espaço deixado pela Romântica e a SWtmn o espaço da Rádio Capital. Ambas têm emissão no éter no Porto e em Lisboa e também emissão online, apostando num site que trabalha em ligação com o Facebook. Enquanto a Vodafone Fm decidiu que seriam os ouvintes a definir a rádio: escolha dos apresentadores, escolha do novo jingle, escolha das músicas que continuam no ar… a SWtmn apostou em caras conhecidas como Raquel Strada e Rui Pêgo que prometem “acampar no teu rádio” para chegar ao público-alvo. Será uma rádio “feita por pessoas especializadas na música para pessoas que gostam de música”, uma clara tentativa de diferenciação da Vodafone Fm. Tal como na Vodafone Fm, a SWtmn – o Sudoeste online – é o resultado de uma associação entre a TMN  e um segundo operador – a Rádio Capital, detida pelo grupo LusoCanal de Luís Montez. A SWtmn vem reforçar a aposta da TMN na área da música “que surge agora reforçada e ancorada em quatro vectores principais: Festivais, uma rádio, uma sala de espectáculos permanente e o serviço Music Box. “TMN, Música no Máximo” é a assinatura que reflecte a aposta.”

A Super Bock também não quis ficar de fora e acaba de lançar uma plataforma “agregadora de todas as iniciativas da Super Bock ligadas à música (que) vai juntar a SBSR Dj Tour, SBSR Band In A Van, SBSR Roadie dos The National, SBSR Summer Parties e um programa na rádio Radar. Reforçando a comunicação online da marca, a plataforma pretende ainda servir como veículo de partilha de informação, contendo todos os eventos e actividades patrocinados e com apoio da Super Bock, bem como as novidades desta área, bandas revelação nacionais e internacionais, novos álbuns, os cartazes dos festivais onde a Super Bock está presente, passatempos ou oferta de bilhetes para concertos nacionais e internacionais.”

É o online em movimento e a percepção que esta é uma plataforma muito utilizada pelos jovens. Se as marcas quiserem ter uma relação com eles, terão de estar onde eles estão e esforçarem-se para serem relevantes para os mesmos, numa altura em que somos bombardeados com cada vez mais escolhas e temos cada vez menos tempo para ouvir a proposta de valor de cada uma delas.

Email como ferramenta de comunicação online

Apesar dos prognósticos de 2010 de Sheryl Sandberg, Directora Executiva do Facebook, terem alguma validade quando indica que “os jovens preferem as redes sociais e as SMS para comunicar, e apenas uma pequena parte continua a usar serviços de email actualmente”, a verdade é que o email está vivo e continua a ser o principal meio de comunicação para a maioria dos utilizadores da Internet, sendo a primeira opção para comunicações comerciais. Em termos de comunicação pessoal, a preferência recai no telefone mas o email mantém-se como o principal meio escolhido para a comunicação online em todas as faixas etárias, à excepção dos jovens entre os 18 e 29 anos.

Segundo um estudo da agência Merkle87% dos utilizadores da Internet continuam a utilizar diariamente o seu email pessoal, dentro deste número 60% dos que tinham uma conta separada de email, para acesso a comunicação de empresas, também a verificavam diariamente. Estes números não têm sofrido grandes mudanças nos últimos anos.

De salientar que, segundo o mesmo estudo, os utilizadores de redes sociais têm maior probabilidade de verificar o e-mail 4 ou mais vezes por dia do que outros utilizadores de Internet e são também aqueles que menos respondem não verificar o email com frequência.

Ainda assim, nota-se um decréscimo no tempo passado no email relativamente a todas as faixas etárias abaixo dos 55 anos, com a utilização do email entre os jovens dos 12 aos 17 anos a atingir a queda máxima, descrescendo em 59%, segundo o relatório da comScore “2010 U.S. Digital Year in Review”.

Hoje os internautas possuem inúmeras formas de se comunicar através da rede, sendo que podem fazê-lo por meio dos computadores, dos telefones celulares, das mensagens instantâneas ou das redes sociais. O declínio no uso do email é só uma prova dessa nova dinâmica, onde impera a comunicação sob demanda e atendida por diversas opções”, indica Mark Donovan, vice-presidente de mobile da comScore.

O acesso ao email está então a decrescer em termos de utilização para assuntos pessoais (ainda assim mantém-se como o principal meio de comunicação online) e está a aumentar para assuntos profissionais, estando também a crescer o acesso a esta ferramenta através de dispositivos mobile.

Fontes: eMarketer, Web Marketing Tuga e tec.com.pt

Nota: os estudos indicados referem-se ao mercado norte-americano.

Nova ferramenta de marketing online “Glooq”

“A partir de 8 de Fevereiro a ZON reforça a sua oferta de serviços on line disponibilizando o Glooq, uma ferramenta de marketing que permite ao utilizador incluir anúncios em todas as suas mensagens de correio electrónico pessoais e empresariais, atingindo toda a sua rede de contactos.

“Com base num plug-in para Microsoft Outlook, esta ferramenta, que integra funções avançadas de gestão de campanhas e análises estatísticas das mesmas, as comunicações diárias tornam-se um canal de publicidade económico e extremamente eficaz”, explica a empresa.”

Le notícia completa no Jornal Briefing.

Empresas em Rede têm melhor performance

Um estudo recente da consultora McKinsey indica que “está a emergir uma nova classe de empresas – que utiliza as tecnologias colaborativas da web 2.0 para conectar o trabalho interno dos funcionários e ampliar a ligação da empresa aos consumidores, parceiros e fornecedores”. São as Empresas em Rede.

A consultora considera ainda que “a utilização das ferramentas da web 2.0 está a aumentar significativamente a performance destas empresas”. Assim, as “empresas que trabalham integralmente em rede (fully networked enterprises) terão maior probabilidade de ser lideres de mercado e de ganhar quota de mercado bem como de utilizar estratégias de gestão que resultam em margens de lucro superiores às das empresas que utilizam a Web de forma mais limitada”.

De fato, não sendo fácil de medir a presença online e a interação com os consumidores (embora já existam várias ferramentas nesta área – falámos de algumas delas, aqui), cada vez mais é consensual que a aposta nesta área é bem recebida pelos consumidores e tende a gerar lucro, nomeadamente através do trabalho ao nível da notoriedade e abertura ao diálogo da marca e ao nível da fidelização dos clientes num mundo que é muito difícil a diferenciação da concorrência na maioria dos produtos/ serviços. Para além disso, é importante lembrar que “quase 90% das decisões de compra começam com uma pesquisa online”.

Seguindo os resultados do estudo, a McKinsey considera que “o imperativo para os lideres empresariais é claro: ficar para trás na criação de redes (networks) internas ou externas pode ser um erro decisivo. Os executivos devem direcionar as suas organizações no sentido de as tornarem empresas que funcionem integralmente em rede” e apresenta alguns passos específicos a dar.

Consumo de Media continua a crescer

Segundo um estudo da eMarketer sobre os EUA (mas que, creio, será válido também para a Europa) o consumo de media está a aumentar globalmente, ou seja, continuamos a consumir cada vez mais media (de 635 minutos em 2008 para 660 minutos em 2010). A TV e o vídeo (não online) continuam a ser os meios dominantes.

De salientar que o mobile tem apenas 7% do tempo total gasto com os media mas apresenta a maior taxa de crescimento do setor (21,9% em 2009 e 28,2% em 2010). Também a crescer está a Internet (embora em ligeiro abrandamento uma vez que cresceu 6,6% em 2009 e 6,2% em 2010). A TV, que continua a ser o meio dominante, apresentava um crescimento de 5,1% em 2009 e descresce em 2010 1,1%. A rádio está a decrescer ligeiramente e as revistas e jornais apresentam uma queda acentuada. (De que só foram considerados a rádio via éter e imprensa impressa, não entrando aqui a vertente online).

A ler o artigo completo da eMarketer.

As tendências de consumo dos media são importantes para os Marketeers perceberem onde estão os consumidores e explicam o fato da publicidade online ter ultrapassado a publicidade em jornais bem como o fato do investimento em Marketing Directo (essencialmente na área online através do email marketing e do investimento em social media) mostrar tendência para crescer. Mas atenção, o investimento, por exemplo, em social media, não deve ser feito pelas razões erradas, deve fazer parte de uma estratégia.

Potenciais “embaixadores” de marcas e presença online por género

Jovens online são potenciais embaixadores de marcas” diz o Fibra segundo um estudo da Omnicom Group. Já sabíamos mas este estudo, relativo aos EUA, vem confirmá-lo.

O estudo centra-se ainda na predominância da faixa etária feminina jovem “aproximadamente um quarto das raparigas entre 13 e 18 anos despende, pelo menos, 3 horas por dia online e outros 37% estão pelo menos 1 a 2 horas diárias a navegar na web.” De salientar que o Facebook e YouTube são as redes sociais que registam maior presença online relativamente a esta faixa etária.

Muito interessante é também a divisão por géneros sobre o acesso às várias redes sociais. A infografia é de 2009 e foi feita pelo site Information is Beautiful a partir da informação compilada por Brian Solis, com dados Google Ad Planner. Post descoberto em The Next Web. Post original de Brian Solis.

A utilização da Internet em 2010 – Relatório Eurostat

Segundo o relatório do Eurostat “Internet usage in 2010 – Households and individuals“, 70% dos lares da Europa a 27 têm acesso à Internet, comparativamente aos 49% do primeiro quadrimestre de 2006. A percentagem de lares com banda larga duplicou, estando atualmente nos 61%. O acesso à Internet é, em média, 20% mais alto em lares com crianças.

Os países com maior taxa de penetração da Internet nos lares é a Holanda (91%) e o que tem menor penetração a Roménia (33%). Portugal situa-se nos 54% de taxa de penetração de Internet em casa em 2010, subindo de 35% em 2006.

Relativamente ao acesso por banda larga, a maior penetração encontra-se na Suécia (83%) e a menor pertence novamente à Roménia (23%). Portugal duplicou a taxa de acesso à Internet em casa, através de banda larga, de 24% em 2006 para 50% em 2010.

Na Europa a 27, em 2010, aproximadamente 90% dos utilizadores de Internet enviam e-mails, não existindo diferenças significativas entre as várias faixas etárias. Relativamente à utilização da Internet para postagens em chats, blogs e redes sociais, as diferenças são enormes: 4/5 dos utilizadores entre 16-24 utilizam estas possibilidades, enquanto que na faixa 25-54 apenas 2/5 o faz e no grupo 55-74 não chega a 1/5. A taxa de utilização desta forma de comunicação é mais alta em todos os grupos na Polónia, Lituânia e Portugal.

Na utilização da Internet para chamadas por ip e videochamadas, as diferenças são menos pronunciadas.

Assim, pode concluir-se que a utilização da Internet em casa chega a todas as faixas etárias, sendo que as casas com crianças têm maior probabilidade de ter acesso à Internet. Relativamente às utilizações, a mais massificada é o e-mail com todas as faixas etárias a utilizarem-no. A conversação online, através de chat, blogs ou redes sociais, tem também alguma penetração, liderada pela faixa etária 16-24 e as chamadas online e as videochamadas têm ainda uma importância inferior em termos de penetração, com a mesma faixa etária a liderar a sua utilização.

Eurostat news releases on the internet: http://ec.europa.eu/eurostat