Publicidade que marca

 

Por estes dias, dois spots publicitários destacaram-se no mundo da Publicidade. Fizeram não só com que as suas marcas/ mensagens fossem faladas mas também que fossem bastante artilhadas. A isto chama-se Publicidade com significado. E Publicidade bem feita. E é isso que falta muitas vezes.

Esta publicidade é de uma brutalidade atroz mas também brutais são os nosso cuidados, ou melhor, a falta deles, com a nossa pele. Porque achamos que não precisamos, porque é só um bocadinho de sol que vamos apanhar, porque não vamos para a praia logo não precisamos de protector, etc. Muitas são as desculpas… algumas delas eu mesma utilizava, ainda que tivesse o cuidado de colocar protector na praia muitas vezes, uma vez que tenho uma pele super clara. Ando há anos a alertar as pessoas que o cancro de pele é real e que é necessário colocar protector quando se anda mais tempo ao sol mas, no dia-a-dia, também eu não ligava muito a este assunto.

Este vídeo mostra a realidade, mesmo quando não a vemos. E com a visualização do mesmo, espera-se alteração de comportamentos. Com este vídeo, passamos da sensibilização para os cuidados com a pele para a realidade do que é a nossa pele quando não a protegemos. E porque não há nada melhor que a realidade e o poder da imagem, espero que este vídeo (que já vi partilhado por grande parte da blogosfera portuguesa) faça, realmente, a diferença e acorde as pessoas para o que, literalmente, têm na própria cara.

O IKEA tem vindo a mostrar ser brilhante com as suas mais recentes acções de Publicidade e activação de marca. Este vídeo é um desses exemplos e levou a marca a ser bastante difundida através de uma ideia tão simples quanto comparar o seu catálogo com um ebook/ tablet. A verdade é que, daqui a algum tempo (ou mesmo já hoje para os mais novos) as pessoas vão ter dificuldade em perceber o que é isso de livro (ou revista, no caso) e o IKEA soube pegar nesta nova realidade e fazer dela uma sátira muito bem feita.

Não é o online que “mata” os meios ditos “tradicionais”, o que acaba com qualquer campanha, online ou offline, é a falta de boas ideias, de um conceito que passe e que fique na cabeça das pessoas.

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A Publicidade Não Tem que Ser Sempre Igual

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Marketing, Wearables, Facebook, Instagram e Publicidade

Marketing e Wearables

Marketing: old school/ new school. Top Ferramentas de Marketing em 2014.

Os wearables já têm loja própria na Amazon.

Facebook e Instagram

Facebook apresentou vários serviços e actualizações na conferência F8 e anunciou que este evento passa a ser realizado anualmente. Foi também aqui que o movimento internet.org mostrou pela primeira vez o seu Innovation Lab, permitindo aos participantes testarem a sua app numa conexão móvel 2,5g, semelhante à que existe nos países em desenvolvimento.

Perfomance das páginas de Facebook relacionadas com o turismo em PortugalRegiões de Turismo | Agências de Viagens | Hotéis | Companhias Aéreas.

Campanhas com menor performance são retiradas automaticamente do ar no FacebookAlguns mitos (ou não!) do Facebook.

Segundo estudos recentes, páginas de marcas no Instagram podem ter mais engagement do que as suas páginas no Twitter ou Facebook.

TAP traz avião para Belém, outdoor que aproveita o espaço Publicidade

 TAP traz avião para Belém.

Rebranding Global da FCB.

Content Marketing – Do Storytelling à TV Social

 

A importância do storytelling cresce a cada dia pois, num mundo em que a informação não pára e somos constantemente bombardeados por ela, só quem tiver uma boa história e a concretizar bem, irá conseguir sobressair da multidão.

The division between storytelling and marketing has dissolved. Stories play on people’s fears and emotions. With stories, brands connect with readers on a more human level.

in Social Media Today

Ao mesmo tempo, assistimos à emergência da TV Social e de como as estações de televisão estão a lidar com esta nova realidade e com a necessidade de criar conteúdos em outras plataformas.

TV networks are trying to take advantage of viewers who are increasingly multitasking as they watch shows. More than 40% of Americans have smartphones or tablets in their hands each day as they watch TV, according to Nielsen.

in The Wall Street Journal

O Content Marketing passa (ou deve passar) assim a ser o foco das empresas quer nas histórias que criam em publicidade, nas redes sociais ou mesmo na continuidade para outras plataformas. De salientar que o processo começa no planeamento e que é também importante que a marca esteja atenta ao que se diz sobre si.

Frases inspiradoras do Mundo Digital

 

facebookA partir do artigo “11 Frases Inspiradoras do Mundo Digital”, do site Midias Sociais, gostaria de destacar algumas que me parecem bastante pertinentes e até óbvias mas de que muitas vezes as marcas se esquecem:

1- “There’s never been a better time to be in advertising, and there’s never been a worse time.” – Aaron Reitkopf, CEO da agência Profero

Actualmente há tantas formas de trabalhar a divulgação de uma marca que nunca existiram antes pelo que parece que nunca foi tão fácil fazê-lo. Ao mesmo tempo, a multiplicidade de janelas/ plataformas faz com que os públicos estejam cada vez mais fragmentados e que seja muito difícil captar a sua atenção. Isto acontece também porque todos os dias somos bombardeados com imensas mensagens, não só de múltiplas plataformas mas também, graças à Internet, de diversos países pelo que só algo muito relevante para nós conseguirá sobressair e captar a nossa atenção.

4- “The Best Marketing Strategy Ever: Care, Gary Vaynerchuk

Num artigo que li recentemente, defendia-se que as pessoas se ligam racionalmente e emocionalmente a uma marca. Se o racional está mais ligado a algo imediato (descontos, promoções), o emocional está ligado a um valor acrescentado, a uma estreita ligação com a marca. Esta segunda dimensão deve ser, cada vez mais, trabalhada pela marca porque a melhor forma de nos ligarmos a algo, chegando até a tornarmo-nos embaixadores da mesma, será ter com a marca uma relação afectiva. De salientar ainda que, quando a marca está em locais como o facebook, o que espero dela não será apenas promoções e divulgação da marca mas sim um canal de ligação directa nos dois sentidos (marca-consumidor e consumidor-marca).

6- Content marketing is a commitment, not a campaign. – Jon Buscall

conteudosO Marketing de Conteúdos é, cada vez mais, não uma forma de campanha/ publicidade mas um compromisso para com os consumidores e, tal como indiquei acima, há canais em que esperamos o tal valor acrescentado e um estreitamente da relação emocional. Cada vez mais o consumidor quer ser ouvido até porque sabe que, hoje em dia, se a marca não o quiser ouvir, ele terá uma grande audiência à sua espera. E isso pode resultar numa crise para a própria marca. Não esquecer que vários estudos já vieram indicar que:

9- “People influence people. Nothing influences people more than a recommendation from trusted friend. A trusted referral influences people more than the best broadcast message. A trusted referral is the Holy Grail of advertising.” – Mark Zuckerberg, Facebook

11 –  “If content is king, then conversion is queen, John Munsell, CEO da Bizzuka

converComo síntese de todas estas frases, nada melhor do que as marcas perceberem que “o conteúdo é o rei e a conversação a rainha”. Uma vez mais, as pessoas procuram valor acrescentado, que muitas vezes passam por conteúdos, até porque os produtos são, cada vez mais, semelhantes entre si. Assim, a diferenciação passará pelo valor acrescentado associado a cada produto, será o conteúdo, uma experiência, etc… Para além disso, o consumidor de hoje quer ser ouvido, ter uma resposta da marca e, mais ainda, sentir que o que está a dizer funciona como partilha com a marca, que esta utiliza os seus inputs para a enriquecer.

Para além de tudo isto, todas as acções de Comunicação e a forma de comunicar com os consumidores têm de ser sempre planeadas e trabalhadas tendo em conta as plataformas onde se está a comunicar. Planeamento, planeamento, planeamento! Bons conteúdos, criatividade e imediatismo (este último é muito importante mas não pode fazer com que se esqueçam os restantes) ajudarão a fazer o sucesso de um produto e a captar clientes fiéis, o que é, cada vez mais, difícil de encontrar no mundo actual.

A Publicidade Não Tem que Ser Sempre Igual

Fala-se no cansaço provocado pela Publicidade mas a verdade é que esta área ainda pode surpreender-nos – basta dar asas à criatividade e apostar em algo diferente. Ficam algumas ideias:

Outdoors interativos – Seja a fazer “chamadas em alta voz a custo zero”, seja a ouvir uma rádio quando se passa pelo outdoor, sejam mupis touchscreen que possibilitam a procura e download de informação, ou o aproveitamento do suporte para fazer algo diferente, tendo em conta a sombra ou a chuva para fazer o outdoor mudar, este meio parece ter ainda muito para dar.

Publicidade em Espaços Alternativos – No ar, sobre rodas… “Nem o  céu é o limite”

Publicidade em Caixas da Telepizza – É uma forma de publicidade em espaços alternativos e não me parece agressiva. Achei muito interessante e um bom aproveitamento do suporte. No início, nem que seja por ser algo novo, pode correr bem. E creio que pode vir a ser um meio interessante para alguns tipos de produtos/ serviços.

Marketing de Guerrilha – Seja em accções de PR Stunt (acções diferentes para chamar a atenção não só das pessoas – comunicação de passa-palavra – mas também para chamar a atenção dos meios de comunicação e gerar notícias), em acções que aproveitam o espaço público (das câmaras ou de ninguém como diz André Rabanea, responsável da Torke), ou em ações diferenciadoras de Relações Públicas, o Marketing de Guerrilha usa ideias diferentes para criar algo surpreendente, a partir de budgets relativamente pequenos (claro que o “pequeno” é relativo e depende da acção).

(C) Todos os direitos reservados a TORKE Guerrilha

TMT Previsões para 2011 – Estudo Deloitte

“O crescimento dos dispositivos móveis, a liderança da televisão no campo dos media, as oportunidades económicas ao nível do online e o aumento do tráfego internet e a resposta das operadoras são as principais tendências do estudo TMT Predictions 2011. Esta análise reflecte a visão da Deloitte sobre as grandes tendências nos sectores de Tecnologia, Media e Telecomunicações para os próximos 12 a 18 meses com impacto nas empresas.”

PC ultrapassado pelos smartphones, tablets e netbooks

O estudo refere que “as vendas agregadas de smarthphones, tablets e netbooks” irão ultrapassar as de pc’s que deverão estabilizar nos 400 milhões de unidades. “Apesar do PC não desaparecer, o caminho futuro aponta para a diversidade a nível de dispositivos, processadores e sistemas operativos, com alterações de modelos de negócio e o surgimento de novas oportunidades relacionadas com novos dispositivos, aplicações e periféricos.”

Outra das conclusões está ligada à ascensão dos tablets no mundo empresarial, partindo do efeito de contágio da utilização pessoal, das aplicações específicas para estas plataformas e o potencial em certos setores, como no auxílio à Força de Vendas.
Se em alguns sectores creio ser difícil isto acontecer, na área das vendas, como forma de auxilio na demonstração dos comerciais, creio que poderá ter um enorme sucesso.

“Ainda ao nível da tecnologia, Portugal acompanha a tendência internacional de diversificação de plataformas, terminando o domínio de um único sistema operativo no mercado de smartphones e tablets, durante 2011.” A luta será entre o sistema do iphone e o android, estando o último disponível num maior número de aparelhos.

TV como super media

“Nos media, a televisão mantém o domínio e deverá continuar a investir na sua reinvenção enquanto media de comunicação. Esta é uma tendência que se verifica tanto ao nível internacional como em Portugal. A Deloitte prevê que a televisão vai consolidar o seu estatuto de super media, com o aumento de audiência, devido ao crescente número de horas passadas em frente ao televisor, e crescimento das receitas de publicidade, subscrição, pay-per-view e licenças. A nível global, este fenómeno vai gerar um crescimento da publicidade na televisão de 135 mil milhões em 2007 para 145 mil milhões de euros em 2011, o que contrasta com o declínio nos jornais e revistas de 95 mil milhões para 70 mil milhões de euros no mesmo período. Paralelamente, os programas de televisão vão ser o tópico de conversa mais comum nas redes sociais, gerando mais de um bilião de tweets, e tornando-se num verdadeiro canal influenciador junto dos consumidores.” De fato, e ao contrário do que se pensava, a TV vai continuar a ser o meio, por excelência, de consumo de media. Aliás, assiste-se ao aumento de consumo de media e à utilização de vários media em simultâneo. A Internet não matou a TV nem se prevê que o venha a fazer, tal como a TV não matou o cinema… O consumo de conteúdos está muito ligado à procura do melhor ecrã disponível, e o melhor ecrã em casa ainda é o da televisão.

O estudo indica ainda que a proliferação da importância da TV se deve ao baixo impacto da proliferação de aparelhos de gravação. Nesta área, creio que assistiremos a uma alteração num futuro próximo uma vez que há cada vez mais pessoas com estes dispositivos (nomeadamente as conhecidas set-up-box dos distribuidores de conteúdos) e falava-se em my time em vez de prime time, algo que este estudo não assume pois caracteriza os consumidores como sendo ainda bastante passivos em relação ao meio TV. Creio que nas gerações mais novas, esta realidade já não se verifica. No meu caso, posso dizer que sou uma utilizadora frequente do meu gravador.

Redes Sociais com enorme potencial mas fraca concretização

A consultora Deloitte “prevê que, em 2011, as redes sociais ultrapassem a barreira dos mil milhões de utilizadores. Contudo, o investimento publicitário neste tipo de veículos será muito pouco significativo, menos de 1 por cento do investimento total. Para os novos media podem surgir fontes de receitas mais aliciantes do que a publicidade tais como sistemas de pagamento e e-commerce.” As Redes Sociais vão continuar a dividir opiniões e, segundo a consultora, poderão ser a próxima bolha dotcom.

Jogos em crescimento

O mercado dos jogos vai continuar igualmente crescer devido ao aumento da popularidade das redes sociais, dos smartphones e tablets, mas com base em fontes de receitas mais diversificadas. Uma percentagem cada vez maior de receitas virá de subscrições mensais, vendas de periféricos, taxas de serviços ou conteúdos extra e de compras e publicidade in-game nos mercados free-to-play (F2P) e Freemium.” É a diversificação da fonte de receitas e a estratégia de ter duas linhas, uma base que seja gratuita e outra de valor premium, que estará sujeita a pagamento. É a criação de valor adicional para justificar o custo.

Distribuição de Música Digital ultrapassa os formatos físicos

“A influência do online é igualmente sentida no campo da música com as receitas referentes à distribuição de música digital a ultrapassem as dos formatos físicos (CD).” Esta conclusão advém do acentuado declínio no mercado de CD e não necessariamente ao aumento das vendas em formato digital.

Telecomunicações – LTE aquém das expectativas, wi-fi com grande crescimento e videochamadas sem convencer

“No que toca ao sector das telecomunicações, a Deloitte prevê que, em 2011, a implementação da próxima geração de redes móveis, Long Term Evolution (LTE), irá ficar aquém das expectativas uma vez que as mais recentes tecnologias de 3.ª geração, com o HSPA+ e os equipamentos que as suportam, vão continuar a responder às actuais necessidades dos consumidores.“ O wi-fi vai crescer, “entre 25 a 50 por cento, face ao tráfego efectuado através de redes móveis (GSM/UMTS). A grande fatia deste crescimento deve-se ao aumento da procura relacionada com dados multimédia, onde o Wi-Fi irá ser a rede padrão.As videochamadas terão um crescimento modesto. “As razões podem ter a ver com o facto de uma vídeo-chamada ainda ser percebida como excessiva face a um simples telefonema e demasiado impessoal para uma conversa importante.”

Mais algumas tendências importantes

“Nas 18 tendências apontadas pelo relatório TMT Predictions 2011 estão ainda contempladas previsões como o valor da informação pessoal presente nas redes sociais e novos media como uma peça essencial para a área do marketing, o reforço do peso das energias renováveis com o regresso do hidrogénio, o crescente sucesso dos espectáculos de música face ao declínio das vendas das editoras e o E-Gov como o futuro sem burocracia.”

Fonte: Deloitte

Estudo completo, aqui.

Tablets – a nova plataforma que veio para ficar

A mostrar que a nova plataforma veio para ficar, para além do enorme sucesso de vendas, está o fato de algumas universidades norte-americanas estarem já a adotar “o iPad como uma ferramenta de ensino, utilizando as mais diversas aplicações multimédia como, por exemplo, animações que explicam problemas matemáticos complexos passo-a-passo.” Quem sabe a próxima geração de Magalhães não é um tablet… Creio que a utilização das novas plataformas só poderá resultar numa melhor educação e ajudar a voltar a ligar os alunos à escola,a fazer com que a vejam não como algo que são obrigados a fazer, onde são obrigados a estar mas como um mundo em que querem estar e em que, de fato, aprendem. De formas tão divertidas e úteis como pode ser a navegação na Internet e os videojogos de que tanto gostam.

De recordar que um colégio galego já tinha apresentado no início deste ano a sua mochila digital.

Dentro desta tema, creio que é muito interessante a notícia do lançamento de uma aplicação Ipad para medir a tensão, mostrando os gigantes da Apple que estão atentos não só à importância que atribuirmos, em geral e de forma crescente, à saúde e bem-estar pessoal mas também, claramente, um piscar de olho às faixas etárias mais velhas. Este fato é de extrema importância tendo em conta a estrutura populacional de pirâmide invertida dos países ditos desenvolvidos, uma vez que é também nestes que os valores disponíveis para consumo são mais altos. É assim uma forma de tentar chegar junto de faixas etárias que estão a crescer nestes locais e, por outro lado, de incentivá-las a utilizar as novas plataformas.

Actualizado a 07.01.2011:

Ler ainda, a propósito, “The Newsonomics of tablets replacing newspapers” de Ken Doctor onde o autor alerta para a necessidade de existir uma subscrição única do jornal/ revista, que inclua o acesso nas várias plataformas, e para a atenção com os preços praticados pela publicidade e os próprios custos dos jornais que devem refletir a crescente digitalização.

Consumo de Media continua a crescer

Segundo um estudo da eMarketer sobre os EUA (mas que, creio, será válido também para a Europa) o consumo de media está a aumentar globalmente, ou seja, continuamos a consumir cada vez mais media (de 635 minutos em 2008 para 660 minutos em 2010). A TV e o vídeo (não online) continuam a ser os meios dominantes.

De salientar que o mobile tem apenas 7% do tempo total gasto com os media mas apresenta a maior taxa de crescimento do setor (21,9% em 2009 e 28,2% em 2010). Também a crescer está a Internet (embora em ligeiro abrandamento uma vez que cresceu 6,6% em 2009 e 6,2% em 2010). A TV, que continua a ser o meio dominante, apresentava um crescimento de 5,1% em 2009 e descresce em 2010 1,1%. A rádio está a decrescer ligeiramente e as revistas e jornais apresentam uma queda acentuada. (De que só foram considerados a rádio via éter e imprensa impressa, não entrando aqui a vertente online).

A ler o artigo completo da eMarketer.

As tendências de consumo dos media são importantes para os Marketeers perceberem onde estão os consumidores e explicam o fato da publicidade online ter ultrapassado a publicidade em jornais bem como o fato do investimento em Marketing Directo (essencialmente na área online através do email marketing e do investimento em social media) mostrar tendência para crescer. Mas atenção, o investimento, por exemplo, em social media, não deve ser feito pelas razões erradas, deve fazer parte de uma estratégia.