O que capta a minha atenção #6

 

Gestão de Tempo e Sonhos

Porque uma boa gestão de tempo é meio caminho andado para o sucesso, deixo 12 dicas para uma gestão de tempo eficaz e porque os sonhos movem montanha, ficam também 10 formas de seguir um sonho mesmo quando se trabalha a tempo inteiro.

Facebook

Numa jogada arriscada uma vez que tem quase 1/4 do tráfego proveniente do Facebook ou numa óptima campanha de relações públicas a Eat24hours anunciou a sua saída do Facebook na sequência das diversas mudanças de algoritmos e de considerar que está a chegar a pessoas que não têm interesse para o seu negócio. Quanto ao reach percebo perfeitamente mas a verdade é que era impossível ter cada vez mais marcas no Facebook e continuar a mostrá-las quase todas ao utilizador. Para além disso, há que não esquecer que o Facebook é uma empresa e como objectivo gerar receitas.

Medição, Publicidade e Documentário

E.life alarga análise de redes sociais ao YouTube a Motion Mobile Ads chegam a Portugal.

O documentário sobre a Primavera Árabe “Estrada da Revolução”, produzido pela beActive, chega esta quinta-feira ao video on demand

Amazon 

Petição para levar a Amazon UK a voltar a ter o free super save delivery que esta filial encerrou dia 3 de Abril para vários países da Europa.

O que capta a minha atenção #3

Estamos no ano dos tablets e nas redes sociais a influência de cada um vai muito além do que se pensava.

O mercado de PC’s está em declínio e a leitura de livros em digital não substituiu a leitura de livros em papel.

A impressão 3D é mais antiga do que se pensa, o 1º protótipo foi desenhado já há 30 anos, em 1984, por Chuck Hull que vai agora ter lugar no Corredor da Fama dos Inventores.

7 apps que vão ajudar a aumentar a produtividade no trabalho.

Marketing Digital – site, social media, crossmedia e web colaborativa

 

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Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.

Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.

Estratégia Digital

Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.

domainE como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.

Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.

Crossmedia

Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.

ted

Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.

O Facebook e as fugas das Redes Sociais

 

Facebook

Uma investigação recente aborda o paralelismo entre as redes sociais e as doenças, indicando que:

“Social media is like a disease that spreads, and then dies”

O estudo da Universidade de Princeton ainda não foi validado pelos seus pares e tem como base a pesquisa de termos no Google Trends. Partindo do exemplo específico do MySpace, concluiu-se que o Facebook vai perder 80% dos seus utilizadores entre 2015 e 2017.

Facebook responde ao estudo da Universidade de Princeton,
ridicularizando o seu método de pesquisa e as conclusões daí retiradas.

No mesmo sentido de perda de utilizadores, surge o estudo americano do IstrategyLabs, entre 2011 e 2014, que aponta alguns dados que já eram do conhecimento geral, nomeadamente, a fuga de jovens do Facebook:

Algumas conclusões que podemos retirar do mercado norte-americano (que podem também estar a ser replicadas em outros países) é que os mais jovens estão a sair do Facebook mas as faixas etárias com maior poder de compra continuam lá. De qualquer forma, e estando os jovens a sair da plataforma, no futuro é possível que não regressem e, nesse caso, as faixas etárias com maior poder de compra (que passarão a ser eles) não estarão lá e há que saber acompanhá-las.

Redes Sociais - Estudo português de 2013 da Marktest

Panorama Português

No panorama português, o estudo da Marktest “Os Portugueses e as Redes Sociais 2013”, avança que 27% dos utilizadores desistiram de alguma rede social no último ano. O motivo principal é a “falta de interesse”, logo seguido por “porque os amigos mudaram”.

O estudo abrangeu 4,125 milhões de utilizadores, residentes no Continente com idades compreendidas entre 15 e 64 anos e mostra que:

As elevadas taxas de penetração do Facebook são comuns a todas as faixas da população mas entre os restantes sites há algumas diferenças nas suas posições relativas, nota a Marktest.

Alguns resultados curiosos, nomeadamente a taxa de penetração do Google +, rede em que os Marketeers terão que apostar cada vez mais até porque, sendo um produto Google, ajuda bastante a optimizar para o que é o principal motor de busca em Portugal. Poder-se-á ainda argumentar que esta rede é sobretudo “fantasma” uma vez que muitas pessoas têm conta mas não utilizam efetivamente a plataforma. De qualquer forma, os dados acima podem ser um indicador de que esta realidade tenderá a alterar-se.

Instagram e Pinterest

De salientar ainda a crescente importância das redes sociais baseadas na imagem – Instagram e Pinterest – o que não será surpreendente tendo em conta a necessidade de partilha e da vida vivida no instante, para isso, nada melhor que uma imagem.

Actualizado a 24/ 01/ 2014: Acrescentada a informação sobre a resposta do Facebook ao estudo da Universidade de Princeton.

IBM e a tecnologia em 2018

 

Guardiao digital - a tecnologia em 2018

A IBM fez um estudo que prevê como será o mundo da tecnologia em 2018 e concluiu que:

Uma possível explicação para as compras no espaço físico ultrapassarem as compras online poderá estar relacionada com a capacidade de se fazer de uma loja um local de experiência, algo que adicione valor à compra, bem como o que indica o relatório, ou seja, uma capacidade maior de entrega no próprio dia.

Cidade e tecnologia em 2018

Se, por um lado, o avanço da tecnologia permitirá maior segurança ao nível da identificação da pessoa e melhores e mais rápidos tratamentos, utilizando a personalização em termos de ADN, por outro lado, este “big brother” em que se estão a transformar todos os momentos do nosso dia implicam graves quebras de privacidade e devem suscitar a discussão pública da mesma. Do mesmo modo, esta quebra de privacidade é já, actualmente, incitada pela própria pessoa quando partilha com o mundo (através das redes sociais) as suas fotos, locais de interesse, localização, etc. Com certeza não queremos um “1984” de Orwell…

Será importante existir um equilíbrio entre o que será o benefício da sociedade e do individuo e o que será a sua esfera privada, algo que já hoje é difícil de distinguir.

Content Marketing – Do Storytelling à TV Social

 

A importância do storytelling cresce a cada dia pois, num mundo em que a informação não pára e somos constantemente bombardeados por ela, só quem tiver uma boa história e a concretizar bem, irá conseguir sobressair da multidão.

The division between storytelling and marketing has dissolved. Stories play on people’s fears and emotions. With stories, brands connect with readers on a more human level.

in Social Media Today

Ao mesmo tempo, assistimos à emergência da TV Social e de como as estações de televisão estão a lidar com esta nova realidade e com a necessidade de criar conteúdos em outras plataformas.

TV networks are trying to take advantage of viewers who are increasingly multitasking as they watch shows. More than 40% of Americans have smartphones or tablets in their hands each day as they watch TV, according to Nielsen.

in The Wall Street Journal

O Content Marketing passa (ou deve passar) assim a ser o foco das empresas quer nas histórias que criam em publicidade, nas redes sociais ou mesmo na continuidade para outras plataformas. De salientar que o processo começa no planeamento e que é também importante que a marca esteja atenta ao que se diz sobre si.

A utilização da Internet – Relatório Eurostat 2012

 

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Segundo o relatório da Utilização de Internet do Eurostat sobre a Europa a 27, mais de metade dos utilizadores da Internet colocam mensagens nas redes sociais e mais de 60% lê notícias online.

De recordar que um dos hábitos da geração Y, a partir do Relatório 2012 Cisco Connected World Technology, é o facto da “primeira ação de 90% dos jovens no momento em que acordam (ser) agarrar nos smartphones e verificar o email, mensagens e updates nas redes sociais, muitas vezes antes de saírem da cama. O inquérito (foi) realizado a 1800 estudantes universitários e jovens profissionais com idades entre os 18 e os 30 anos, em 18 países. O estudo mostra ainda que dois em cada cinco inquiridos dizem que se sentiriam ansiosos se não pudessem usar os seus smartphones para se manterem ligados, como se uma faltasse uma parte do seu corpo.” É o que se chama de “síndroma de abstinência de informação“.

O estudo do Eurostat revela ainda que Portugal é o país em que mais utilizadores colocam mensagens nas redes sociais (75%), sendo este o aspecto da Internet que mais tempo nos retira. A par deste estudo podemos ainda lembrar o da Marktest sobre Os Portugueses e as Redes Sociais em que se verifica queos utilizadores passam em média 88 minutos por dia nas redes sociais, sendo o período mais ativo o pós-laboral.”

De salientar que, no geral da Europa a 27, enviar e receber emails continua a ser a actividade mais comum (89%), logo seguida da procura de informação sobre bens ou serviços (83%). A leitura de notícias online conquista 61% dos internautas europeus, a utilização de serviços de banca online convencem 54% e 50% utiliza a internet para serviços relacionados com viagens.

Relativamente à cobertura de Internet, o relatório do Eurostat indica que 3/4 das casas na União Europeia tem acesso à Internet, o que quase duplicou desde 2006. Acima dos 90% de lares cobertos pela Internet encontram-se a Islândia (95%), a Holanda (94%), o Luxemburgo e a Noruega (93%) e a Dinamarca (92%). Portugal ficou abaixo da média da UE apenas com 61% dos lares cobertos com Internet, não chegando a duplicar a percentagem de lares cobertos em 2006 (35%).

Em termo de ligações 72% destas eram de banda larga na Europa a 27, o que em 2006 acontecia apenas em 30% dos lares. Acima dos 90% de lares cobertos com banda larga destaca-se apenas a Islândia (91%). Portugal quase triplicou a percentagem de lares cobertos com banda larga, de 24% em 2006 para 60% em 2012. Nota-se assim que, apesar da percentagem de lares cobertos com internet em Portugal não ter chegado a duplicar, a internet de banda larga tem conquistado cada vez mais espaço e o seu aumento para perto do triplo poderá ser explicado pelo facto de novas ligações serem já feitas por banda larga bem como por ligações já existentes terem sido convertidas para esta opção.

O virtual é mais real do que se pensa

Entre os funcionários da TAP condenados por insultos no Facebook e quem encomende mortes nesta plataforma está a ideia, errónea, de que o que se “diz” no mundo virtual não é, de facto, real. É importante que, de uma vez por todas se perceba que o virtual é real, só não é tangível tal como uma conversa não o é. E tal como palavras podem levar a um processo por difamação, insultos, ameaças, etc…. muito mais fácil será fazê-lo quando existem marcas escritas que, por mais que sejam apagadas, continuam a existir. A pegada digital é muito mais difícil de apagar do que a pegada física, estando já vários países a trabalhar em legislação sobre esta questão.

“Faz parte do funcionamento da Internet: pode-se apagar o conteúdo original, mas este está inevitavelmente replicado e espalhado pela rede. “

“Uma das questões que a Comissão Europeia está a ponderar é clarificar o chamado “direito a ser esquecido”, que se aplica tanto à Internet, como ao mundo offline.”

O programa Suicide Machine diz conseguir apagar parte desa pegada nas redes sociais. Uma possibilidade a explorar ou apenas uma perspectiva enganadora?

As 5 etapas de Desenvolvimento nas Redes Sociais – Forrester Research

Devido às mudanças nas tecnologias ligadas às redes sociais, o empowerment dos consumidores é uma realidade cada vez mais incontornável. Para ter êxito no mundo de hoje “as empresas terão que realizar alterações fundamentais nos seus recursos, competências, ferramentas, processo e cultura”. Num relatório recente da Forrester Research sobre o tema “Da Experimentação Social à Tranformação do Negócio” a consultora chegou à conclusão que existem cinco etapas no processo de Desenvolvimento Social: 1) Inactiva, 2) Testes, 3) Coordenação, 4) Crescimento e  Optimização e 5) Poder aos Colaboradores. As etapas deste processo serão semelhantes para as várias empresas que se encontrem na mesma fase, independentemente da sua localização geográfica, da indústria a que pertencem ou até do público-alvo ao qual se dirigem. 

No Social Media Today podemos encontrar algumas características de cada uma destas fases.

Na fase Inactiva estão as empresas que não utilizam nenhuma ferramenta de Redes Sociais. A consultora estima que 20% das empresas se encontrem nesta etapa.

A fase seguinte é a etapa de Testes, caracterizada por um “caos distribuido” (distributed chaos) uma vez que a empresa ainda não sabe bem como utilizar estas plataformas. A consultora sugere que um Marketeer experiente nesta área actue como orientador para coordenar esforços em toda a organização. Outra sugestão importante é a monitorização da conversação online sobre a marca bem como dos efeitos da sua presença nestas plataformas.

Na etapa seguinte, Coordenação, a empresa já reconhece os riscos e benefícios das redes sociais, passando do caos distribuído para uma abordagem centralizada, com os recursos a trabalhar na consistência da mensagem da empresa. Nesta fase, a Forrester Research alerta para a possibilidade de se cair no erro de querer controlar demasiado, bloqueando a iniciativa individual, característica essencial destas plataformas.

Na fase de Crescimento e Optimização a empresa passa a focar-se na optimização da estratégia das redes sociais e na integração das suas métricas com outras variáveis. Aqui, a monitorização é essencial.

Na fase do Poder aos Colaboradores, a organização já deu formação e disponibilizou plataformas de trabalho relevantes para todos os colaboradores desta área. Segundo a consultora, continua, no entanto, a ser necessário manter centros de excelência. Nesta fase, o trabalho de monitorização dos colaboradores será fortemente potenciado com ferramentas direcionadas para as Redes Sociais. A monitorização deverá passar a ser mais rápida e, cada vez mais, efectiva.

Youtube – Um Caso de Sucesso Sem Retorno de Investimento (pelo menos para já)

O gigante Google comprou o YouTube em 2006 mas, até ao momento, ainda só perdeu dinheiro com esta plataforma. Tal como o Twitter que tem um enorme potencial que ainda não se materializou em Retorno de Investimento, o mesmo acontece com o YouTube.

O Twitter triplicou os tweets na plataforma e o YouTube é a maior plataforma de partilha de vídeo online com mais de 24 horas de vídeo inseridas no site por minuto e tendo ultrapassado os 2 biliões de visualizações por dia em Maio de 2010. Mas o problema destas plataformas de redes sociais é não conseguirem tornar o seu potencial em modelo de negócio lucrativo, pelo menos para já. Este grande potencial mas fraca concretização é, aliás, uma das previsões para 2011 da Consultora Deloitte.

A Google está já há algum tempo a estudar projetos que resultem na concretização de retorno do potencial do YouTube e indicou recentemente uma renovação desta plataforma, seguindo o modelo Freedum (um misto de conteúdos gratuitos e pagos). Assim, a aposta passará por “conteúdos televisivos produzidos profissionalmente para reforçar o YouTube.” (…) nos quais se incluem “a introdução de canais temáticos para áreas como artes e desporto, sendo que, cerca de 20 desses canais irão apresentar algumas horas de conteúdos televisivos profissionais por semana, segundo noticiou o Wall Street Journal.” Estes canais serão lançados em versão premium e aproximarão o YouTube do Netflix, um distribuidor de conteúdos online norte-americano.