Social Media Life Cycle

 

Uma infografia do site Social Media Center que está bastante interessante e detalhada.
Mais algumas notas no site.

Social Media Life Cycle via Social Media Center

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Marketing Digital – site, social media, crossmedia e web colaborativa

 

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Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.

Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.

Estratégia Digital

Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.

domainE como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.

Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.

Crossmedia

Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.

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Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.

Content Marketing – Do Storytelling à TV Social

 

A importância do storytelling cresce a cada dia pois, num mundo em que a informação não pára e somos constantemente bombardeados por ela, só quem tiver uma boa história e a concretizar bem, irá conseguir sobressair da multidão.

The division between storytelling and marketing has dissolved. Stories play on people’s fears and emotions. With stories, brands connect with readers on a more human level.

in Social Media Today

Ao mesmo tempo, assistimos à emergência da TV Social e de como as estações de televisão estão a lidar com esta nova realidade e com a necessidade de criar conteúdos em outras plataformas.

TV networks are trying to take advantage of viewers who are increasingly multitasking as they watch shows. More than 40% of Americans have smartphones or tablets in their hands each day as they watch TV, according to Nielsen.

in The Wall Street Journal

O Content Marketing passa (ou deve passar) assim a ser o foco das empresas quer nas histórias que criam em publicidade, nas redes sociais ou mesmo na continuidade para outras plataformas. De salientar que o processo começa no planeamento e que é também importante que a marca esteja atenta ao que se diz sobre si.

Social Listening vs Digital Privacy

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Seguindo um estudo da NetBase & JD Power é muito difícil trabalhar o acompanhamento de uma marca nos social media uma vez que os utilizadores tanto sentem que as marcas invadam a sua privacidade como querem que elas o façam para melhorar os seus produtos e para dar respostas relevantes aos utilizadores

O mais impressionante nas conclusões deste estudo, para mim, é que 32% dos consumidores não tem noção de que está a ser “ouvido”! Mas quando é que as pessoas aprendem que o que se diz no mundo online está aberto a todos, à distância de um simples clique,  “o virtual é mais real do que se pensa” e mesmo quando apagado pode já ter sido replicado pelo que nunca desaparecerá verdadeiramente.

Quanto à privacidade digital, entendo-a relativamente aos emails, algo pesssoal pelo que não quero que vasculhem o que aí escrevo. Agora, se estamos a falar de sites, de páginas em social media, de fóruns, tudo isso é público. Se não querem ser “ouvidos”, então não “falem”. Mas este estudo demonstra que 43% dos consumidores considera que ser “ouvido” nos social media é uma intrusão na sua privacidade…

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Para se evitarem possíveis conflitos, o estudo deixa 4 recomendações:

1. Não ouvir apenas mas sim compreender. Ouvir é diferente de escutar.

2. O contexto é o rei. Deve considerar-se o contexto de cada post antes de se responder, reagir ou tentar uma relação com o consumidor. É aqui que o ouvir se torna  inteligência.

3. Aproximar-se do consumidor com boas intenções. Nos social media, o que se espera é reciprocidade.

4. As acções ultrapassam as palavras. Deve mostrar-se que as acções nos social media ajudam a construir relações e não a invadir privacidades.

Ver mais em: Are Businesses Invading Consumer Privacy By Listening to Social Media Conversations?

Superbowl, as interacções sociais e o peso do mobile

 

trendrr_tv_superbowl47_infographicÉ um evento nos EUA que reúne audiências estrondosas e onde grandes marcas continuam a apostar em publicidade nos seus intervalos. A diferença é que, hoje em dia, muitas destas marcas já validaram os seus spots no meio online e muitos até já se tornaram virais mas, para estas, continua a valer a aposta no meio TV.

Não se escolhe necessariamente um meio em detrimento de outro, o que se faz actualmente é estar em múltiplos ecrãs porque já se percebeu que, também os utilizadores, navegam entre eles. É uma realidade de múltiplos media ((Northdrup: s/d). Hoje assistimos ao consumo de vários media em simultâneo, com diferentes ecrãs abertos ao mesmo tempo, não sendo raro estar em frente a uma TV e, ao mesmo tempo, ter o computador ligado e ainda estar a escrever no telemóvel. É aliás esta nova realidade que levou à ascensão da chamada Social TV, uma TV que se está a ver, ao mesmo tempo que se  comenta em outras plataformas não estando já uma pessoa a ver um programa sozinha mas em conjunto com outras pessoas com as quais estabelece uma conversa. É uma nova forma de interagir com o programa que, muitas vezes, embora ainda de forma hesitante, já é utilizada por certos programas para, por exemplo, receber perguntas dos espectadores em directo.

Interessante notar na infografia de Trendrr, que o Mashable apresenta no seu texto “Super Bowl Social Media Activity 3 Times Higher Than 2012“, que não só a interacção nos Social Media cresceu bastante entre 2012 e 2013 como 88% dos acessos foram feitos via mobile, sendo que nestes, o Iphone continua dominante (60%).

A salientar ainda a campanha da Oreo que soube aproveitar da melhor maneira os 30 minutos de corte de energia no Superbowl. É aqui que está a genealidade, no conseguir uma campanha brilhante quando a audiência está à espera de algo que não acontece e se transforma esse vazio numa mensagem. Exactamente quando a audiência perde a imagem e se vira para as redes sociais para falar sobre o assunto, surge uma marca que nos diz que mesmo no escuro se pode  comer uma bolacha. Tão simples e tão eficaz..

(Update 06/02/2013) Não esquecer também o exemplo português da Torke ao criar o site “Lyoncifica o teu nome logo que foi conhecido o nome da primeira filha de Luciana Abreu.

Recomendações – Em quem confiamos?

Vários estudos indicam que a confiança dos consumidores está, cada vez mais, em outros consumidores e não na Publicidade. Deste fato, advém também a importância crescente das redes sociais. O recente estudo da GlobalWebIndex “Annual Report 2011” reforça esta informação embora indique algumas alterações ao nível da utilização das redes sociais, cada vez mais utilizadas para partilha de conteúdos e menos para a criação dos mesmos.

Apesar da confiança demonstrada nos pares indicada acima, um estudo da Edelman “Trust Barometer” de 2011 vem demonstrar que, entre pessoas com ensino universitário e de idades compreendidas entre os 25 e 64 anos, a confiança nos pares decresceu de 47% para 43% de 2009 para 2010, surgindo a indicação da confiança em especialistas. De salientar que este resultado tem de ser visto como sendo o de uma população mais educada e não da população em geral. De qualquer forma, demonstra que os especialistas nas suas áreas continuam a ser importantes.

Não será por acaso que um dos objetivos da presença online de empresas seja o de identificar os líderes de opinião/ especialistas nas suas áreas para que estes tenham sempre informação disponível sobre as suas marcas e, quem sabe, se tornem algo evangelistas das mesmas.

De salientar ainda o crescimento de 31% para 50% relativo à confiança depositada no CEO de uma empresa. Este dado é importantíssimo num mundo que, cada vez mais, procuramos a verdade por detrás da publicidade, num mundo em que o consumidor despe a comunicação que recebe da marca para perceber efetivamente o que esta é e o que realmente lhe oferece (e daí a importância do Marketing with Meaning). Este crescimento da confiança no CEO da empresa traz valor à mesma mas pode também resultar numa quebra de confiança caso o CEO se veja envolvido em questões menos claras, descredibilizando assim a marca que representa.

Fonte: eMarketer “Who Gives The Most Trusted Recommendations?

70% dos Marketeers não acompanham o que se diz online sobre a marca

Um estudo da Alterian indica que 70% dos Marketeers praticamente não sabem o que se diz sobre a sua marca nas redes sociais nem as monitorizam em termos de gestão. 77% considera ainda que a sua marca pode estar em risco por não envolver tanto os consumidores como deveria. De notar que 57% acredita que o budget global de Marketing vai aumentar nos próximos 12 meses, subindo esta percentagem para 75% quando se fala no aumento do budget para Marketing Online/ Social Media (ver infografia).

Nota-se uma grande importância percebida relativamente a mensagens/ eventos personalizados, com quase 1/4 dos inquiridos a indicar que o fazem.

43% dos e-mails enviados têm por base um segmentação e o envio de uma mensagem diferente para cada segmento. No entanto, apenas 13% dos e-mails são enviados com base em preferências individuais dos utilizadores com monitorização em tempo real.

De fato, o Marketing Relacional é algo tão necessário (em muitas área, principalmente aquelas em que existe uma enorme dificuldade de diferenciação das marcas) quanto dispendioso. Assim, é importante pensar bem antes de avançar para estratégias nesta área, nomeadamente ao nível da personalização. Por outro lado, as redes sociais são uma realidade incontornável e, mesmo que a marca não esteja em nenhuma rede social, provavelmente estará já a ser falada pelos seus consumidores e deverá, no mínimo, monitorizar a conversação. Aliás, o mais importante das redes sociais é ouvir. Numa segunda fase é que deverá tratar de envolver os consumidores (se fizer sentido para a sua estratégia) e é nesta fase que entrará nas redes sociais, seguindo uma estratégia e objectivos, tal como o faria em qualquer outra acção de Marketing. Este é um trabalho a tempo inteiro e não algo que se deve fazer uns minutos por dia pois, caso contrário o foco nunca vai estar realmente nesta área e vai falhar no feedback. E os consumidores não perdoam ser ignorados num local de conversação/ partilha.

Interessante a frase citada no estudo:

“Engaging users across social media platforms has become a full time job. Not only do you need to participate, you need to be able to monitor and analyze the chatter.”
CMSWire
“A Look Back at Web Engagement in 2010” December 28, 2010

O estudo foi realizado online (através do envio direto por email) e offline (em vários eventos da indústria por todo o mundo). Os inquiridos tinham a seguinte distribuição por território: 71% América do Norte, 17% Europa, 7% Ásia Pacifico, 2% América do Sul, 1% Médio-Oriente, 2% Outros.

Estudo: Adultos são os que mais usam redes sociais