Marketing Digital – site, social media, crossmedia e web colaborativa

 

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Na era do Marketing Relacional, o mais importante é colocar o cliente no centro da estratégia: ouvi-lo, dar-lhe atenção, construir uma relação com ele e aprender, de forma a melhorar não só os produtos/ serviços que oferecemos mas também a forma de nos relacionarmos com os consumidores.

Com o advento do online e das novas tecnologias, o Marketing Digital tem vindo a ganhar terreno, não significando isso que o Marketing dito “tradicional” está morto ou que deixou de ter relevância.

Estratégia Digital

Dentro da estratégia digital, o mais importante é o site da empresa porque é o único que, efectivamente, lhe pertence pelo que deve ser o centro da sua estratégia. O site deve ainda ser responsive para que possa ser correctamente visualizado em dispositivos móveis, o que inclui não só tablets mas também smartphones.

domainE como escolher o nome de domínio perfeito? O Mashable sugere 18 ferramentas. Já para a questão de quando deve a página ser alterada, o hubspot ajudar a responder. Se existem dúvidas se o site deve ser responsive ou se se deve ir mais longe e lançar uma app, o the next web tenta dar indicações.

Para além do site, as redes sociais são importantes na amplificação da mensagem, servem assim como montra da empresa. Também nesta área é importante ter uma estratégia sólida e saber quais são as plataformas em que devemos estar e os respectivos objectivos, não devemos estar só porque os outros lá estão. Para saber os nomes disponíveis em cada plataforma de social media podemos utilizar o namechk.com.

Crossmedia

Uma estratégia de crossmedia é também interessante e bem trabalhada irá colocar a mensagem em várias plataformas, de forma que faça sentido em cada uma delas. Não é utilizar o mesmo em todos os meios, é adaptar a mensagem às potencialidades das plataformas. – Ver hangout sobre Crossmedia com André Novais de Paula, organizado por Vasco Marques.

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Saber pesquisar e utilizar a web colaborativa é também essencial pois esta é uma óptima fonte de pesquisa de informação, tendências, formação pessoal e também para procurar respostas a dúvidas que tenhamos, junto de profissionais. Esta potencialidade deve também ser aproveitada pelas empresas para evoluírem e para potenciarem os seus trabalhadores.

Tendências de Consumo para 2011

O siteapresentou 11 Tendências Centrais de Consumo para 2011 às quais os Marketeers em particular e as empresas em geral devem estar atentos para conseguir surpreender e captar consumidores num mercado tão saturado como o atual.

Random Acts of Kindness
Os atos inesperados de amabilidade serão uma ótima forma de deixar uma boa impressão nos consumidores e gerar um boca-a-boca positivo.

Urbanomics
Com cada vez mais pessoas a viver nas grandes cidades, cresce a necessidade de existência de produtos e serviços adaptados ao estilo de vida citadino e que tenham em conta as especificidades de cada cidade.

Pricing Pandemonium
O pandemónio do preço está instalado pela imediaticidade de comparação de preços, pela existência de grandes grupos a comprar o mesmo produto, oferecendo grandes reduções aos seus clientes e trabalhando com ofertas disponíveis durante um período de tempo muito limitado. A geolocalização vai permitir ofertas imediatas no ponto de venda e o preço dinâmico será uma realidade.

Made for China (if  not Bric)
Os mercados emergentes como a China e Brasil emergem como mercado apetecíveis para as marcas que terão de apresentar uma oferta específica para estes locais de forma a que os consumidores se sintam atraídos.

Online status symbols
As empresas disponibilizarão os seus símbolos (de marcas ou produtos/serviços) para que os consumidores os utilizem na partilha global.

Wellthy
A importância da saúde e bem-estar será crescente pelo que os consumidores esperarão que lhes apresentem produtos saudáveis e serviços que previnam a miséria e que aumentem a sua qualidade de vida.

Social-Lites and Twinsumers
Os Twinsumers são consumidores com padrões de consumo semelhantes, muito valiosos pelas suas recomendações, que defendem a procura. Os Social-lites defendem a descoberta e o broadcasting ativo, o remix, compilações, comentários e produtos partilhados e comentados tanto para os amigos como para a audiência geral.

Emerging Generosity
Dar é uma característica da Geração G que esperará das marcas e personalidades dos mercados emergentes que ofereçam, doem, se preocupem e sejam simpáticas mais do que apenas venderem e receberem.

Planned Spontaneity
A espontaneidade planeada através da oferta de informação será uma realidade se houver benefícios em troca.

Eco-superior
Espera-se dos produtos que sejam não só amigos do ambiente como superiores em todos os aspectos.

Owner-less
A partilha e o aluguer vai chegar ao mercado mainstream.

Fonte: www.trendwatching.com.
One of the world’s leading trend firms, trendwatching.com sends out its free, monthly Trend Briefings to more than 160,000 subscribers worldwide.

Ponto Media faz 10 anos e brinda-nos com a sua experiência

Ponto Media é um dos mais antigos blogs sobre Media em Portugal e comemora 10 anos dia 2 de Janeiro. Até lá, o autor do blog, António Granado, promete “10 posts que reflectem alguma da experiência que fui ganhando com este weblog. Uma maneira de dar as boas-vindas à segunda década do século XXI.”

O 1º post já está online e é sobre as 10 tendências para 2011, seleção publicada também hoje na revista Meios & Publicidade.

António Granado é jornalista e já foi editor de Ciência e mais tarde de Online do Jornal Público. Actualmente, é Coordenador da Redação Online da RTP. Granado dá ainda (excelentes!) aulas de Jornalismo na Universidade Nova de Lisboa, tendo desempenhado anteriormente as mesmas funções na Universidade de Coimbra.


Como tendências, António Granado identifica a aposta nos conteúdos móveis, a perda de influência e publicidade por parte de quem queira fazer pagar por conteúdos medíocres, o arranque em força da geo-localização, a redução das redações e o aumento do jornalismo de nicho e hiperlocal que poderão acabar com os media tradicionais, a qualidade do conteúdo como pedra basilar do Jornalismo, os tablets que não serão a salvação da profissão, a escalada da procura do vídeo pelos utilizadores (à qual os media terão de saber responder), as redes sociais como porta de divulgação dos media, a venda de produtos e serviços, o aumento do chamado “jornalismo do cidadão”, gerado pela co-criação e também o aumento de jornalismo de base de dados que permite trabalhar grandes quantidades de informação.

O melhor mesmo é ler o original.

Para conhecer um pouco mais da história deste blog, sugiro a entrevista de António Granado ao Diário2.com, na altura em que o Ponto Media completava 9 anos.