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A velocidade do online

60seg

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O Analytics chega a mais redes sociais

 

Se já sabemos que a instalação de um programa de analytics é vital em qualquer site (sendo um dos mais utilizados o gratuito Google Analytics) e o melhor é que seja colocado o código ainda na fase de implementação do site (para que depois não existam esquecimentos e se perca informação preciosa), muitas redes sociais não tinham analytics ou ofereciam esta informação apenas na sua versão paga.

O Facebook tem os seus insights, ainda que a plataforma pudesse ser mais completa no que diz respeito ao que temos online. É verdade que grande parte da informação é possível exportar em csv ou excel mas isso, muitas vezes, dá uma dor de cabeça tão grande que a maioria das marcas e agências prefere trabalhar com um programa como o socialbakers que compacta logo a informação e ajuda a minimizar o tempo que se passa na análise de cada página.

O Twitter já deixa ver alguma informação em termos de analytics da plataforma embora apenas os anunciantes possam ver algumas funcionalidades.

Analytics do Twitter

O Instagram também apresentou a sua ferramenta de analytics, separada em três áreas mas que, para já, está apenas disponível nos EUA.

Não ficando para trás no jogo de apresentações de Analytics, o Pinterest apresentou uma ferramenta com informação para as contas empresariais. Uma óptima forma de perceber o que funciona melhor em cada página/ álbum e quem é a sua audiência.

Pinterest e o Analytics

O slideshare vai também disponibilizar a todos os utilizadores algumas funcionalidades premium como estatísticas, personalização de perfil com banner no topo, uploads privados, vídeos e organização da página com as apresentações que consideramos mais relevantes. As novas funcionalidades serão disponibilizadas, uma por mês, já a partir deste mês de Setembro.

Slideshare disponibiliza funcionalidades premium

Deixo ainda um documento de referência para ajudar a perceber as várias áreas e as possibilidades do Google Analytics. O Google disponibiliza ainda a Google Analytics Academy com alguns cursos online para ajudar a perceber um pouco melhor esta ferramenta. Neste momento até já existe uma extensão do Google Analytics para o Google Chrome que é uma forma de visualizar rapidamente a informação contida na plataforma.

Fica também uma lista de várias ferramentas de Marketing Digital em várias áreas: SEO, Analytics, Email Marketing, Beginners guide, Track mention, etc.

Marketing, Wearables, Facebook, Instagram e Publicidade

Marketing e Wearables

Marketing: old school/ new school. Top Ferramentas de Marketing em 2014.

Os wearables já têm loja própria na Amazon.

Facebook e Instagram

Facebook apresentou vários serviços e actualizações na conferência F8 e anunciou que este evento passa a ser realizado anualmente. Foi também aqui que o movimento internet.org mostrou pela primeira vez o seu Innovation Lab, permitindo aos participantes testarem a sua app numa conexão móvel 2,5g, semelhante à que existe nos países em desenvolvimento.

Perfomance das páginas de Facebook relacionadas com o turismo em PortugalRegiões de Turismo | Agências de Viagens | Hotéis | Companhias Aéreas.

Campanhas com menor performance são retiradas automaticamente do ar no FacebookAlguns mitos (ou não!) do Facebook.

Segundo estudos recentes, páginas de marcas no Instagram podem ter mais engagement do que as suas páginas no Twitter ou Facebook.

TAP traz avião para Belém, outdoor que aproveita o espaço Publicidade

 TAP traz avião para Belém.

Rebranding Global da FCB.

O que capta a minha atenção #5

 

Consumo de notícias

As pessoas consomem notícias nas redes sociais, na maioria das vezes através da partilha de amigos e não de jornalistas e/ ou meios de comunicação, indica o estudo publicado recentemente pelo Pew Research Center. De salientar ainda que um utilizador que chegue a um site de notícias via redes sociais tem, em média, menor engagement com o site do que se chegasse directamente ao mesmo.

SocialMediaNews2

Twitter

O Twitter adicionou novas funcionalidades à sua plataforma, já é possível publicar até 4 fotos  com um tweet e identificar até 10 pessoas em cada foto, mantendo os mesmos 140 caracteres para a escrita.

O Hubspot juntou 11 coisas que se pode estar a fazer mal nesta rede social

LinkedIn

Show Case Page ExampleO LinkedIn anunciou que a 14 de Abril a tab de produtos e serviços vai desaparecer das páginas de empresas, sendo substituída pela opção de criação de páginas de Showcase. As empresas que quiserem manter as recomendações que têm devem fazer o download das mesmas.

O LinkedIn quer ainda ser mais do que uma plataforma de CV’s e networking, quer apostar em ser uma plataforma de conteúdos. Para isso, vai passar a ter “Content Marketing Score”, de forma a salientar os conteúdos mais relevantes, e também “Trending Topics”, estes últimos já bem conhecidos no Twitter e que o Facebook também vai adicionar à sua plataforma.

Dicas

O blog KISSmetrics salientou 30 recursos para ajudar com a Publicidade no Facebook.

O Canva deixou 5 dicas para Community Management e o Socialbakers sugeriu que cada página deve encontrar a Taxa de Engagement que mais faz sentido medir, ao mesmo tempo que indica que, quanto maior é a comunidade, menor tende a ser a Taxa de Engagement Média.

UpTo, uma segunda layer da sua agenda, disponível para IOS e AndroidMais

O office foi, finalmente, lançado para Ipad e alcançou o #1 da App Store. Disponível também para Iphone.

Deixo também uma app interessante que descobri através do Mashable, a UpTo, que adiciona uma segunda layer à nossa agenda com informações de eventos de áreas que nos interessem, sincroniza com a nossa agenda e está disponível para IOS e Android.

O Gmail vai completar 10 anos e o Mashable resolveu fazer uma retrospectiva do email da Google.

O Hr Buzz sugere ainda 5 livros para criar engagement com a sua equipa, clientes e/ ou consigo mesmo.

O que capta a minha atenção #2

@THEELLENSHOW/TWITTER
@THEELLENSHOW/TWITTER

Começo por deixar as sugestões de John Hall, da Forbes, sobre várias conferências de Marketing durante 2014 e saliento ainda em Portugal o Upload Lisboa, que no ano passado não se realizou mas que este ano promete valer a pena.

Não posso também deixar sem menção o recorde que a selfie de Ellen DeGeneres bateu no Twitter, ultrapassando 1 milhão de retweets (RT) em apenas 45 minutos e 2,3 milhões até ao momento. A ideia era ultrapassar os RT’s da imagem de Obama e Michelle abraçados, logo após a reeleição do presidente norte-americano, objectivo que foi largamente alcançado.

Mudanças no Facebook

 

A rede social criada por Mark Zuckerberg tem hoje 1,23 mil milhões de utilizadores activos por mês com 75% a serem mobile (e 30% a acederem apenas via mobile). Esta rede que continua a ser a principal em vários países e transversal a quase todas as faixas etárias (embora os adolescentes estejam a fugir para outras redes) tem andado em mudanças tanto em relação ao algoritmo como ao nível da estrutura de página e targeting.

O mural

Artigos sugeridos chegam ao FacebookEm algumas publicações já é possível ver que o Facebook passou a ter “artigos sugeridos” que podem interessar o utilizador. A plataforma integrou também as hashtags (#) e vai passar a incluir os trending topics (elementos que vêm do Twitter).

A rede social criada por Mark Zuckerberg está também a testar vários tipos de fonte de letra para o news feed uma vez que um dos objectivos do CEO passa por torná-lo cada vez mais parecido com um jornal.

A publicidade

O Facebook vai ainda retirar histórias patrocinadas do feed de notícias uma vez que este tipo de publicidade passará a ser redundante já que integrarão em todos os tipos de ads a parte de contexto social. Por outro lado, o Facebook passa a disponibilizar uma nova funcionalidade de targeting que permite atingir os utilizadores que visitaram um determinado site ou aplicação e que não realizaram, por exemplo, uma compra. É o retargeting a chegar ao Facebook.

Para além disso, as páginas empresariais vão passar a poder comentar directamente uma review à sua página.

Mudanças no algoritmo

Link com imagem - O Marketing Digital é um MundoEm termos de algoritmo, este passa a dar um pouco menos de importância a posts só com texto ou com textos com links escritos e sobe a importância a posts com fotos, vídeos e links a partir de uma imagem. Os primeiros não deverão ser menos importantes que os segundos, descerão apenas em grau de importância pois o Facebook detectou que as marcas estavam a tentar enganar o algoritmo, utilizando bastante os tipos de posts só com texto. A ideia é que o Facebook seja cada vez mais apelativo em termos visuais. O algoritmo do Facebook tinha sido actualizado há pouco tempo, passando a dar mais relevância a notícias e histórias importantes e menos a memes.

Paper, a 1ª aplicação do Facebook

Paper - 1ª aplicação do FacebookMark Zuckerberg, CEO da plataforma, indicou ainda que o Facebook vai também dedicar-se ao lançamento de várias apps. Foi hoje anunciada a primeira: “Paper”, o News Reader do Facebook que será disponibilizado dia 3 de Fevereiro. Nesta fase de lançamento, estará disponível apenas para Iphone.

Empresa social ou anti-social

Estar nos Social Media é mais do que ter página no Twitter, Facebook, blogue, etc… Porque uma empresa pode estar a trabalhar os meios como se fossem meios offline, com a diferença que estão digitalizados. Por mais que a empresa se entenda como muito social uma vez que está nas várias plataformas, na realidade ela pode estar mais próxima de anti-social, diz Brian Solis. E se não entender o meio e não trouxer valor acrescentado ao consumidor, ele deixará de querer segui-la.

The missing value of why people should stay connected creates a void that only expands with every day that passes. (…) We’re presented with a stage to show brand empathy and earn relevance through our actions and words. Are we embracing the opportunities before us or in the end, does our investment equate to traditional marketing in a new interactive design? (…) New media channels represent a new highway for driving messages and brand stories to desired audiences. (…) With one click, they will bid farewell to the brands, even those they love, if they don’t introduce value. 

O importante, diz Brian Solis, é perceber o que o consumidor procura na marca e ir de encontro a essas necessidades, respeitando o consumidor social de hoje, um consumidor que tem acesso a bastante informação, que partilha e recebe recomendações dos seus contactos, em geral, um consumidor que quer e consegue ter uma palavra a dizer.

This is about demonstrating why someone should connect with you not just today, but every day. Give people a reason. Give people something to talk about…something to think about. Give people purpose, sustenance, and direction. 

O consumidor procura uma conversa e não um monólogo digital, procura um valor acrescentado. Aliás, sabe-se que as razões pelas quais um consumidor segue uma marca situam-se, maioritariamente, nas seguintes: já ser consumidor, oferecer ofertas especiais (promoções e passatempos) e ter conteúdos relevantes. É no valor adicional que a marca pode criar na conversação online que se encontra o caminho para o engagement. E isso tenderá a traduzir-se em vendas e recomendações como exemplifica esta infografia.

Youtube – Um Caso de Sucesso Sem Retorno de Investimento (pelo menos para já)

O gigante Google comprou o YouTube em 2006 mas, até ao momento, ainda só perdeu dinheiro com esta plataforma. Tal como o Twitter que tem um enorme potencial que ainda não se materializou em Retorno de Investimento, o mesmo acontece com o YouTube.

O Twitter triplicou os tweets na plataforma e o YouTube é a maior plataforma de partilha de vídeo online com mais de 24 horas de vídeo inseridas no site por minuto e tendo ultrapassado os 2 biliões de visualizações por dia em Maio de 2010. Mas o problema destas plataformas de redes sociais é não conseguirem tornar o seu potencial em modelo de negócio lucrativo, pelo menos para já. Este grande potencial mas fraca concretização é, aliás, uma das previsões para 2011 da Consultora Deloitte.

A Google está já há algum tempo a estudar projetos que resultem na concretização de retorno do potencial do YouTube e indicou recentemente uma renovação desta plataforma, seguindo o modelo Freedum (um misto de conteúdos gratuitos e pagos). Assim, a aposta passará por “conteúdos televisivos produzidos profissionalmente para reforçar o YouTube.” (…) nos quais se incluem “a introdução de canais temáticos para áreas como artes e desporto, sendo que, cerca de 20 desses canais irão apresentar algumas horas de conteúdos televisivos profissionais por semana, segundo noticiou o Wall Street Journal.” Estes canais serão lançados em versão premium e aproximarão o YouTube do Netflix, um distribuidor de conteúdos online norte-americano.

Provérbios da Blogosfera

Como o prometido é devido, António Granado lançou o 2º post, dos 10 que irá publicar até ao 10º aniversário do Ponto Media, com o título “10 Provérbios sobre a Blogosfera“.
A visitar.

E como não podia deixar de ser, as conversas no twitter e a co-criação/ utilização participante já deram fruto e foi criada uma  tag #proverbiosdablogoesfera onde vários outros provérbios atualizados para a blogosfera já foram partilhados.

Alguém sugere mais algum?

Facebook vs Twitter

O site Midias Sociais fala de “um estudo recente da Forrester (que) inverteu a sabedoria convencional, afirmando que os seguidores do Twitter podem ter o potencial para ser mais valiosos do que os fãs do Facebook no futuro. Enquanto não se pode quantificar o fã ou seguidor, com um valor absoluto (embora muitos tenham tentado), o estudo confirmou que os seguidores do Twitter estão mais propensos a comprar de marcas que seguem (37% vs 21%), e recomendar as marcas para os amigos (33 % vs 21%). Esses dois fatores são os critérios pelos quais muitas das campanhas de mídia social são medidas”.

Passando por alguns casos de sucesso e pela explicação das especificidades de ambas as plataformas, o site conclui que “talvez uma bem sucedida estratégia de mídia social não se trate de descobrir o valor monetário de um fã no Facebook versus um seguidor do Twitter, mas envolve a compreensão de cada canal social e as vantagens de ambos. Até que a marca faça algo para criar valor e interagir com os fãs, eles não têm nenhum valor. Acumular fãs é o primeiro passo, mas se envolver com eles trará o retorno sobre o investimento que as marcas estão buscando“.

E creio que é mesmo essa a chave, perceber as diferentes potencialidades e especificidades de cada tipo de rede social sem esquecer que, para sociabilizar é necessário envolver-se com os fãs/ seguidores mais do que apenas estar. Creio que as marcas/ empresas que estão no facebook / twitter sem responder aos comentários dos utilizadores não estão realmente a interagir com eles nem a respeitar a multilateralidade de comunicação que esperamos nas redes sociais. Não entendem as especificidades de comunicação destes canais, logo não conseguem potenciar ao máximo estas ferramentas.